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Emerson Marques Lopes
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BUT BEAUTIFUL: THE BEST OF SHIRLEY HORN


Apesar de Anita O’Day, Blossom Dearie e Abbey Lincoln ainda estarem na ativa, muito fãs de jazz acreditam que a morte de Shirley Horn, no último dia 20 de outubro de 2005, significa o fim de uma época que nunca mais voltará. Em parte este pensamento tem sua verdade. É difícil imaginar o cenário do jazz sem o talento de divas como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Carmen McRae e agora mrs Horn, mas a vida tem que continuar.

Com isto em mente, o que podemos fazer para minimizar a falta que Shirley Horn fará é ouvir seus discos, em especial a recente coletânea But Beautiful. Vale dizer que esta compilação foi lançada poucas semanas antes de sua morte, ou seja, não é um simples caça-níqueis. O ponto forte do CD, além da voz e do piano de mrs Horn, é o repertório baseado nos últimos 20 anos da carreira da cantora - todos eles gravando pelo selo Verve - considerada sua melhor fase.

Entre as 14 faixas, há três canções que falam por si. A primeira é “You Won’t Forget Me”, uma balada de cortar o coração com a participação especial de nada menos que Miles Davis, meses antes de sua morte, em 1991. Em seguida aparece uma versão matadora de “Fever” e logo depois “Here’s to Life”, do disco homônimo de 1992, com arranjos de Johnny Mandel. As baladas continuam com “But Beautiful”, “You Don’t Know Me”, com Shirley no órgão, e “Time For Love”, com Wynton Marsalis na retaguarda. Há ainda as suingadas “Great City”, que não é da fase Verve, “Come Dance With Me”, imortalizada na voz de Frank Sinatra, e “I Just Found Out About Love”.

Para fechar, o ouvinte ainda ganha de presente três faixas bônus gravadas ao vivo no começo deste ano. Neste set, Shirley Horn ataca de “Loads of Love”, originalmente lançado em 1963, “Jelly Jelly”, com destaque para o sax de Buck Hill, e a clássica “I Didn’t Know What Time It Was”, com a participação do trompetista Roy Hargrove.


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