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Mensagem |
Ibernise M. Morais Silva
Mensagens: 1033
Localização: http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net
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Enviada:
Dom Ago 05, 2007 7:11 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
Seduzido
Deslizo no ar a pairar
Levado pelo teu canto
Solta folha no vento...
Eu sou cada momento
Este mergulho inspiro
Digo: Você meu Ópio!
Acabei de deixar... depois de ler a Ibernise  |
Obrigada pelo carinho, querido amigo, Poeta Francisco Coimbra.Estava viajando à serviço. Retornei dia 01.08, e só agora estou com tdo novamente em ordem.Felíz demais em revê-lo e lê-lo... Rsrsrs... Beijos. |
_________________ AMIGOS E ANJOS...20.11.2006/Ibernise
Anjos amigos... Amigos anjos...
Anjos são guardiões e companheiros...
Amigos são irmãos aduaneiros...
Duplamente anjos, são arcanjos... |
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Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
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Enviada:
Qui Ago 09, 2007 11:24 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
Seduzido
Deslizo no ar a pairar
Levado pelo teu canto
Solta folha no vento...
Eu sou cada momento
Este mergulho inspiro
Digo: Você meu Ópio!
Acabei de deixar... depois de ler a Ibernise  |
Que maravilha
a interação entre os versos!
beijos poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Ago 09, 2007 11:47 pm |
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Trazido por comentário da Pupila, aproveito para agradecer a bela prosa da Ibernise e deixo poema que escrevi com endereço da leitura de onde...
Fica legível a intersubjectividade e intertextualidade da escrita, melodiemos...
http://recantodasletras.uol.com.br/audio.php?cod=3778
MELODIA [(NÃO) DI]REI...
Melodiarei... o dia rei do encanto da luz
a transportar as horas como uma leitura
onde apuro gozo e gosto das sensações
na alquimia da química da alma aberta
à importância das águas para a luz poder
brilhar em reflexos infindáveis das cores
suspensas do arco-íris cobrindo a Terra
num planetário prazer das descobertas
navego caravelas de vê-las com as velas
adejando asas dos homens procurando
voar sobre as águas sonhos náuticos
olho um quadro na parede onde ancoro
esta viagem de palavras seguindo poesia
onde a Índia pertence a índios do Brasil... |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Mai 02, 2008 8:40 pm |
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… puro acto de inspiração!
SENTIR E VIVER
haver um dia por ano
em que acordo e recordo
estar num aniversário
da Revolução dos Cravos
faz-me apetecer escrever
não o que os versos são
mas tudo o que podem ser
tentando soltar poesia no ar
para poder sentir e viver
o puro acto da inspiração!
TRANSPIRAR O CORPO
haver um dia por ano
onde regresso à inocência
do prazer da LIBERDADE
feita apenas em alegria
com a mocidade que vivi
não o que os versos são
quando se escrevem só
vividos sobre um papel
sem transpirarem corpo
por todos os poros pele!
PARTILHAR E COMPOR
haver um dia por ano
a partilhar e compor
toda a alma colectiva
de quem viveu a data
sem deixar diluir o ser
não o que os versos são
feitos numa brevidade
fôlego dum fogo aceso
na energia da memória
onde história se escreve!
34 ANOS DEPOIS
há este dia todo o ano
em que acordo e recordo
não o que os versos são
mas tudo o que podem ser! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Ibernise M. Morais Silva
Mensagens: 1033
Localização: http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net
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Enviada:
Sex Mai 02, 2008 10:43 pm |
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Querido Poeta Francisco Coimbra.Que prazer este seu retorno, sou fã de seus versos, inteligentes num jogo de linguagem fantástico. Saúde e paz amigo. Em breve farei as leituras com deliciosa calma. Bj.Bye.
Ibernise |
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Duplamente anjos, são arcanjos... |
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Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
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Enviada:
Sex Mai 02, 2008 11:31 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
… puro acto de inspiração!
SENTIR E VIVER
haver um dia por ano
em que acordo e recordo
estar num aniversário
da Revolução dos Cravos
faz-me apetecer escrever
não o que os versos são
mas tudo o que podem ser
tentando soltar poesia no ar
para poder sentir e viver
o puro acto da inspiração!
TRANSPIRAR O CORPO
haver um dia por ano
onde regresso à inocência
do prazer da LIBERDADE
feita apenas em alegria
com a mocidade que vivi
não o que os versos são
quando se escrevem só
vividos sobre um papel
sem transpirarem corpo
por todos os poros pele!
PARTILHAR E COMPOR
haver um dia por ano
a partilhar e compor
toda a alma colectiva
de quem viveu a data
sem deixar diluir o ser
não o que os versos são
feitos numa brevidade
fôlego dum fogo aceso
na energia da memória
onde história se escreve!
34 ANOS DEPOIS
há este dia todo o ano
em que acordo e recordo
não o que os versos são
mas tudo o que podem ser! |
E eles e teu acto de inspiração,
podem ser tudo!
Que bom vê-lo por aqui poeta!
beijos poéticos |
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MAÍSA CRISTINA *Pupila
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Mai 03, 2008 5:04 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Mai 04, 2008 3:42 am |
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| Ibernise M. Morais Silva escreveu: |
Querido Poeta Francisco Coimbra.Que prazer este seu retorno, sou fã de seus versos, inteligentes num jogo de linguagem fantástico. Saúde e paz amigo. Em breve farei as leituras com deliciosa calma. Bj.Bye.
Ibernise |
Venho agradecer, votos de Bom Domingo! Bjs |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
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Enviada:
Qua Jun 04, 2008 2:50 pm |
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Esperando mais trabalhos teus...
beijos poéticos!
*Obrigada por sua adesão ao Post Único! |
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MAÍSA CRISTINA *Pupila
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Jun 05, 2008 4:37 pm |
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AO SOM DAS ONDAS
passo o tempo com o vagar do prolongar
com vagas que ficam na esponja da areia
onde esta embebe o azul até o secar todo
enquanto o mar não regressa nas ondas
umas a seguir às outras sem interrupção
nem pressa de parar o que se perpétua
sempre para sempre continuar sem falha
numa regularidade de marés com a lua
a cada momento durante todo o tempo
durante a duração com sua continuação
sem limites seguindo espaço delimitado
orla de todos os mares e demais oceanos
indo daqui a outro lado em qualquer sítio
com toda a possibilidade de aqui voltar
onde fico na onda dum verso solto s_alto! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Jun 06, 2008 7:02 pm |
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Querida Luísa Porto,
Depois de ler es_se poema
"Desaparecimento de Luísa Porto",
Carlos Drummond de Andrade
I
Li e custou continuar
A ler o que estava lendo
«Pede-se a quem souber»…
Você sabe, foi um choque
Do qual tentei recuperar
Ainda antes de sentir
Mais profundamente
Suas consequências
Pois meu coração
Abalou a bater no peito
II
Reuni a coragem necessária
Para acabar de ler ainda
E apenas uma primeira
Estância de versos simples
Onde adorei ler o nº 48
Da sua porta de rua
Como se me quisesse
Distrair com um pormenor
Antes de minha consciência
Exigir ainda não sei o quê
III
Enquanto pensava se queria
Saber o resto da notícia
Comecei a escrever
Quase como quem sonha
Ter uma emoção estranha
De espectador de novela
Coisa que nunca fui ou sou
Por falta de tempo julgo
Até ler todo es_se poema
Grudado às suas imagens
IV
Tanto penso que é assim
Que comecei a escrever
Esta novela inspirado
Por tamanha tragédia
Que minha imaginação
Logo começou a reclamar
Pois eu conheço você
Sei que não iria abalar
Deixando sua mãe só
Sem um motivo impossível
V
Foi esta impossibilidade
O que mais me chocou
Ao mesmo tempo anima
Leva a procurar palavras
Como quem quer ler sina
Na palma de mão ausente
É que estou tão triste que
A tristeza já sou eu dela
Você onde está onde foi
Onde estará minha bela?
VI
Pois é fiquei ainda sabendo
Pedirem para você escrever
Mandando dizer onde está
Coisa nada fácil de se crer
Para quem acredita escapar
À sua vontade o que possa
Ser fazer dar voltar ao lar
Tudo isso e todas as coisas
As água dum rio me deixem
Dizer como vejo a vida
VII
Ficou na margem olhando
As águas a correrem fundas
Rápidas e tão profundas
Impossível atravessar o rio
Nele se prendem os olhos
Fixos a hipnose na hipótese
O que te impede impele a
Não sei o quê mas sei o que
Acontece que você aí parou
Porque a margem a prende
VIII
Três meses é muito tempo
Mesmo para quem imagina
As causas naturais possíveis
Ter ficado de esperanças
Esperando nascimento para
Voltar de criança nos braços
Sem querer explicar mais
Que dizer o filho é muito meu
"Espero goste do seu neto"
Dirá estendendo-o à Vovó?
IX
Terá sido o seu bom génio
Aliado à sua correcção natural
A evitar qualquer confronto
As coisas são como elas são
Depois a serem nada há mais
Para dizer que já aconteceram
Pelo que acredito ainda muito
Poder ser esta a sua causa
Uma necessidade a aguçar
Engenho que a pôs à nora?
X
É só o que posso eu desejar
Para tranquilizar a sua mãe
Dizendo que a vida continua
A esperança é a última a ir
Você vai voltar trazendo bem
Na mesma o sinal de nascença
Quanto à criança é parecida
À avó nos olhos amendoados
O que fará sorrir de felicidade
Sua velha progenitora chorosa
Francisco Coimbra |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Jun 14, 2008 12:50 am |
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LUZ ACESA
«Amor é fogo que arde sem se ver»
Labareda acesa luz dum sentir
É chama chamando além do doer
Até de intensa nos fazer ganir
Irá querer o amor deixar de ter?
Certo e sabido não ser criado
Sabido decerto não obedecer
A quem nele acaba enredado
Pois é bom dizer ser este um fado
Onde ainda cante não espante
Ficar calado o céu estrelado
Enquanto distraído vou a compor
Sinto dentro de mim sol radiante
A rimar ao luar o doer da dor! …
http://ecosdapoesia.net/camoes/painel_de_sonetos.htm
10 de Junho de 2008 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Jun 15, 2008 1:00 am |
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VOLTANDO
à Joana Sousa Freitas
I – caminhar para o infinito
Versos a caminhar para o infinito
Na lentidão dum vagar onde em vez de escrever penso
Deixar que aconteça um ricochete nas margens da folha
[voltando ao início
Onde comecei.
II – esperando
Distraio-me contudo a olhar
[esperando
Não sei o quê
(faço as margens imaginárias da folha
esperando…).
III– música
Voluntariamente tento pensar que…
Em vez da melodia
Procuro uma música atonal
Serial repetitiva…
(caminhar/ esperando/ música// para o Infinito…) |
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Walter Medeiros
Mensagens: 483
Localização: Natal - RN
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Enviada:
Qua Jun 18, 2008 4:21 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Jun 19, 2008 12:59 pm |
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ENCONTRO
ao Walter Medeiros
No dia de hoje resolvi
Procurar este encontro
Feito a versos brancos
Apenas até chegar aqui
Agora uso uma rima ter
Como uma árvore tronco
Em plano ou barrancos
Onde a planta acontecer
Conto contar até quatro
Indo eu sem arrancos
Que a dormir não ronco
Nem procuro o teatro
A Poesia faça sonhar
Nunca nos saiba pouco
Muito de Poeta e Louco
Sempre dê ao encontrar |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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