A COR DA MAGIA e A LUZ FANTÁSTICA
Têm os mesmos personagens e a mesma estrutura narrativa, podendo ser considerados como um livro em duas partes. Até o momento são os mais hilariantes.
Apresenta-se um mundo, inspirado no modelo cosmológico indiano. As situações se desenvolvem agressivamente, sempre caricaturando os hábitos cotidianos (como o turista Duasflor), questionando a realidade (a máquina fotográfica de Duasflor é o exemplo máximo disso), invertendo os papéis (Rincewind, o mago, evita o máximo que pode qualquer coisa mágica).
Nota-se claramente a influência dos desenhos animados na narrativa, como na descrição da Bagagem de Duasflor.
DIREITOS IGUAIS, RITUAIS IGUAIS
Esse é bem diferente dos dois anteriores, ainda que mantendo muito do senso de humor, acrescenta mais ternura, talvez por estar lidando com a história de uma menina que tem um artefato mágico e que viaja pelo rio com ciganos... (não parece com a história de Lyra, da BÚSSOLA DOURADA, de Pullman?).
Há momentos de visões extraordinárias como o vôo de Eskarina e sua avó escapando do avanço da luz lenta de Discworld. Também temos reflexões sobre a vida e religião - Vovó Cera do Tempo, por exemplo, não lia por motivos religiosos, já que ler livros de autores mortos equivaleria a praticar necromancia.
O APRENDIZ DE MORTE
Esse é o mais reflexivo de todos, fala sobre o maior tabu da nossa cultura: a relação dos homens com a morte, a futilidade de imaginá-la como vetor de justiça e... bem, Pratchett não perde oportunidade de fazer piadas, ou o nome do poderoso corcel de Morte não seria Pituco.