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josefelix
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Sex Jul 18, 2008 11:45 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
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CRITICA LITERÁRIA
Analisar um texto, qualquer ele seja, para o criticar, é começar a transformá-lo em “literário”. Essa qualidade advém de como é dado a ler, a forma que lhe é dada não é toda escrita. Um texto é mais que (a) escrita, é pretexto para (a) comunicação.
A sinalética que utilizo faz parte duma apresentação, permite dar leitura ao acto. Deste o título, até às palavras utilizadas, a atenção procura a critica porém é “literária” a qualidade que determina a existência duma “critica literária”. Ela, a critica literária, analisa todos os textos sem excepção, não se distingue pelos géneros.
A critica literária tornou-se também ela um género literário, quanto ao meu texto, este é um comentário.
O Assim ajudou, expressando opinião? Publiquei O_PINIÃO.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=31904#31904
Critiquei e corrigi, o último verso da quadra de ontem: «tu do Tempo des(a)fias». Do tudo resultou outro todo; desfias/desafias, tu (e eu) do que se queira, possa e consiga.
Só depois percebi perder no título, “GEO_GRAFIAS”, mas ficou feito… |
meu caro francisco
O texto que eu coloquei na lista Escritas sobrevém de um arrazoado colocado por por uma pessoa acometida de um acto de loucura. Apareceu no meu blogue e disse-o, ipsis verbis "que iria fazer-me a mesma coisa que tinha feito a uma autora de um blogue no sapo". Sucede quer a autora do blogue no sapo roubou-me o cérebro criando um blogue com o mesmo título e com a mesma epígrafe, essa tão minha como o direito de propriedade da minha casa. Mais, e disse-o, prefiro que me roubem a casa, o carro, a caneta; o cérebro, nunca. Movi um conjunto de pressões e influências até que a autora do blogue se retractou e corrigiu a falcatrua.
É aí que aparece, cerca de 60 dias depois, a outra personagem com a ameaça que está devidamente gravada no meu sistema de mensagens e, por isso mesmo, tenha abrandado a cruzada contra mim, tendo criado, propositadamente, um blogue «anti-Félix». Coisas que só o Demo tece.
Depois acometeu-se a fazer crítica, dizendo ela que é literária, aos meus poemas. Ora, para se fazer crítica literária, hoje em da, é preciso estar munido de alguns acessórios imprescindíveis para o exercício da análise crítica. O que eu reparo? A pessoa em questão ainda se serve do cânone e dos paradigmas do século XIX.
De qualquer modo deixei de lhe responder por não advir dali qualquer tipo de ensinamento ou aprendizagem.
A crítica literária é, como bem dizes, a análise de um texto literário. Se não se considera literário, então, porquê analisá-lo? Há uma falha na crítica cujo ponto alto de classe e conhecimento acabou com o Jacinto Prado Coelho. Nem o filho Eduardo aprendeu com o pai. Vendeu-se às editoras, principalmente, e ultimamente, à Temas e Debates, para fazer o panegírico dos autores publicados por aquela editora.
Análise crítica e crítica literária é saber dar a um texto o valor necessário para que dele se retire a littera pura da linguagem exposta.
José Félix |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Sex Jul 18, 2008 11:14 pm |
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14
NEM TE CONTO NEM TE DIGO
Um momento das minhas férias que me tenha marcado?
Imagina uma cidade linda à beira-mar, viaja em imaginação se não poderes ter a sensação física. Não esqueças que me pediste uma história, vou tentar fazer um conto. A cidade fica numa ilha vulcânica, é capital, tens tudo para imaginar uma Utopia. Na ilha há um vinho generoso de renome, chegámos à Madeira!
É uma ilha que funciona como um Paraíso na Terra para quem está de férias, foi aí que estive. Aí te quero levar a uma das casas que convidam os turistas a fazer uma prova dos seus vinhos, na expectativa de que o turista os conheça e adquira. Foi aí que ergui um cálice dum vinho cujo aroma aspirei e fechei os olhos instintivamente para melhor o apreciar, virei-me para a porta para ficar virado para o maior foco de luz. Vi-a entrar e ergui o cálice para a saudar, ela reparou!
Foquei-me de novo para o interior do cálice, voltei a aspirar para me inspirar e bebi. Bebi com prazer, desmedido prazer, a mulher soube-me a Sol e sumo de uvas amadurecidas na arte antiga e artesanal dos vinicultores. Prepara-te, vou tentar fazer poesia: sonhei aquele momento como se fosse infinito, até me doeu o coração!
Pousei o cálice, dirigi-me à jovem que me tinha servido e disse: – Garante-me uma garrafa onde vou encontrar o sabor do vinho que acabei de beber? Deu-me o nome do vinho, o ano, garantiu-me não haver, não poder haver diferença entre o vinho engarrafado e aquele que acabara de me servir. Distrai-me da mulher que acabara de cumprimentar, como se aquele vinho fosse a minha descoberta daquele momento e voltei a fazer outra pergunta: – O facto deste vinho estar arejado, ter sido decantado, estar aqui a ser servido, isso não alterará as suas características enológicas?
A rapariga, bastante jovem, talvez de férias e tendo ali uma actividade casual, respondeu cabalmente a minha dúvida. Disse: – Não, está a ser servido dum vinho cujo arejamento não irá influir e alterar substancialmente as suas características, não é como os vinhos de mesa, este é um vinho generoso, um néctar! Agradeci, pedi duas garrafas.
Por esta ocasião já estava a pensar de novo na bela estrangeira que cumprimentara erguendo o cálice, procurei-a e dou com ela a erguer um cálice e brindar-me enquanto virava o cálice dum trago. Fechou os olhos e vi o seu longo pescoço, a beleza dos seus malares largos, a boca que parecida um fruto maduro, vermelha e carnuda. Sorri; dei atenção às garrafas que fui pagar, a uma caixa discreta atrás do balcão do que parecia um bar corrido numa garrafeira.
Quando peguei nas garrafas fui ter com a estrangeira, apresentei-me e disse: – Uma das garrafas que levo quero abrir e prová-la contigo, quero ver se recupero o momento do brinde que fiz e se o consigo satisfazer bebendo contigo. Ela disse como se chamava, e estar com uma amiga que vi estar a ser atendida por um jovem bastante entretida. Combinei ir sentar-me na esplanada em frente, ficando à espera dela. Ficou combinado.
Fui-me sentar na esplanada e tentei escrever um poema, digo: tentei, pensei nisso. Acabei por pedir um café e saboreei, não demorou muito vi a minha valquíria vir ter comigo. Tinha acabado de beber o café e levantei-me para a cumprimentar, o que aconteceu como se nos estivéssemos a rever sendo já conhecidos. Ela deu-me um beijo na boca, perguntando se íamos ficar ali? Ao que perguntei se não esperava a amiga, perante a sua negativa resolvemos passear.
É aqui que este conto veio dar e é aqui que não fazes ideia do que irá acontecer, imagina? Estava uma tarde maravilhosa, eu tinha imaginado um poema onde iria cantar a energia e força dos navegadores vikings ambicionando encontrar as valquírias; isto já te dá alguma ideia? Vou imaginar que dizes que sim, continuando a ambicionar o que aconteceu!
Aproximou-se uma irmã gémea da gémea com quem ia passear, era irmã gémea da gémea que. Pelos vistos, era gémea. Em vez de ser eu a levar a valquíria a conhecer o meu quarto de hotel para lá deixar as garrafas, levaram-me para o quarto delas que era mais próximo. O resto, nem te conto nem te digo!
Em férias, ainda com mais razão, libertem a imaginação!
Publico TEORIA(S), acabada(s) de ser sentida(s) e assinada, Assim. A seguir escreveu NÓS, é uma noz para juntar a TEORIA(S)? Acho que é a melhor teoria de todas, o Amor pelo Amor faz mais sentido que “a Arte pela Arte”.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=31918#31918
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33555#33555 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Sáb Jan 17, 2009 1:16 am, num total de 2 vezes |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Seg Jul 21, 2008 4:15 pm |
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VOLTA A DAR
A única forma de fazer uma coisa sem esforço e com prazer, é ter gosto em fazê-la e ela sair bem. Se o “ter gosto” já é ou pode ser inexplicável só de pensar explicar o “sair bem” sem ter um outro alguém a ajudar a aferir critérios para julgar o nosso juízo sobre o fruto duma nossa actividade (“com mil milhões de sabores”…) é ou pode ser…
Escrito isto (tudo/nada), não vou explicar nada. Embora esteja com veia de fadista falhado, apetecendo-me lamentar não ter já feito o que agora já não é o mesmo que ter feito na Hora, na hora H.
Vou fazer com esforço o que queria ter feito sem qualquer esforço, com alegria, entrega, boa disposição. Sem que me pergunte porque não há-de ser feito dessa forma e não tenha resposta, a não ser, aparentemente, uma só: gostava de já ter feito.
Quando temos tendência para a insatisfação pode não haver solução possível, nada é perfeito e a insatisfação é coisa garantida. Raramente há motivos para a insatisfação. Melhor, nunca há motivos para a insatisfação. Quando estamos insatisfeitos há qualquer coisa que não está feita, logo, não há tempo para estar à espera. Espera. E se tivermos tempo e não tivermos a possibilidade de fazer? Sim, há sempre possibilidade de ser ou ficar insatisfeitos. Não há volta a dar, somos o resultado do que somos: ser(es) satisfeitos ou insatisfeitos?
Voltei… o poema que vou publicar, do dia de ontem e relativo ao dia de ontem, é para todos os dias DIA DO AMIGO {realizo a Poesia, neste poema, fruto dum “comércio” com a vida, uso o & comercial!} & REGISTO do Assim.
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33565#33565 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Dom Jan 18, 2009 5:15 am, num total de 1 vez |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Qui Jul 24, 2008 8:15 am |
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ENCHER NÚMEROS
Hoje decorre o 206º dia dum ano bissexto, este a decorrer.
Este dia onde aqui o Este é a nascente, onde nasce o Sol. Lês-te a ler este e Este, este aqui, Este a Leste. Venho escrever até 99, altura em que chegarei a cem sem chegar a 100, já incluí o 0.
Esta é a escrita onde me entretenho, deixando dos dias coisas escritas em + estes = nestes dias.
Só existem expressões numéricas de quantidades e a expressão escrita da qualidade é o adjectivar onde a expressão escrita vale o que vale, a qualidade que se lhe atribua. Ao dar atenção à quantidade, garanto a qualidade duma certeza Matemática de ordem, continuidade e correcção? Junto esta questão às que farei no próximo número! Vou-me entreter a preencher números…
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33616#33616 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Sáb Jan 24, 2009 3:15 am, num total de 2 vezes |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Qui Jul 24, 2008 8:55 am |
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FINALMENTE TUDO
Ter a noção de que uma coisa começa e a mesma acaba, dá-nos a diferença entre o nada antes do começo, alguma coisa depois, e finalmente tudo: o que acaba.
A ideia de tudo que acaba ser o que existe é a matéria de que é feito o Universo, o qual, de acordo com os físicos, acabará por morrer. Assim como agora se expande, acabará por entrar em colapso. Bonito, belo, magnificas ficam as bases Matemáticas de todas as premissas: para quem vai à missa ou mesmo sem isso, Deus não teve inicio e não terá fim, Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade, Ámen!
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33630#33630 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Dom Jan 25, 2009 3:47 pm, num total de 2 vezes |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Jul 25, 2008 4:13 pm |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Dom Jul 27, 2008 7:43 pm |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Ago 02, 2008 1:49 am |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Ago 03, 2008 1:59 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Ago 08, 2008 3:05 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Ago 09, 2008 1:42 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Ago 11, 2008 7:46 pm |
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24
ESTADO BRUTO
Às vezes há uma história que não está contada, só contando com uma personagem se pode contar com uma explicação que ela possa trazer. Se fizeres da personagem criação tua, será possível conhecê-la mesmo antes de nascer. O melhor, mesmo extraordinário, é a explicação ser a que queiras. Querendo tu, não encontrando explicação alguma, só tens de pensar como se o personagem fosse uma peça dum jogo. Resolvendo movê-la e colocá-la no mapa, bastará dizeres: – Aqui está a bandeira colocada junto do buraco nº, inventas um número.
R é narrador, inventou para si a designação “narradoR”, vê-se narrado naquilo que escreve? Não necessariamente e necessariamente isso pode acontecer, é necessária a mente para deslindar todos os casos possíveis da relação que se estabelece entre escritor e escrita, entre produtor e produto. Aqui deixo apenas um comentário em “estado bruto”, texto para assinalar a assinatura do R.
Publiquei ILUMINAR ÀS CEGAS + “MÚSICA DE OUVIDO”
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=32170#32170
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33707#33707 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Dom Fev 08, 2009 4:08 am, num total de 2 vezes |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Ago 12, 2008 7:29 pm |
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25
Cara amiga,
Melodia Estrutural de um Beija-Flor
http://varellbrazil.multiply.com/video/item/9
todos os meus poemas gosto de imaginar, gostaria de poder dizer, serem filmes: imagens sucessivas, captando movimento. Às vezes breves palavras, o meu poema ícone SE/se, uma palavra repetida mudada moldada dada da sua concepção para a materialização da matéria nela representada: sons n(u)a nua forma escrita dos assumir escrita música, diferente da escrita musical, letras duma letra: canto poético duma poética tão antiga que nos leva à origem, (a) nossa necessidade de invenção (da) escrita.
Cara amiga, imagino-me sempre a escrever para uma cara amiga. Quando a encontro, vendo-a ou imaginando, sentindo, lendo nos seus traços… procurando nas suas letras, é sempre um encontro!
Obrigado e agradecido pelo comentário da Fátima Varela hoje, um hoje que “hoje” sempre será: meu agrade_cimento (cimento:betão). Obriga_dão!...
Da importância dos outros para o nosso desenvolvimento e envolvimento com a Língua que usamos, com a escrita que interiorizamos para com ela nos exprimirmos, fui buscar e publiquei um poema de ontem, motivado num desafio para um poema colectivo com a seguinte epígrafe:
CARTA EM NOVEMBRO
"Amor, o mundo
de repente muda, muda de cor. A luz da rua
perpassa por entre as vagens de laburno
que lembram a caudas dos ratos, às nove da manhã
é o árctico” (Sylvia Plath)
http://br.groups.yahoo.com/group/Escritas/message/168590
http://escritas.paginas.sapo.pt/
Abraços (ninho de “boas ondas”)!!
Publiquei A ILHA É NINHO NO MAR
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=32180#32180
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33716#33716 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Seg Fev 09, 2009 11:39 pm, num total de 1 vez |
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Fatima Varella

Mensagens: 268
Localização: SJCAMPOS-SP-BRASIL
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Enviada:
Ter Ago 12, 2008 9:00 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
25
Cara amiga,
Melodia Estrutural de um Beija-Flor
http://varellbrazil.multiply.com/video/item/9
todos os meus poemas gosto de imaginar, gostaria de poder dizer, serem filmes: imagens sucessivas, captando movimento. Às vezes breves palavras, o meu poema ícone SE/se, uma palavra repetida mudada moldada dada da sua concepção para a materialização da matéria nela representada: sons n(u)a nua forma escrita dos assumir escrita música, diferente da escrita musical, letras duma letra: canto poético duma poética tão antiga que nos leva à origem, (a) nossa necessidade de invenção (da) escrita.
Cara amiga, imagino-me sempre a escrever para uma cara amiga. Quando a encontro, vendo-a ou imaginando, sentindo, lendo nos seus traços… procurando nas suas letras, é sempre um encontro!
Obrigado e agradecido pelo comentário da Fátima Varela hoje, um hoje que “hoje” sempre será: meu agrade_cimento (cimento:betão). Obriga_dão!...
Da importância dos outros para o nosso desenvolvimento e envolvimento com a Língua que usamos, com a escrita que interiorizamos para com ela nos exprimirmos, fui buscar e publiquei um poema de ontem, motivado num desafio para um poema colectivo com a seguinte epígrafe:
CARTA EM NOVEMBRO
"Amor, o mundo
de repente muda, muda de cor. A luz da rua
perpassa por entre as vagens de laburno
que lembram a caudas dos ratos, às nove da manhã
é o árctico” (Sylvia Plath)
http://br.groups.yahoo.com/group/Escritas/message/168590
http://escritas.paginas.sapo.pt/
Abraços (ninho de “boas ondas”)!!
Publiquei A ILHA É NINHO NO MAR
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=32180#32180 |
Francisco
Então resolví atracar meu barco por uns momentos nesta ilha ninho,escutando e lendo acalantos de ninar.
E agora continuo minha viagem...
Boa noite,aqui no Brasil,Coimbra e muitoobrigada
fatima varella |
_________________ suas palavras me despertam...seja bem-vindo
POEMA VISUAL:
http://www.poemavisual.com.br/html/show_poeta.php?id=114
VIDEO POESIA:
www.youtube.com/varellbrazil
PROJETO MACROMICRO:
http://www.varellbrazil.multiply.com |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Ago 19, 2008 3:48 pm |
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26
NU OLHAR
Com prazer me inspirei em foto do dia 11, daqui sorrindo com a possibilidade de dizer onde encontro a origem duma emoção; poética: nu olhar.
Um comentário, o texto escrito; um pretexto, comentar; um motivo? Apenas votivo, como a crença dos crentes, para isso digo: creio.
Por vezes desfaço os poemas, procurando deles fazer prosa. Procurar das pétalas a corola, da corola a cor da flor, da cor aroma, no aroma… amor?
«teu peito uma mistura de emoções,/ não se compadece com a imagem/ duma fotografia; tirada ela fosse/ com pormenor irrepreensível:/ como mostraria meu sentir?»
«pelo teu peito em meu peito/ tiro as palavras feitas emoção/ até a despir duma lógica outra/ nesta retórica da descrição pura/ onde apuro os versos: em apuros!»
«só deixo visual a Língua no poema?»
O sentimento é a explicação inexplicável das emoções, talvez sim: assim seria inexplicável explicação?
Publiquei POEMA VISUAL junto de quem os faz, com prazer o fiz!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=32273#32273
Súmula:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33100#33100
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33729#33729 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Qui Fev 12, 2009 9:46 pm, num total de 1 vez |
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