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A verdadeira Magia Potter 8 cap incompleto Exibir próxima mensagem
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Alba Célia
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MensagemEnviada: Sáb Fev 09, 2008 11:53 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Capitulo 5 - Passeio Especial

Aproximáva-se o dia das bruxas, e os garotos não viam a hora de poder executar o passeio que havia semanas estavam planejando. Eles iriam a Surrey neste final de semana, pretendiam visitar a suposta cidadezinha onde Harry Potter havia vivido até os onze anos.

Precisavam procurar o lugar pois pretendiam fazer uma divertida celebração nesse dia, que incluia a suposta rua dos alfeneiros, e a casa número 4. Queria achar uma rua que se parecesse com a do filme. Pensaram em fazer isso no estúdio onde estava a cidade cenográfica, mas como o Tio de Lucy ainda não conseguira oportunidade para levá-los então eles resolveram usar o plano alternativo.

Era sábado e estava muito frio quando ele sairam do colégio juntos e pegaram um onibus de dois andares até a rodoviária. Logo estavam a caminho de Surrey.

Em Uma hora avistaram as casas que estavam procurando.




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Editado pela última vez por Alba Célia em Ter Fev 26, 2008 5:32 pm, num total de 1 vez
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Alba Célia
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MensagemEnviada: Ter Fev 12, 2008 11:59 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Os garotos rodaram as ruas atrás de uma que lembrasse a célebre rua dos Dursley, e qual não foi a surpresa quando encontraram exatamente a rua "rebatizada" dos Alfeneiros.

Eles andaram entusiasmados até o número 4 onde dizia:

" Casa onde viveu Harry Potter".

Puseram-se a gargalhar, quando viram um grupo se aproximar com um guia, explicando detalhes da história do famosos bruxinho. Eles resolveram se juntar ao grupo.

Entraram na casa. Por dentro era um pouco diferente da vista no filme, mas decididamente parecida com o que haviam imaginado. Muito exagero na limpeza e a superorganização de Petúnia Dursley, era bem a cara dela. O armário debaixo da escada estava ali diante deles. Cada um entrou um pouco, remexeram discretamente para não serem vistos e pegaram algo para levar de lembrança, algo que não fizesse falta. Susan estava encantada, achou em um canto escondido, o que poderia ter sido um brinquedo de Harry Potter. Um brinquedo feito por um menino.

Na verdade Harry Potter não tinha brinquedos - explicou o guia minutos antes. Ele tinha que confeccionar para brincar...

Um garotinho levantou a mão e perguntou:

- O que aconteceu com os Dursley?

- Bom, depois que os membros da ordem os levaram, eles decidiram não voltar nunca mais para aquela casa e recomeçar a vida em outro lugar. Não queria mais ter nada a ver com Harry Potter esquecer que um dia o criaram como filho...

Ao termino do passeio, eles acompanharam os visitantes e viram um ônibus de três andares, igual ao noitebus andante do fime.

- Deve ser o ônibus que usaram pra promover o filme do prisioneiro e que participou também da campanha do Cálice de fogo... - sussurrou Lucy.

- Vamos entrar? - Sugeriu Phil também sussurrando.

- Vamos - sussurraram todos.

- Mas se eles nos expulsarem - hesitou Ginny - Eles devem correr uma lista. fazendo a chamada de todos do tour...

- Nós ficaremos no último andar e tentaremos nos esconder. - sussurrou Hugo.

- Assim, a gente ganha uma passagem de volta pra Londres - gracejou Ted.

Todos abafaram as risadas, e um por vez, eles driblaram os monitores entraram sem serem percebidos no onibus.

De cima tinham uma belissima vista ao redor. Ouviram quando um rapaz disse:

- Meu nome é Stanislau Shunpike...

Colocaram o rosto na ponta do andar para ver o cara. Notaram que ele parecia demais com o que haviam imaginado, e cochicharam.

- Stanislau não era comensal da morte?

- Talvez estivesse sob a maldição de imperius...

- Essa sua teoria é furada, Phil... Pra mim ele estava de livre e espontanea vontade...

- E desde quando o que você acha é a verdade absoluta, Chris!

- Psiu! Vamos ser descobertos desse jeito!

Todos se aquietaram, deixando a discussão para mais tarde. Logo estavam em Londres. Ouviram quando o condutor gritou:

- Caldeirão Furado!

Eles desceram rapidamente antes que o ônibus partisse. Ficaram rindo da aventura. Estavam de volta a Londres e desceram em frente a uma livraria, onde do lado havia um pequeno CAFÉ.

Entraram para se aquecer e tomar um chocolate quente. Sentaram juntos se apertando em uma das mesas largas. De repente Ginny gemeu.

- O que foi Ginny? - perguntou Su,

- Não olhem agora, mas que está ali no canto, não é nada mais, nada menos que JK... - cochichou.

Todos olharam ao mesmo tempo, como se tivessem ensaiado meses o movimento, e não passou despercebido a moça no canto que sorriu timidamente e baixou os olhos para o café que bebericava.

Ficarm sem graça de terem sido tão indiscretos, mas era uma oportunidade rara, poder conhecer sua musa assim de tão perto e sem os artifícios da imprensa. Em geral JK só era vista em grandes eventos beneficentes e em premiações. Mas ali ela estava a vontade, em seu habitat, talvez ali naquele café ela tivesse traçado as primeiras linhas de Harry Potter e a pedra filosofal.

Estavam congelados, embaraçados. Não tinham coragem de fazer uma abordagem a ela. Até que Kate resolveu que não iria deixar a oportunidade passar e arrastando Su foi até a mesa de JK.

Claro que foi Su quem teve que falar, pois Kate, ficou empurrando, pressionando, instigando aos sussurros, fazendo JK sorrir discretamente diversas vezes.

- Oi - disse Susan com um agradável sorriso - Sou Su, quer dizer Susan, Susan Portman. E essa é minha amiga Kate, aliás, Katherine, Ela é americana. - falava depressa, embolando as palavras, uma após outra.

- Olá meninas! Como vão vocês! - Sorriu com paciencia.
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MensagemEnviada: Sex Fev 22, 2008 5:36 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Os outros amigos se aproximaram e foram se apresentando, enquanto JK os convidava a sentar. Ela queria saber tudo sobre aquele interessante grupo que decidiu "caçar bruxos" às vesperas do Halloween.
Foi uma tarde gostosa esclarecendo todas as dúvidas que guardavam em suas memórias sobre a história de Harry Potter. É claro que não perderiam o privilégio de saber o futuro de todos os personagens, mas uma tarde foi pouco para saber mais.
Além de contarem a JK sobre o incrível passeio de noitebus andante.
Ela sorriu incredula. Não sabia que estavam fazendo esse tipo de passeio. Susan mostrou a ela o brinquedo que havia achado no armário sob a escada. Ela olhou curiosa o objeto em suas mãos. Em seus olhos apareciam expressões que intrigavam a todos, parecia uma espécie de reconhecimento.
Ela devolveu o objeto a Su, com um sorriso enigmático e pediu o endereço deles para contatos futuros. Anotou em um guardanapo, se despediu gentilmente e partiu.
Era hora de voltarem para a a escola.
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MensagemEnviada: Sex Fev 22, 2008 6:23 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

O desaparecimento

Faltavam seis dias para o Halloween. As coisas iam bem para os garotos e o feriado seria o inicio de sua grande aventura. Kate estava diferente naqueles dias, andava um pouco distraída e distante. Susan avistava frequentemente ela conversando sozinha com Hugo, e eles mantinha uma estranha distancia dos outros. Ninguém deixou de notar, os meninos principalmente. Alguns gostavam de provocar Hugo com a idéia de um possivel namoro rolando entre eles, mas os dois ficavam vermelhos e insistiam em que era apenas "amizade".
Os planos ainda estavam de pé. A aventura do noitebus no sábado anterior tinha animado a todos a encontrar outros passeios turisticos como aqueles, até que Lucy veio com a notícia de que seu tio havia conseguido um citytour pelos estúdios para os 10 compánheiros. Seria no dia seguinte.
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MensagemEnviada: Ter Fev 26, 2008 3:35 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Todos foram dormir muito cedo tamanha a ansiedade em entrar naquele mundo mágico do cinema, dos filmes do Harry Potter. Lucy queria conhecer Dan Raddicliffe e tagarelava sem parar sobre ele. Todos ouviam pacientemente, embora não tivessem o mesmo entusiasmo com relação ao ator. Cada um tinha um interesse diferente para conhecer os estúdios. Kate e Susan sabiam exatamente o que a outra esperava encontrar, passaram anos discutindo sobre como seria esse dia.
Amanheceu, e fazia um bonito dia apesar do frio intenso que se intensificava anunciando o inverno para logo. O ônibus veio buscá-los na escola, chamando a atenção de todos e causando um reboliço sem fim. Afinal eles haviam sido dispensados das aulas e dos trabalhos daquele dia. O tio de Lucy se comunicara com a direção da escola dias antes de combinar com o seleto grupo os procedimentos daquele dia especial. Um professor fora escalado para acompanhar os jovens aquela excursão fora de tempo. Mas ninguém reclamou.

Foi uma viagem demorada até finalmente entrarem no primeiro set dos estúdios Leavesden.. Ao chegarem no local, percorreram alguns dos sets de cada filme.
Logo viram Uma placa pendurada numa das lojas avisa: "A venda de sangue de unicórnios é estritamente proibida. Não insista!". Mais adiante, é vendido fígado de dragão, uma iguaria no mundo dos bruxos. Na lojinha Tricks and Jokes (Pegadinhas e Piadas), você encontra de tudo para tirar um sarro dos amigos. Estavam no Beco Diagonal. Lá os bruxos compram vassouras, caldeirões e varinhas.
No estreito Beco Diagonal, uma loja que não aparece no primeiro filme chamou a atenção de todos: a livraria Floreios e Borrões. Lá ainda estava a mesa onde Gilderoy Lockhart deu autógrafos, com vários exemplares de seu livro, "O Meu Eu Mágico", empilhados em forma de espiral.
Mas o curioso mesmo foi reparar nos nomes de alguns títulos vendidos ali: "A Children's Monsters" ("Monstros Infantis") ou "Easy Spells to Fool Muggles" ("Feitiços Fáceis para Trouxas Idiotas"), divididos em seções como magia negra, objetos encantados, feitiços e bruxografia.
Outro set interessante é o hospital de Hogwarts, onde vão parar as crianças que viram pedras. Lá os remédios são balas coloridas.
O que mais chamou a atenção foi o local onde fora realizada a celebre batalha de Dumbledore com Voldemort, o ministério da magia.
Tiveram a sorte de encontrar alguns dos atores no set, e foram muito bem recebidos por estes. Kate conversou muito com Alan Rickman, afinal Snape era seu personagem favorito. Susan conversou mais com Emma, Phil era gamado na Bonnie, linda em seus 17 anos. Hugo ficou um pouco disperso dos atores olhando o grande salão de Hogwarts com um olhar perdido. Ginny colou em Rupert suspirando e deixando o rapaz sem jeito. E Lucy, claro grudou em Raddicliffe.
Ao termino do passeio estavam todos cansados e mal humorados. Era noite e estavam com muito frio. O dia seguinte seria sábado e eles poderiam descansar, apesar de terem acumulado as tarefas de hoje. Todos eram alunos aplicados, e apesar de ser muito puxado o ensino ali, a menor nota que possuíam eram um B-.

Com um pouco de ajuda entre os amigos tudo era superado. Estudavam juntos para as provas, faziam trabalhos e exercícios juntos, ensinando uns aos outros naquilo em que cada um demonstrava maior habilidade.

Já na escola aquecidos, sentiam-se tristes e vazios como se algo houvessem chegado a um fim inesperado. Todos estavam em silencio. Hugo e Kate estavam mais quietos e mal tocaram na sua comida. Susan sentiu-se estranhamente excluída e se retirou para o quarto. Kate chegou logo atrás e disse de sopetão:

- Então é só isso???

- Isso o que Kate...? – Susan estava surpresa, sem saber o que estava acontecendo com a amiga. Seria algo que ela fez? Hugo, talvez...

- Foi muito bom ter ido ao estúdio, mas é o fim Su?

- Ainda temos os filmes pra assistir... Tem o enigma... esse ano... – Su soluçou.

- Eu sinto como se estivesse faltando algo...

- Ainda temos os nossos planos... – Su abraçou Kate, e deixou-a chorar. Susan abraçou mais forte e deixou as lágrimas rolarem. Dormiram juntas como duas crianças abandonadas.
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MensagemEnviada: Ter Fev 26, 2008 4:07 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Susan levantou na manhã seguinte, e estava sozinha. Eram 10:00 h e o tempo havia passado muito rápido. Vestiu-se e desceu para encontrar os outros. O café da manhã já havia terminado mas Su conseguiu um chocolate quente na cozinha, de passagem para o pátio.
Encontrou Lucy e Ginny, conversando com os meninos, Phil, Ted, Chris, Henry e Peter.

- Alguém viu Kate? – perguntou cismada ao constatar que Hugo também não estava.

- Não sabemos... Pensamos que estava com você... E que talvez você soubesse onde Hugo se meteu... – respondeu Peter igualmente cismado. Olharam todos para Phil, que se defendeu:

- Não to sabendo de nada galera... Eu vi os dois saindo juntos... Sei lá... eles estavam cochichando hoje cedo... Não era nem 8:00 e Hugo já tava de pé... e aqui embaixo... Vi lá da janela – apontou para o alto na direção da janela. – Quando cheguei aqui eles estavam saindo pelo portão... - apontou a direção da entrada da escola.

- Eu vou subir e ver se Kate não deixou recado... Ela tava muito “deprê” ontem...

- Cara, o Hugo tava down também... – disse Ted.

Todos ficaram pensativos enquanto Susan subia rapidamente.

- Será que eles... – arriscou um palpite, o Henry, mas balançou a cabeça negativamente como se estivesse em uma luta íntima.

- O que você acha Ry? Fala pra gente qualquer coisa...- disse Lucy aflita.

- Que eles foram sem a gente... – completou Henry.

Viram Su descer correndo as escadas com um bilhete nas mãos.

- Vamos lá galera, a Kate deixou um bilhete pra mim, pra gente se encontrar com eles lá no café. O mesmo de JK... Kate tem uma suspeita, e foi com o Hugo na frente, por que a gente dormiu demais...

- Ou eles é que estão apressados... – disse Lucy chateada.

- Deixa pra lá Lucy, vamos logo! – retrucou Ginny.

Partiram rapidamente, e meia hora depois já estavam no café. Ele estava vazio. Susan foi até o balconista e indagou se teria visto um casal jovem ali. Deu a descrição dos dois e este apontou na direção do outro lado da avenida.
Eles atravessaram com cuidado, até chegar onde dias atrás o noitebus os deixou, e seguiram a direção indicada pelo balconista. A rua perpendicular era estreita e eles andaram devagar em olhando para todas as direções, até avistarem uma placa que dizia: “CALDEIRÃO FURADO”. Ficaram espantados com a descoberta. Olharam –se mutuamente e entraram no estabelecimento. Os ocupantes do local olharam para eles intrigados. Eles procuraram uma mesa e sentaram tentando imaginar onde estariam Hugo e Kate.
O rapaz veio atendê-los:

- O que vão querer? – disse com um papel na mão.

- Cerveja amanteigada para oito, por favor! – Disse Ted em tom de gracejo. Todos abafaram os sorrisos.

- Só um momento... – disse o rapaz sem reparar nos gracejos, e rapidamente trazia uma bandeja contendo oito canecas contendo um liquido efervescente e amarelado.

Eles beberam curiosos e ficaram surpresos com o sabor do líquido. Era com certeza diferente de tudo o que já havia bebido antes.
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MensagemEnviada: Ter Fev 26, 2008 4:38 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

O rapaz veio com a conta logo em seguida:

- São 2 galeões, 3 sicles e 16 nukes, senhores.- e ficou esperando.

Ted olhou pra galera e tirou do bolso 2 libras, e entregou.

- Sinto senhor, não recebemos dinheiro de trouxas. Aconselho a que vá ao gringotes para trocar o dinheiro.

- Algum problema Herman? – perguntou o dono do bar.

- Esses jovens só tem dinheiro de trouxas e querem pagar a conta com ele, Sr. – respondeu o rapaz.

O dono do bar olhou para eles com um ar irritado, fazendo-os se encolher.

- Pode deixar Tom. Eu pago para os jovens, enquanto ele não tem o dinheiro. Eu recebo seu dinheiro de trouxa rapazinho, preciso circular ai por Londres, - disse um sujeito esquisito, barbudo e mal encarado sentado na última mesa.

- Sinto muito por esse infortúnio, Senhor Couterman.

- Não se preocupe com isso, quando é a conta? – o rapaz passou as duas libras para ele e recebeu o valor da conta. – Tenham um bom dia crianças. E saiu do bar.

Os garotos observaram atordoados as moedas e o estranho homem que acabaram de encontrar. Viram uma senhora passar para os fundos com duas crianças. Se olharam e resolveram seguí-la. Ao chegarem nos fundos, viram uma grande passagem e ali estava o verdadeiro Beco Diagonal. Kate e Hugo haviam desaparecido ali.
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MensagemEnviada: Ter Fev 26, 2008 5:20 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Cap 7 – Magia, imaginação ou mais turismo

Eles estavam vendo, mas não conseguiam acreditar. Pessoas andavam de um lado para o outro. Não estavam vestidas com aquelas fantasias de Halloween que apareciam nos filmes, era pessoas normais, com roupas normais. Desceram a rua olhando as lojas até onde possivelmente estaria a “Floreios e Borrões”.

Entraram entusiasmados, e observaram os livros. Susan olhou pela vitrine e viu a torre alta. Chamou a todos. Saíram correndo na direção da torre, era o gringotes. Seus corações batiam descompassados. Veriam duendes?

Entraram, queriam trocar as libras por Galeões, sicles e nukes. Não havia duendes. Era um banco muito moderno. Se aproximaram do balcão de Ex-change. O gerente veio atendê-los.

- Pensei que os duendes é quem tomavam conta do Gringotes – disse Phil com petulância.

- Sim, claro! Mas ele cuidam da parte mais interna, não ficam expostos aos bruxos desde que Harry Potter invadiu o banco a uns anos atrás. Resolveram tomar novas medidas de segurança para que não ocorraram mais incidentes como aquele. Foi uma grande ofensa para os duendes que bruxos tivessem driblado o esquema de segurança deles, então resolveram passar para nós, nascidos trouxas, o atendimento ao público. Então decidimos modernizar, afinal estamos no século vinte, não é mesmo? – respondeu o gerente com um sorriso.

- Queremos trocar libras por Galeões... – disse Ted.

- Todos juntos ou cada um em separado? – perguntou o gerente.

- Um momento... – Ted se juntou com os outros... - Seria melhor que trocassemos tudo e dividíssemos o dinheiro igualmente.

- Acho uma excelente idéia... - disse Lucy – Tenho setenta libras comigo...

- Eu tenho 55 libras... – disse Henry.

- Tenho 88, pois troquei 2 libras com o Sr Couterman... – disse Ted.

- Cem libras - disse Phil.

- 45... – disse Peter.

- Eu só tenho Euro... será que serve? 200 euros que meu pai mandou... – disse Ginny.

- 65 libras... – disse Chris. Todos olharam para Susan.

- Tenho apenas 25 libras...- disse sem jeito.

- Bom então temos: 440 libras e 200 euros – disse Ted entregando ao Gerente.

Ele foi lá dentro e retornou com oito sacolas contendo 80 galeões, 5 sicles e 15 nukes cada. Susan estava sem jeito.

- Não se preocupe Su, de qualquer modo a gente fica pagando uns para os outros, lanches, passagens... Então é melhor dividir igualmente... – disse Ted percebendo o constrangimento dela.

A sacola estava pesada. As meninas colocaram na bolsa, os meninos espalharam nos bolsos da calça e da jaqueta de frio. Saíram então para o beco diagonal, para comprar. Susan pensava na varinha. E foi descendo na direção da loja de varinhas.Os outros a acompanharam interessados e logo ficaram empolgados com a idéia de Su.

Susan entrou no Olivaras ansiosa. Sabia que Kate havia estado ali. Uma moça os atendeu pra sua decepção.

- Pensamos que o Sr Olivaras estaria para nos atender. – disse Susan em nome de todos.

- Meu avô está descansando. Já não tão jovem em seus 120 anos. – disse a jovem. – Eu o ajudo aqui, eu herdarei essa loja, por que sou a única que se interessa pelo ofício delicado de fabricar varinhas, aprendi tudo que sei com ele.

- Você viu uma garota e um rapaz cabeludo, hoje cedo, por aqui?

- É a Kate, e o Hugo, não? – disse ela.

Todos ficaram entusiasmados ao saber que eles já haviam estado lá.

- Eles compraram suas varinhas e disseram que vocês viriam. Deixaram um bilhete para vocês. – Ela entregou para Susan o bilhete.

“ Su, Ted, Phil, Lucy, Ginny, Ry, Peter, Chris,

Depois das compras, nos encontre no King Cross...

Ass. Kate e Hugo
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MensagemEnviada: Ter Mar 11, 2008 4:27 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

A dona da loja, que se dizia neta de seu olivaras trouxe algumas varinhas para que os meninos experimentassem. Tocaram nas varinhas mais nada aconteceu. Alguns até balbuciaram feitiços, não querendo chamar a atenção. Aquilo os fazia sentir-se "ridículus". Enfrentariam mesmo o bicho papão? Ao pensar nisso Phil caiu na gargalhada atraindo a atenção de todos para si. Murmurou um desculpe e tornou a atenção para as varinhas.

- Pensei que a varinha escolhia o bruxo... - falou desafiadoramente Susan olhando de soslaio para a vendedora.

- Vocês não estão tendo bastante fé... A magia vem do coração... E a incredulidade impede que as varinha ajam naturalmente... - disse com singeleza.

Eles acharam que ali todos eram meio malucos, fingindo que estavam realmente em um mundo mágico. Mas era empolgante pensar que tudo aquilo pudesse ser real.

Susan olhou para as caixas nas prateleiras e pensou ter visto um brilho discreto em uma caixa.

- O que é aquilo ali? - apontando a caixa. A moça olhou na direção indicada e franziu o cenho parecendo intrigada. Caminhou até a caixa, que não brilhava mais. Susan havia sido a única a perceber o estranho brilho.

A moça da loja pegou a caixa e tirou de dentro uma belíssima varinha dourada. Trouxe e entregou a Susan. Todos a rodearam curiosos. AO tocar na varinha ela emitiu um brilho discreto.

- Putz.. que efeito manero! - disse Ted empolgado. - Eu quero uma assim também.

- É curioso... Muito curioso... - disse a moça.

Todos olharam para ela muito atentos. Lucy perguntou sem perda de tempo:

- O que é curioso?

- Bom essa varinha tem uma irmã, apenas uma...

- Não vai me dizer que pertence a alguém do mal... -disse Ginny assustada.

- Na verdade não, - disse Sorrindo.- Somente o Senhor Potter teve esse destino, e um destino não se repete assim. Além do mais não temos tido problemas com bruxos das trevas desde que "Você sabe quem" foi definitivamente destruido a uns vinte anos atrás. Eu estava em Hogwarts quando tudo aconteceu... Vi quando "Você sabe quem" foi derrotado de uma vez por todas pelo Harry Potter. Assim ele se tornou famoso, o Garoto que sobreviveu a maldição da morte e que destruiu o mais perigoso bruxo das trevas de todos os tempos... Pensavamos que o grande Dumbledore iria derrotar ele... mas como descobrimos e acabei de lhe dizer, um destino não se repete...

- Então qual é a da varinha? - disse Ted, recebendo oçhares de repreensão de todos - Hã... Que é??

- Continue senhorita... Não ligue para esse bobão xereta... - disse Ginny.

- Bom... Essa varinha é muito especial em nossa familia. Pertenceu a duas irmãs gemeas... Quer dizer não as duas, a outra possuia uma varinha igualmente gêmea... Exatamente igual a essa, cor, tamanho, forma, consistencia. Alias é impossivel fazer duas varinhas iguais... Mas vovô conseguiu isso uma única vez... Grandes bruxas essa gêmeas, mas quando uma delas morreu tragicamente a outra veio trazer as varinhas, pois não suportava olha-la e lembrar de sua alma gêmea, a prórpia irmã.
Elas eram incrivelmente parecidas como não é possivel ser mesmo sendo gemeos, e ao mesmo tempo profundamente diferentes, como uma alma partida em duas partes... Possuiam poderes ocultos, estudados no departamento de mistérios... Não conheço a história, pois foi muito antes de meu tempo, mais sei que as varinhas nunca mais escolheram outro bruxo, e elas foram testadas milhares de vezes... Até outros gemeos vieram, inclusive os gemeos weasley foram candidatos as varinhas, mas elas os recusaram.

Ela fez uma pausa e olhou para Susan.

- Mas a varinha de Harry e de... "Você sabe quem" eram gemeas não? - perguntou Ted, levando um catucão de Lucy.
- Na verdade não... Elas possuiam núcleos gemeos... a pena de fenix, a mesma fenix que produziu apenas duas penas... NO caso das varinhas elas são feitas da mesma pena de fenix que misteriosamente se partiu em duas, nas mãos de meu avô, e da mesma casca de oliveira que também se partiu em duas, pedaços gemeos perfeitos... banhados com o mesmo ouro refinado, cuja quantidade é minuciosamente contada, e vovô separou quantidade apenas para uma varinha...- a moça olhou para Susan. - Hoje eu vendi uma das varinhas gemeas... Ela escolheu um dono... Sua amiga Kate... Vocês duas tem um coração gemeo... a mesma magia que os inomináveis estudam no departamento de mistérios...
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MensagemEnviada: Ter Mar 11, 2008 5:03 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Cap 8 - Mistério no King Cross

Os amigos atravessaram o beco diagonal com as sacolas contendo, livros, vestes de estudantes, materiais esquisitos para porções e bichos de estimação. Parecia um sonho. Susan não imaginava qual seria a reação da diretora quando chegassem com esses bichos. Sairam do caldeirão furado e avistaram o noitebus andante. Phil sugeriu que o pegasse até a estação de King Cross, para se encontrarem com Kate e Hugo.

- Só falta agora encontrarmos a plataforma 9 e meia... - arriscou Chris. - Puxa cara, que sonho mais maluco esse que eu estou tendo...

- Então é delírio coletivo... - rebateu Phil.

Stanilaus estava lá novamente e os olhou de modo estranho e intimidador. Mas eles entraram, pagaram as passagens e sentaram nas poltronas. Logo o veiculo estava lotado e eles seguiram viagem. Em quinze minutos ouviram o homem gritar:

- ESTAÇÃO KING CROSS...

Susan achou a viagem rápida demais, e não sentira a velocidade. Desceram rapidamente, junto com um numeroso grupo que também estava indo ao King Cross. Na estação as pessoas tomaram diversas direções, e o grupo se afastou até as plataformas nove e dez. E como esperavam não havia plataforma 9 e meia. Se olharam sentindo-se ridículos.

Ted olhou para as caras desanimadas e correu em direção de uma das paredes. E como era esperado ele bateu a cabeça e se esburrachou no chão.

- Bom... Não custava tentar né? - disse ao notar os olhares interrogativos dos amigos. Ninguém riu, todos esperavam que ele achasse a entrada e continuasse o sonho.

Phil se encostou na coluna oposta, para desabar o seu animo de vez, quando de repente sentiu que seu corpo não encontrava apoio e sentiu-se cair e escorregar. Os amigos só ouviram os gritos enquanto observavam Philip desaparecer dentro da coluna. Ted esgueu-se nun salto e caminhou até a coluna correndo e se jogou, desta vez ele não bateu a cabeça, e perdeu o equilibrio caindo no espaço.
Todos se olharam assustados, mas Susan não esperou que alguém tivesse coragem, aproximou-se da pilastra e deixou-se escorregar, sendo seguida pelos demais. Era uma passagem secreta, e estavam e algum lugar no sub solo. Phil e Ted estavam lá se recuperando do susto e dos machucados, enquanto um senhor os ajudava dizendo:

- Se machucou meu jovem? Vocês devem ser novos por aqui... Eu não uso mais essa passagem, não tenho mais idade para isso, prefiro mais os elevadores! - e apontou para a direção deles.

Todos notaram pessoas saindo e chegando pelos elevadores e indo para outras direções. Havia vários trens ali indicando direções que eles nunca tinham visto.

Olharam para a mesma direção a direita da plataforma em que tinham caido e encontraram o Expresso Hogwarts. E se alegraram com a descoberta. Invadiram o trem em busca de Kate e de Hugo, mais não havia sinal deles. Resolveram perguntar ao maquinista se encontrara os dois jovens por ali cerca de duas horas antes.

- Eles devem ter pegado o expresso que sai antes desse... - respondeu impaciente, pois era hora de partir. - Vocês tem os bilhetes?

Não tivemos tempo para comprar, passamos da hora no beco diagonal - respondeu Henry rapidamente. - É possivel comprar ao senhor?

- Ah... Sim! Sim! Claro meu jovem... - Foi até a cabine e pegou os bilhetes extras, e logo eles estavam instalados nas cabines.
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MensagemEnviada: Ter Mar 18, 2008 10:18 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

O trem chegou a Hogsmeade. Os amigos mal se continham de tanta felicidade. A cidade era bem maior do que aparecia nos filmes de Harry Potter; Tinha o porte de uma pequena cidade inglesa, com muitas ruas e até alguns carros. Era uma cidade dita habitada apenas por bruxos, a única do genero. Andaram pelas ruas e viram a loja dedos de mel. Entraram para provar alguns doces: Sapos de chocolatesm feijõezinhos de todos os sabores e tudo era muito gostoso.
Lucy tinha lido o penultimo livro recentemente e estava com alguns detalhes na mente, mas sentia-se mergulhando "pela toca do coelho", delirio coletivo.
Nenhum sinal de Hugo ou de Kate por ali também. Susan começava a se preocupar... Teriam sido induzidos aquele lugar...

- Preciso achar um telefone - disse Susan de repente.

- Está doida! Aqui é Hogsmeade! Eles nem sabem o que é isso... - disse Phil.

- Você tem consciencia do que está dizendo Philip... Não estamos no livro de Harry Potter, Isso é im possivel... Estamos entrando num estado psicológico perigoso - disse Susan - Talvez Kate esteja na escola a essa hora rindo de nós...

- Acha que KAte e Hugo seriam capazes disso, Su? É preciso muito dinehiro pra inventar tanta coisa em poucas horas, não acha?

Susan sentia-se confusa!

- Bom dia! Posso ajudá-los em alguma coisa parecem perdidos... - Disse um homem de uns 40 anos, usando óculos de aro de tartaruga redondos, que escondia belos olhos verdes.

- Na realidade estamos procurando dois amigos que desapareceram misteriosamente...
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Alba Célia
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MensagemEnviada: Sáb Mar 22, 2008 3:08 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

-Desapareceram? Em HOgsmeade? Há quanto tempo isso aconteceu? - O homem franziu preocupado.
Susan mostrou-lhe a carta dos amigos, que recebeu no Olivaras. O homem ficou profundamente interessado no caso.
-Eu estava atrás de um telefone para tentar contactá-los na escola em Londres, talvez tudo não tenha passado de uma peça... - disse Susan.
- Sua amiga é dada a esse tipo de ... brincadeira?
Susan sentiu-se constrangida ao encarar aqueles belos olhos verdes. E balançou a cabeça negativamente, com os olhos cheios de lágrimas, deixando transparecer sua angustia.
- Não há telefones em Hogsmeade... Mas vou ver o que posso fazer para ajudá-la. - Olhou em volta e observou o grupo que se juntava. - Por hora é melhor que vocês fiquem em Hogwarts...

Todos ficaram espantados. Hogwarts! De verdade? Onde ficaria o castelo? Eles se olhavam se indagando mutuamente. O Homem os olhou desconfiado e depois chamou um rapaz mais ou menos da idade deles, mais muito parecido com ele acompanhado de um garotinho menor, que era a réplica do pai, com os mesmos olhos verdes.

- James! Venha aqui... - Cochichou nos ouvidos do filho lomgamente, que os observou espantado, mas tentou disfarçar. Pegou um pergaminho e rabiscou com uma pena, aos olhos assombrados de Susan e seus amigos. Entregou o envelope ao rapaz, e se despediu de todos.

- Ele nem falou o nome dele pra gente... - cochichou Lucy. - Será que podemos confiar nele? Será que não foi ele quem raptou Kate e Hugo?

- Olá! Meu nome é James... - Olhou intensamente par Susan, corou levemente - Eu vou guiá-los até Hogwarts, ficaram seguros conosco.

- Aquele era o seu pai? Nós não fomos apresentados a ela. - Susan falou timidamente, sentindo-se observada pelo rapaz. - Sou Susan, mas pode me chamar de Su. Esses são meus amigos, Phil, Lucy, Ted, Chris, Henry, Peter e Ginny.

- Legal, Você tem o mesmo apelido de minha mãe... - O garoto menor, puxou as vestes, chamando a atenção do outro.- Ah esse é meu irmão mais novo o Albus...

- Albus Severus POtter? - perguntou Susan assombrada.

James ficou bastante constrangido e assombrado com aquela revelação.

- Bem... Sim... mas como sabem?

- Você é filho de Harry POtter? Aquele Homem era Harry POtter... - Susan estava eufórica, beirando o histerismo. Parecia que tinha embarcado num sonho louco... Aquilo era... - ... impossivel...

Todos estavam mudos de pavor e de excitação.
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Ronald Weasley
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MensagemEnviada: Sáb Jul 26, 2008 12:04 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

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