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Mensagem |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Ter Mai 27, 2008 10:26 pm |
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ROSA MARIA
Rosa Maria canta
A cantiga do amor
Roda a saia e balança
Na esquina a vapor.
Rosa Maria sussurra
No ouvido de alguém
Que o amor é saboroso
Quando se ama também.
Rosa Maria galopa
Pelas campinas a sonhar
Com a vida que espera
Quando seu amor achar.
Rosa Maria adormece
Envolvida em seu pensar
Na cantiga que cantava
Que de amor vinha falar.
Rosa Maria acorda
Com o sol a despontar
Apanha seus apetrechos
Para o dia começar.
Rosa Maria agora
É simplesmente ilusão
Pois a vida se completa
Na batalha em incursão.
Rosa Maria olha a paisagem
a filtrar,
As imagens do amanhã
Que vive a procurar
Um lugarzinho tranqüilo
Vendo o poente se por
Crianças cantarolando
A cantiga do coração.
E no terreiro a roseira
O beija flor vem pousar
E ao olhar o horizonte
Sente a lagrima rolar.
Levanta e cantarola
A cantiga de ninar
Roda a sai alegremente
Vendo o sol armazenar
A esperança criança
Diante do seu olhar.
E2RM
15/05/2008
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_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
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Walter Medeiros
Mensagens: 483
Localização: Natal - RN
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Enviada:
Qua Jun 18, 2008 4:54 pm |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Ter Jul 01, 2008 11:11 pm |
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SE ACASO O AMOR
Se acaso o sol se por
E o dia escurecer
Estarei sempre aqui
Esperando por você.
Se acaso o vento assoprar
E as folhas do outono caírem
Esperarei a primavera
Para poder sorrir.
Mas se acaso a saudade
Em meu peito vir doer
Vou esperar o amanhã
Para o amor renascer.
E se ainda assim
O inverno me abater
Estarei bem cociente
Que o verão vai me aquecer.
E quando a chuva fria
Molhar a terra devagar
Vou sentir a nostalgia
Da solidão que ficar.
Mas, no acaso caminhos
Cruzam sem esperar
Estarei sempre aqui
Para quando você lembrar.
E como acaso a lua
A noite vai iluminar
Inspirando a poesia
Para quando você voltar.
E2RM
30/05/2008 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
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Pupila
Mensagens: 4061
Localização: São Paulo
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Enviada:
Qua Jul 02, 2008 12:38 am |
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| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
SE ACASO O AMOR
Se acaso o sol se por
E o dia escurecer
Estarei sempre aqui
Esperando por você.
Se acaso o vento assoprar
E as folhas do outono caírem
Esperarei a primavera
Para poder sorrir.
Mas se acaso a saudade
Em meu peito vir doer
Vou esperar o amanhã
Para o amor renascer.
E se ainda assim
O inverno me abater
Estarei bem cociente
Que o verão vai me aquecer.
E quando a chuva fria
Molhar a terra devagar
Vou sentir a nostalgia
Da solidão que ficar.
Mas, no acaso caminhos
Cruzam sem esperar
Estarei sempre aqui
Para quando você lembrar.
E como acaso a lua
A noite vai iluminar
Inspirando a poesia
Para quando você voltar.
E2RM
30/05/2008 |
Rita
Um canto ao amor
quando intenso e verdadeiro,
serpá pioneiro em qualquer luar.
beijos poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
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Walter Medeiros
Mensagens: 483
Localização: Natal - RN
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Enviada:
Qua Jul 02, 2008 6:07 am |
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Lindo! Mais que belo. Algo na área da perfeição. Parabéns!
Walter
| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
SE ACASO O AMOR
Se acaso o sol se por
E o dia escurecer
Estarei sempre aqui
Esperando por você.
Se acaso o vento assoprar
E as folhas do outono caírem
Esperarei a primavera
Para poder sorrir.
Mas se acaso a saudade
Em meu peito vir doer
Vou esperar o amanhã
Para o amor renascer.
E se ainda assim
O inverno me abater
Estarei bem cociente
Que o verão vai me aquecer.
E quando a chuva fria
Molhar a terra devagar
Vou sentir a nostalgia
Da solidão que ficar.
Mas, no acaso caminhos
Cruzam sem esperar
Estarei sempre aqui
Para quando você lembrar.
E como acaso a lua
A noite vai iluminar
Inspirando a poesia
Para quando você voltar.
E2RM
30/05/2008 |
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_________________ Visite Poemas de CORDEL: http://www.rnsites.com.br/cordeis.htm |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Qua Jul 23, 2008 9:40 pm |
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LIVRE FEITO O VENTO
Sou livre feito o vento
Que voa solto ao relento
Sem lugar para pousar.
Sou como a folha seca
Que levada pelo vento
Não tem onde pousar.
Sou andorinha errante
Que voa sempre adiante
Para o verão procurar.
Sou como a nuvenzinha
Que rasante e bem cheinha
Suas águas vêm jogar.
Sou como a pluma leve
Flutuante e singela
Pairando livre pelo ar. |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Qua Ago 06, 2008 11:18 pm |
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VELHOS SONHOS
Velhos sonhos que se afloram
Nas frias noites sem sol
Como a neve que encobre
Campinas de girassol.
Velhos sonhos que aportam
No entardecer do amor
Como o horizonte sem vida
De quem perdeu o calor.
Velhos sonhos de criança
Sem amanhã, sem lugar
De uma juventude esquecida
Sem ter o que esperar.
Velhos sonhos de uma era
Velhos sonhos que sonhei
Velhos sonhos que acordam
A esperança e o amor.
Velhos sonhos, velhos tempos
Velho mundo a renascer
Como a brisa que molha
A aurora do alvorecer.
E2RM
12/05/2008 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
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Pupila
Mensagens: 4061
Localização: São Paulo
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Enviada:
Seg Ago 18, 2008 9:39 pm |
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| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
VELHOS SONHOS
Velhos sonhos que se afloram
Nas frias noites sem sol
Como a neve que encobre
Campinas de girassol.
Velhos sonhos que aportam
No entardecer do amor
Como o horizonte sem vida
De quem perdeu o calor.
Velhos sonhos de criança
Sem amanhã, sem lugar
De uma juventude esquecida
Sem ter o que esperar.
Velhos sonhos de uma era
Velhos sonhos que sonhei
Velhos sonhos que acordam
A esperança e o amor.
Velhos sonhos, velhos tempos
Velho mundo a renascer
Como a brisa que molha
A aurora do alvorecer.
E2RM
12/05/2008 |
lindo despertar da esperança...
beijos poéticos |
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MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Qua Ago 27, 2008 11:41 pm |
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SOMOS A MESSA DE UM MUNDO
Somos a messa de um mundo errante
Onde o sol se põe no horizonte
Onde a vida passa entre a fresta
De uma janela entre aberta
Onde vemos o luar.
Somos a messa de povo eleito
Pelo medo do apego de fantasias
popular,
Somos a parcela da culpa
Dos problemas de um mundo
Que cada um tem seu lugar.
Somos a montanha que surge
Ou grito escuso do aviso
Que ecoa em algum lugar.
Somos a passarela descrita
Ou o beco sem saída
De alguém a soluçar.
Somos o tudo, ou nada
Somos o caminho e a estrada
Somos a vida a buscar.
Somos filhos, somos pais
Somos irmãos e não mais
Somos destinos a traçar.
Somos o vento que canta
A guerra que nos espanta
Ou a esperança de chegar.
Somos a fé que alimenta
A poesia que encanta
A cada palavra citar.
Somos a nostalgia que oprime
A alegria que redime
Somos o amor, somos paz.
Somos passados e futuro
Trazemos o fim do mundo
Ou deixamos DEUS entrar.
Somos verdade ou mentira
Somos planície arredia
Ou oceano a galgar.
Somos a brisa da manhã
O sol que vem aquecer
Somos o presente que alenta
Somos saudade que assenta
Somos o tempo de amar.
E2RM
26/08/2008 |
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Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Sex Set 19, 2008 12:28 am |
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LAMENTOS DO CANTO
Como lamentos meu canto
É a voz a se calar
Como o silêncio da noite
Que a alma chora a soluçar.
E no pernoite a pagina
Que a melodia compôs
Fala do sofrimento
E da solidão que restou.
Como o feto que morre
Sem a cantiga ouvir
Do acalanto da vida
Nos braços do existir
Acalma o corpo sentido
Ao som do hino a zumbir
Como o balanço do vento
Que leva a semente sem fim.
Canta a gralha solitária
No galho que já secou
Como a poesia que o homem
Seus versos não recitou.
Canta a tristeza contida
Canta o amor que se acabou
No além da eternidade
No sonho que assimilou.
E no lamento esquecido
O espírito transportou
O som da vida perdida
No horizonte sem flor.
E2RM
9/09/2008 |
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Renasce a flor da vida
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RITA |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Sáb Set 27, 2008 12:27 am |
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AMOR E PAIXÃO
Siga-me por entre as euras
Que a vida eleva ao meu sentir
Sobre a cascata de um véu que expande
Anomalias de
um véu prazer.
E sob a densa claridade, que brilha a luz
Do amanhecer, sob a vitrine iluminada
Vejo o reflexo do meu viver.
No leme adiante que a barca vai
Que o crepúsculo vai ofuscar
Inebria a alma do peregrino errante
Que busca ao longe um simples coração.
E na espessura de cada célula
Que atinge o corpo na fusão
O sangue corre por entre as veias
Que segue sempre a direção.
Da pobre alma que chora só
Do pobre leito que o amor se fez
E que o coração sofre calado
A doce escória da traição.
Eleva-me ao paraíso
Faz de mim um ser a conter
Frases repletas de poesia
Para falar que amo você.
E como as euras se distanciam
A alma aflora-se na paixão
Sob a relva umedecida
Como sereno do coração.
Que se entrega em espírito
Atinge o êxtase na fração
Da beleza que existe
Quando se ama com paixão.
E2RM
19/09/2008 |
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RITA |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Qua Out 22, 2008 9:39 pm |
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CANTO DO VENTO
Aflora a voz trazendo a liberdade de ser
De alimentar a alma com poesias
E renascer a cada amanhecer.
No doce canto do vento que entoa
Que a vida é sonho é amar
Transcede a aventura vivida
E renova a levitar.
Sob o olhar que engrandece o verbo
Que se conjuga o amar
Paraíso enriquecido
Que perpétua além do mar.
Lá do céu a lua esconde
Enternecida a admirar
Corpos ardentes que se juntam
Sob a paixão que o enlevar.
/E no ninho aquecido
Pelo amor que aconteceu
Afoga-se a tristeza
No sorriso que nasceu
Nos delírios apaixonantes
Do mistério do amor
Que faz da vida a elegância
De a cada dia conhecer.
Embebeda a alma
Flutua além do sol
Viaja pelo universo
Entre as delicias de vél prazer.
E ao som do hino que o envolve
O amor se flui péla amplidão
Dos segredos que o impele
Além do horizonte a vencer.
E2RM
23/09/2008 |
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RITA |
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Pupila
Mensagens: 4061
Localização: São Paulo
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Enviada:
Ter Dez 23, 2008 10:58 pm |
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Que o Natal seja iluminado de esperanças e de amor
Agradeço pelo convívio poético de 2008!
Muita saúde, paz, amor, prosperidade e um POST ÚNICO repleto de muitos versos para 2009!
beijos poéticos  |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Qui Jan 22, 2009 11:10 pm |
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ORGIA DE AMOR
Vitrines iluminadas
Majestosa orgia de amores
Que sob a escuridão da noite
Atracam-se num indelével prazer.
Entre as cortinas fechadas
Portas e janelas trancadas
A vida aporta nas delicias do saber
Que lá fora a vida corre
Passos aumenta pelo vão
Buzinas e ventos se falam
No cálido tropeço do anoitecer
Mas lá entre as paredes cerradas
O amor se faz vencer
Entregam-se as alegrias
Esquecendo a guerra fria
Que nasce ao amanhecer
No sólido combate ao sistema
De problemas que é o lema
Que vivemos ao nascer.
E abraçados os corpos
Na junção que dá suporte
A paixão a se conter
Apaga se o candelabro
Acende a volúpia do pecado
Na chama a rejuvenescer
E a alma solitária e sofrida
Que feliz refaz o dia
No doce amor a ceder;
E2RM
24/10/2008 |
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RITA |
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RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
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Enviada:
Qui Jan 22, 2009 11:13 pm |
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VOZES DO MUNDO
Vozes que se misturam
Num turbilhão a emanar
Lembranças que atravessam
A mente num instalar
E em fração de segundos
Viajo em alto mar
Num oceano profundo
Sem rumo a procurar.
Viajo nos pesadelos
Sinto o vento balançar
Vejo reflexo do tempo
Movimentando o luar
E sob a relva macia
Adormeço a sonhar.
Galgo castelo de sonhos
Ficando a imaginar
O som do mundo em segundos
Na fusão que vai se dar.
E na linha imaginaria
Sigo sem pensar, que o amor
É o suplemento que fundi o céu
e o mar.
Como na era dos Deuses
Que selavam o altar
No silencio que reinava
Sob a luz do luar.
Mas misturam-se as vozes
Em meio à multidão
De um mundo atormentado
De gente sem coração
Que celebra a liberdade
Matando por ambição.
E viajando entre os mundos
Sentindo o tempo passar
Vejo o sereno da noite
Em riacho transformar.
Mas sentindo o movimento
Da terra a tremular
Como a cascata que corre
Buscando o grande mar
Intercalando os sons
Em ruídos a juntar
Como as vozes que ouço
De um mundo a reclamar.
E2RM
2/01/2009 |
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