Historicamente, o Gnosticismo nunca foi um movimento unificado e sim uma série de escolas e mestres cujas idéias e sistemas compartilhavam traços comuns, um sistema de idéias e métodos para atingir “a gnosis”, o conhecimento transcendental obtido por experiência direta, interior, intuitiva do indivíduo.
Nas palavras do próprio Krumm-Heller, “A Igreja Gnóstica não é uma Igreja, e sim um novo ideal Religioso pensado para esta época. É a Igreja do Cristo, a que Jesus estabeleceu, o divino Rabi da Galileia, com todos os seus sagrados Mistérios Iniciáticos. É a Igreja da Redenção, a Primitiva Igreja Cristã, que sofreu todos os golpes do sectarismo católico” (do livro: "A Igreja Gnóstica". Para baixar o livro em formato PDF clique aqui ).
Na América Latina, a maior parte das organizações gnósticas descende do trabalhado e da doutrina desenvolvida por Samael Aun Weor, discípulo de Krumm-Heller. Entretanto, este novo ideal religioso está presente em todo mundo e, como de costume, assume uma grande variedade de visões, que vão desde a sucessão histórica da tradição gnóstica européia até a releitura moderna dos mitos Gnósticos.
A seleção acima ilustra esta um pouco desta variedade, embora alguns não representem, necessariamente a crença pessoal do editor ou da Gnose Samaeliana.