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Mensagem |
Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Nov 13, 2009 10:59 pm |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Nov 14, 2009 12:05 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
PELO SEU PÉ
(+1 poema)
sem pressa
apanhando o fresco
num dia de sol
à sombra da bananeira
com um grande cacho
a amadurecer ao ar
passando do verde
ao amarelo
como podes imaginar,
tendo as bananas
todas juntas:
pelo seu pé unindo-
se
Obrigado, JSM e BB, bem vindos! Leiam:
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35740#35740 |
Francisco, é de uma leitura primorosa versos cheios de requinte fermentável. As várias possibilidades interpretativas, a variedade de sentidos, deixa aos leitores um horizonte aberto de traduções.
Mas uma vez traz uma obra de arte. Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Nov 14, 2009 1:17 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
POEMA PÓSTUMO
«se te queres matar
porque não te matas»,
Fernando Pessoa
(contagem decrescente)
0
esvaziou a alma
até descobrir o último
suspiro (doce)
imaginou um grito
em silêncio
começou a contagem
9
primeiro os pais
fizeram-no um filho
zero
até ele nascer
todo
pronto para (o) viver
8
a sua canção
era e foi prolongado
choro
de criança
órfã de afetos
com efeitos negativos
7
recordo um relógio
pendurado numa parede
cuco
a dar horas
de hora em hora
durante a noite também
6
um sorriso lindo
foi essa a sua primeira
paixão
uma criança
loira
longos cabelos finos
5
tudo o que tocou
foi como ter a escrita
numa mão
passava da pele
o corpo
como corpo no papel
4
tudo continuou
até desejar poema
póstumo
enquanto vivia
ainda
via-se ele póstumo
3
quando já tinha
apenas só mais três
desejos
desejou um quarto
vazio
para nele se morrer
2
sentando no chão
contou bem devagar
segundos
até adormecer
cansado
de estar a descansar
1
já não acordou
em história
contada
porque a vida
é um nada
zerou!
R(efectivamente)
(e_flexivamente)
(editorialmente!)
Conversa(s) 3
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35726#35726 |
Jamais deixaria de colocar minha pobre idéia nessa Obra. Por isso li e reli.
Por partes: ´
-Silenciosamente estando, o grito torna-se auditivo porque as almas encontram-se propícias à saída. Antenas suscetíveis.
- Viver é um ato de coragem.
- Efeitos negativos,eleva-nos. É a grande batalha.
- Cuco das horas marcadas eu tive. À noite também. Poucos nao tiveram. Marcava uma época. Tivemos! A cada um, uma tonicidade.
-Paixões são efémeras.
- A poesia inside.
- A vida é viva mesmo quando agonizante.
- A agonia é só.
-É mágico o face a face.
-Viver é um jogo. Joga-se e fica no zero a zero, ou...
- |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Nov 15, 2009 12:18 am |
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MAR A VI APAIXONEI-ME
1
um dos motivos porque gosto de mim
é conseguir ser a Mim dos sonhos
do Assim
o que, diga-se passagem,
faz-se “na boa”
escrevendo maravilhosamente bem!
2
espeta-se (se a si) uma bandarilha
I e o bicho acorda
a tua alma?
deixas que se transforme
I ficas feita
I é uma grande e suculenta…
3
açorda! acorda estremunhada e continua
a dizer para ti mesma, tu és…
com a Paz!
a besta rabia e dá(s) voltas
na cama, acalma
quando abres as pernas estás perdida.!.
4
mar a vi apaixonei-me
era eu a poetisa dos seus versos
simples e sumarentos
dizia em duas ou três palavras
X multiplicidade da vida X
II (ii) parecia-me brilhar
5
autêntica pull onde as bolas entravam
todas em sequência em todos
os buracos duma mesa
eu sonhava com uma sequência
perfeita
acordava a dar letras aos buracos
6
cada buraco tinha de ter um nome
identificando cada destino
para as bolas
corriam brilhantes como espuma
limpa
a brilhar na ideia areias de praia
7
o sétimo buraco era um sétimo
sê-lo: coloquei (o)
nu centro
a mesa era eu nua
sem tirar nem pôr
disposta despida a sonhar tua!
8
uma lágrima de fogo
outra, outra, outra, outra, outra…
III (iii) ainda outra
tantas como o desejo e o corpo
dum homem
eu era a mulher-da-vida (dádiva *)
9
feliz e contente
nem faço ideia como te sentes
quando digo isto
quando peguei no lápis
para soltar grafite!
doeu-me de novo ( : ) a primeira vez
0
o espírito boiava sobre o corpo man…
sã mente, mansamente
mar-chão
uma calma tomou conta de mim
(i) escrevi
como vês a poesia nunca me meteu medo
* alguém a quem se paga para fazer amor,
eufemismo? As crenças devem ser como são,
cada um as têm.
Obrigadooo! BBrian
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35771#35771 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Nov 18, 2009 1:10 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
MAR A VI APAIXONEI-ME
1
um dos motivos porque gosto de mim
é conseguir ser a Mim dos sonhos
do Assim
o que, diga-se passagem,
faz-se “na boa”
escrevendo maravilhosamente bem!
2
espeta-se (se a si) uma bandarilha
I e o bicho acorda
a tua alma?
deixas que se transforme
I ficas feita
I é uma grande e suculenta…
3
açorda! acorda estremunhada e continua
a dizer para ti mesma, tu és…
com a Paz!
a besta rabia e dá(s) voltas
na cama, acalma
quando abres as pernas estás perdida.!.
4
mar a vi apaixonei-me
era eu a poetisa dos seus versos
simples e sumarentos
dizia em duas ou três palavras
X multiplicidade da vida X
II (ii) parecia-me brilhar
5
autêntica pull onde as bolas entravam
todas em sequência em todos
os buracos duma mesa
eu sonhava com uma sequência
perfeita
acordava a dar letras aos buracos
6
cada buraco tinha de ter um nome
identificando cada destino
para as bolas
corriam brilhantes como espuma
limpa
a brilhar na ideia areias de praia
7
o sétimo buraco era um sétimo
sê-lo: coloquei (o)
nu centro
a mesa era eu nua
sem tirar nem pôr
disposta despida a sonhar tua!
8
uma lágrima de fogo
outra, outra, outra, outra, outra…
III (iii) ainda outra
tantas como o desejo e o corpo
dum homem
eu era a mulher-da-vida (dádiva *)
9
feliz e contente
nem faço ideia como te sentes
quando digo isto
quando peguei no lápis
para soltar grafite!
doeu-me de novo ( : ) a primeira vez
0
o espírito boiava sobre o corpo man…
sã mente, mansamente
mar-chão
uma calma tomou conta de mim
(i) escrevi
como vês a poesia nunca me meteu medo
* alguém a quem se paga para fazer amor,
eufemismo? As crenças devem ser como são,
cada um as têm.
Obrigadooo! BBrian
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35771#35771 |
Um enigma, como no tabuleiro as peças movem envolvidas entre si.
Ainda não cheguei ao xeque-mate mas já começo ordenar os versos.
Desafiador,confesso! Se sigo meu raciocínio é por demais passional e erótico.
Beijos no coraçao! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Nov 18, 2009 11:20 pm |
  |
CAIN
a José Saramago, como se dissesse,
agradeço como um regato a nascente
«Filho e neto de camponeses sem terra»,
é assim que começa a biografia
do prémio Nobel em língua portuguesa
único à data neste ano 2009, Saramago
de seu nome, José para ser mais completo.
Acabado de ler “Cain”, seu último livro,
ficamos a saber que a humanidade foi-
-se borda fora na Arca de Noé sobrando
apenas Cain, em litígio com Nosso Senhor.
Quanto à Poesia, como toda a Ficção,
é invenção duma humanidade reinventada
a partir de – personagem ou pessoa?
Cain, cain, cain, é a onomatopeia do cão
fugindo à frente do seu medo ou dor.
Já meu verso termino, ao Saramago de “Cain”.
{na dedicatória tenho presente a beleza
poética de J. Saramago: «A Pilar,
como se dissesse água»}
Grato, BBrian!
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35827#35827 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qui Nov 19, 2009 1:32 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
CAIN
a José Saramago, como se dissesse,
agradeço como um regato a nascente
«Filho e neto de camponeses sem terra»,
é assim que começa a biografia
do prémio Nobel em língua portuguesa
único à data neste ano 2009, Saramago
de seu nome, José para ser mais completo.
Acabado de ler “Cain”, seu último livro,
ficamos a saber que a humanidade foi-
-se borda fora na Arca de Noé sobrando
apenas Cain, em litígio com Nosso Senhor.
Quanto à Poesia, como toda a Ficção,
é invenção duma humanidade reinventada
a partir de – personagem ou pessoa?
Cain, cain, cain, é a onomatopeia do cão
fugindo à frente do seu medo ou dor.
Já meu verso termino, ao Saramago de “Cain”.
{na dedicatória tenho presente a beleza
poética de J. Saramago: «A Pilar,
como se dissesse água»}
Grato, BBrian!
Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35827#35827 |
É de uma beleza absurda:«A Pilar,
como se dissesse água»}
Imagino Pilar (Pisar) como se separasse os frutos.
a José Saramago, como se dissesse,
agradeço como um regato a nascente
Só pode ser Divino tamanha grandeza.
Beijos no coraçao! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Nov 20, 2009 4:33 pm |
  |
ANTI-RACISMO
no "DIA NACIONAL
DA CONSCIÊNCIA NEGRA"
hoje sou negro
como só são negros
aqueles cuja herança é,
da cor da pele ao sangue, é
indiferente à raça!
sim, o código genético
é indiferente às diferenças
da pigmentação da pele
sim, a realidade da cor
é tão superficial que fica
apenas na epiderme
sim, a realidade social
é totalmente diferente e
aí é necessário tudo, tudo e
mais alguma coisa, civismo e, e
… anti-racismo!
Obrigado, BB:
Conversa(s) 5
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35861#35861 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Sex Nov 27, 2009 10:22 pm, num total de 1 vez |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sex Nov 20, 2009 11:56 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
ANTI-RACISMO
no “DIA NACIONAL
DA CONSCIÊNCIA NEGRA”
hoje sou negro
como só são negros
aqueles cuja herança é,
da cor da pele ao sangue, é
indiferente à raça!
sim, o código genético
é indiferente às diferenças
da pigmentação da pele
sim, a realidade da cor
é tão superficial que fica
apenas na epiderme
sim, a realidade social
é totalmente diferente e
aí é necessário tudo, tudo e
mais alguma coisa, civismo e, e
… anti-racismo!
Obrigado, BB:
Conversa(s) 5
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35861#35861 |
Sim Poeta, e no Brasil estamos carentes de civismo, ética,valores, etc...
Seu grito é importante, se juntarmos várias vozes cantaremos a esperança.Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
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Enviada:
Dom Nov 22, 2009 1:07 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
ANTI-RACISMO
no “DIA NACIONAL
DA CONSCIÊNCIA NEGRA”
hoje sou negro
como só são negros
aqueles cuja herança é,
da cor da pele ao sangue, é
indiferente à raça!
sim, o código genético
é indiferente às diferenças
da pigmentação da pele
sim, a realidade da cor
é tão superficial que fica
apenas na epiderme
sim, a realidade social
é totalmente diferente e
aí é necessário tudo, tudo e
mais alguma coisa, civismo e, e
… anti-racismo!
Obrigado, BB:
Conversa(s) 5
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35861#35861 |
Parabéns pelos versos
disseste tudo.
beijso poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Nov 22, 2009 8:30 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Nov 24, 2009 11:25 pm |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Nov 25, 2009 10:45 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
A MÃO QUE ESCREVE
I – SENDO
oiço música
enquanto o tempo passa
deixando-me ficar
suspenso
nas palavras sendo-as
a minha senda
enquanto
penso sem parar
a mão que escreve
II – SENDA
parei
para escrever
o que penso enquanto
escrevo
III – MACACO
“eu só sei que nada sei”
pensou o filósofo
metendo dedo no nariz
tentando apanhar
macaco o canto
Conversa(s) 6
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35932#35932 |
Poeta, escreve maravilhosamente! Pensa filosofando, é um filósofo. Quanto ao macaco...?
Beijos no coraçao! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Nov 27, 2009 10:18 pm |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sex Nov 27, 2009 11:41 pm |
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Hoje as palavras unem! Como diz Isnard: UM DIA NOSSAS ALMAS VOARÃO!
Beijos no coração! |
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