| Mangá é um
estilo de quadrinho oriental. Suas origens remontam
a China, mas é no Japão que os quadrinhos
realmente ganharam força, principalmente depois
de 1967, com a criação de “A Princesa
e o Cavaleiro”, do mestre Osamu Tezuka.
Foi
através dele que o mangá ganhou
as características que conserva até hoje,
principalmente a dos grandes olhos de seus personagens,
para maior expressividade, e também das páginas
em preto e branco. Tradicionalmente também,
a leitura é feita de trás para frente,
da direta para a esquerda, devido à escrita
japonesa.
Em
seu país de origem existem milhares de títulos
sendo publicados em capítulos reunidos em grandes
revistas semanais. Muitas vezes, essas histórias
dão origem aos desenhos animados japoneses,
conhecidos como anime.
No
Brasil, em meados de 1977, o anime de “A
Princesa e o Cavaleiro” foi exibido com grande
sucesso, mas com o passar das décadas, essa
cultura aos desenhos orientais foi diminuindo até cair
no esquecimento.
Em
1995, com o aparecimento de “Cavaleiros do
Zodíaco”, exibido pela extinta Rede Manchete,
a chama do mangá e anime avivou-se, e muitos
outros títulos de sucesso japoneses chegaram
aqui.
Há mais ou menos dois anos, algumas editoras
nacionais decidiram publicar títulos de mangás
e optaram por manter o formato oriental de leitura.
Isso contribuiu imensamente para propagar o estilo
e hoje temos mais de 15 títulos sendo publicados
com enorme sucesso.
Os
mangás dividem-se em diversos estilos diferentes,
entre eles o shoujo mangá (ou mangá para
meninas, como Fushigi Yûgi, publicado aqui no
Brasil) e o shounen mangá (para meninos, como
Dragon Ball Z, também publicado aqui). Ambos
os estilos têm características únicas
e prendem a atenção de seus leitores
do começo ao fim!
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