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Mensagem |
Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Out 26, 2008 10:58 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Nov 01, 2008 12:00 am |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Nov 01, 2008 12:08 am |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Nov 01, 2008 10:18 pm |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Nov 02, 2008 5:36 pm |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Seg Nov 03, 2008 11:01 am |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Nov 04, 2008 2:33 pm |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Sex Nov 07, 2008 9:30 pm |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Sáb Nov 08, 2008 2:04 pm |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Dom Nov 09, 2008 11:22 pm |
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DISPONÍVEL
o polegar oponível
o descoberto segredo
do nível dos hu_manos
o a_caso… responsável
do potencial de manipular
todos os versos deste poema!
{poema teclado com os polegares }
Assim
#
BOAS FESTAS!!
faço malha de letras
para fazer uma meia
pronta para o Natal!
apenas tendo a ideia
de ter o bom espírito
natalício como vitalício
desejo Boas Festas e Muitas Felicidades a todos os poetas ou escritores
para todos que sabem ler lerem para aqueles que não sabem ou para si
descobrindo onde pôr seu pé com desejo amor e muito boa disposição!
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=32964#32964 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Qua Nov 12, 2008 10:27 pm |
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O MUNDO DE REPENTE MUDA…
"Amor, o mundo
de repente muda, muda de cor. A luz da rua
perpassa por entre as vagens de laburno
que lembram a[s?] caudas dos ratos, às nove da manhã
é o árctico" (Sylvia Plath)
I
A ILHA É NINHO NO MAR
11.08.08
quero cantar com um sorriso
poisado sobre os ombros
mas sendo o seu papagaio
senhor duma gaia ciência
desfrutando frutos exóticos
a voar a minha imaginação
emplumada como serpente
alada e solta encimando
os dez mandamentos mais
todas as variantes possíveis
escrevo numa esplanada
explanando toda a mímica
onde os dedos das mãos
têm a coerência do corpo
até os pés serem pintores
fazendo da arte a presença
integral e completamente
maravilhosa igual ao mar
rodeando a ilha onde vem
fazer ninho na rebentação
II
A AVE É ILHA NO MAR
11.09.08
«o mundo de repente muda»
volto onde deixei o poema
apanho as palavras e movo
no interior do ovo a espera
onde a esperança aguardou
uma ave está pronta a partir
para descoberta do exterior
à casca partida onde ela sai
numa novidade constituída
por cada coisa em todas elas
a ave é como ter o vulcão
da ilha entrado em erupção
III
PENSANDO VERSO
13.10.08
a linguagem metafórica
acompanha os pés na água
sobe da espuma às ideias
fazendo seu o movimento
onde os versos voam as asas
pássaros que passam o azul
atravessando do ar o mar
singrando céu no horizonte
onde poiso os meus olhos
pensando versos do poema
IV
VERSOS PENSANDO
12.11.08
«o mundo de repente muda»
volto onde deixei o poema
para lhe dar mais uma volta
as palavras transportadas
em nada já são exteriores
depois de levadas pela lava
onde agora se dão expulsas
no movimento trazido nu
às sensações de as sentir
sou no meu olhar o voo
onde mergulho de longe
como se viesse dum ovo
iniciado vida pela dádiva
de viver de toda a poesia
o dever a assentar devir
(um ciclo onde se prova
… mais uma experiência) |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Dom Nov 16, 2008 10:25 pm |
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TUDO É ELEMENTAR
tal como uma folha movida
nos diz da presença do vento
elementar a compreensão
diz nu um verdadeiro verso
Assim
#
A ALUNAR O AMOR
«transforma-se o amor na coisa amada»,
Camões
olhando a Lua sentindo o amor em visita
esqueço-me de acabar os versos que
continuo até da poesia ir onde me incita
procurando fazer mais um poema que
possa dizer como o amor poisa na Lua
vindo do teu rosto a luz qual um luar
filtrado pela pele realidade mais nua
se sobre o papel desenho meu chegar
onde as sombras na Lua são o amor
lendo relevos onde vivemos o enlevo
entregues na poesia prazer sem dor
onde o soneto é a realidade vivida
de tudo que me prometo e te devo
como se escrevendo te desse a vida!...
#
LEMBRETE
toda a sensualidade feminina
me toca e vibra iluminando
o filamento rubro que ilumina
imaginação ao sangue dando
incha o meu estro logo túrgido
do corpo captando o Universo
a procurar ver dele ser ungido
pela tua presença a cada verso
como poder negar a evidência?
aquilo que sinto além Ciência
vive das raízes, capta essência!
é a beleza das palavras à letra
eliminarem consciência à treta
mais veloz a pé que lambreta…
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33055#33055 |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Qua Nov 19, 2008 11:06 pm |
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VENHO-ME DIZER ESCRITO
ejaculo a voz da fala em si
leio-te
a carne do poema
sinto-a e espremo-a pulsante
sangue e músculos sinto-os
do teu corpo em minha mão agora
enquanto acompanho
meus versos de teus versos
lê a tua imaginação
e da imagem deixa a poesia
beijar teus dedos
introduzindo a mão na boca
sentindo os teus lábios quentes
macios e cortantes como os dentes
lisos e frescos no calor do verbo
onde levo na língua
à tua boca e todo o corpo
o sentir de imagens imaginação
e já quase não é necessário
escrever o dizer a fazer-se escrito
onde verso no teu rosto este meu rasto
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=33114#33114 |
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Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Ter Nov 25, 2008 9:51 pm, num total de 2 vezes |
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Francisco Coimbra
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Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Nov 20, 2008 10:34 pm |
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MARIA ROSA {MIM}
as pétalas com teu aroma
secam tão bem que não secam
guardo-as como flores vivas
se ab_rindo na leitura são
como botões abertos
soltam no ar seu aroma inteiro
Assim
Ler
FOLHETINS DOS SONHOS IMPOSSÍVEIS
de Maria José Limeira
http://navblog.uol.com.br/comment.html?postFileName=2008_08-10_23_04_58-117535357-0&idBlog=1546270
Se não der este endereço, experimente:
http://maria-limeira.zip.net/
+
{+ 1} ABC
[A] CASA DO POEMA
(o caso é também ainda este:
precisamos da pausa… vírgula)
se vou estar à espera de saber
porque é que hei-de publicar aqui
levanto um problema
para o qual não tenho resposta
se não a procurar aqui.
é pois entre a interrogação
conjugada com uma afirmação
e a produção duma resposta aqui
que o poema define a sua p_rosa
o aqui é este lugar que se quer
construir como casa do poema
[B] SES
{faça de conta que está se repeti[n]do…}
queremos que as palavras tenham finalidade
temos de lhes dar Princípio (pode ser este)…
não temos pressa podemos pensar devagar
é muito mais fácil chegar ao Fim depressa
só quero fazer a conta que Deus fez basta
contar de um até três e fazer de conta…
[C] SEI
eu sei
aquilo
que só
eu sei
aquilo
que eu sei
é aquilo
que nem eu sei
aquilo que sei
é que nem eu
sou o que sei
somos os gomos
ao somar o eu
com outros |
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Francisco Coimbra
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Enviada:
Sex Nov 21, 2008 11:09 pm |
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