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Mensagem |
Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Nov 18, 2009 11:13 pm |
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261
Hoje comecei À conversa na escrita:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35810#35810
Como advogo que a escrita é um jogo… precisa de regras: procuro fazer 1 ou 2, às vezes 3 comentários e não + de cada vez. Todos os autores do Fórum merecem, mereciam ser comentados! Abraços!!
Comentário(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35801#35801
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35802#35802
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35803#35803
/
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35811#35811
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35812#35812
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35813#35813
Escrita(s), vai como transcrevi.
(do caderno: )
15.11.09
Tenho grandes dúvidas sobre a inteligência poder ajudar a resolver (o) Bem e Mal, as Leis e a Justiça.
breves e inocentes
criações próprias
para dar colecção
duas peças chegam
uma para cada
uma das mãos
EPIGRAMÁTICO/ A
COLECÇÃO
(com eco dum C não mudo)
Fica como o primeiro poema duma colecção à espera de continuação…
Epigramático poema ou epigramática colecção?
bem? não sei!
a canção necessita
de ter harmonia
de pauta na mão
escrevo (b) letra
fazendo (b) música
EPIGRAMÁTICO/ B
b) sucede a a) na realidade substitui: “escrevo a letra/ fazendo a música”
Para fazer com que a realidade se torne moldável, derretemos tudo. Até haver um magma sólido no interior, rodeado por magma liquido, metal fundente da imaginação que, à semelhança do planeta Terra, se torna um magneto gigante, maior que o objecto e, a cabeça gravita, soltando o projecto.
POEMAS EPIGRAMÁTICOS
*
se a inteligência não chega
precisamos da força
se a força não chega
chega a opressão
UMA FRAQUEZA/ C(… aralho.!.)
* Chega o Assim - Li(vro A)berto
Concluo:
A força que devia chegar, é o poder democrático; aquele que é, pode ser, eleito!
PODER ELEITO
CAIN
a José Saramago
«Filho e neto de camponeses sem terra»,
é assim que começa a biografia
do prémio Nobel em língua portuguesa
único à data neste ano 2009, Saramago
de seu nome, José para ser mais completo
Acabado de ler “Cain”, seu último livro,
ficamos a saber que a humanidade foi-
-se borda fora na Arca de Noé sobrando
apenas Cain, em litígio com Nosso Senhor
Quanto à Poesia, como toda a Ficção,
é invenção duma humanidade reinventada
a partir de – personagem ou pessoa?
Cain, cain, cain, é a onomatopeia do cão
fugindo à frente do seu medo ou dor
Já meu verso termino, ao Saramago de “Cain”
16.11.09
(…)
À SANFONA
nas palavras onde a frase se modela
como o barro onde os dedos entram
procurando ter por modelo o prazer
das formas surgidas da sua massa
[maleável e moldável
a música sai de teclas ou da pele
percutida pelas mãos ou por baquetas
ou feita soprando ou tocando…
[de sanfona ao peito]
17.11.09
(…)
DA FORMA À FORMA
1) FORMA
o moldar dum molde
para fundir a fala
vertendo-a na forma
2) FORMA
escrita em fusão
dando forma pura
um poema fundido!
(do caderno: )
13.11.09
RODA A ROCA
[“oração tibetana”]
1
quando te deitas comigo
deitas-te comigo
e se?...
sem o condicional
não há nada
tudo.!. pode acontecer
2
se te deitasses comigo
e não te abraçasse
seria um sinal
se abraçasse
se_ria…
sê conhece os sinais.!.
3
sem sinais
sem dúvidas e
sem certeza tudo é
incerto no real
onde nós estamos
como estames e pólen
4
não vale a pena
pular fora
de nada
sem
se
saber se é bom?
5
se é bom fica-se
se não é bom
salta-se
fica sem gosto
saltasse
se se fica não se…
6
sabe?
nunca se sabe
tudo
tudo é não saber
e saber
é o desconhecido
7
o desconhecido
para mim é,
pode ser…
(o) conhecido
para ti
… fazer o roque
8
a roca da fiação
o roque no Xadrez
jogo e trabalho
a poesia não é só
coisa simples
faz-se de tudo e nada
9
e se não sei
o que lá
vem?
a morte é certa
sem certezas
vamos para o Céu?
10
só temos o se
e o que é
tudo
conhecimento
precioso/preciso!
de saborear sensações
11
o sabor do que
não presta
é medo
porquê
antigo/artigo
tudo, tudo, tudo…
[(o) papão que papa]
Qualquer leitura é apenas uma leitura, e, quando alguém faz “a” leitura: estragou tudo… acrescentou mais um dispar_ate ao mundo!
Selecciono, “CAIN”:
SobrePoesia(s)
CAIN
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35828#35828 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Nov 23, 2009 5:43 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Nov 26, 2009 10:38 pm |
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263
Como hoje já é tarde, volto amanhã.
Deixo a última leitura de quem assiste a escrita:
«ESFÍNCTER
Do que falam os livros quero escrever a evidência, são palavras soltas do destino, abertas para um novo destino, construindo um intestino do destino, onde através da leitura se alimenta quem lê. Durante a maior parte do intestino, onde ele é delgado, delega-se na leitura um alimento cheio de nutrientes constituintes de ideias que entram no sangue e se juntam na sua acção aos estímulos do sistema nervoso canalizando as sensações até às emoções onde se caldeiam sentimentos diversos, mas é onde ele é grosso que se acumulam-se pensamentos, cada vez mais densos, até serem espessos e em numero suficiente para, actuando na parte final, onde as volutas do intestino se alisam e ele dá lugar ao recto, abrir para o exterior, uma vez ultrapassado o esfíncter. Razão pela qual, quando comecei a escrever esta história, ter alargado este último músculo e começado a soltar um pensamento sólido, compacto, o qual julgo não será muito mal cheiroso. Trata-se duma parábola onde – pára a bola – vazia, minha cabeça não rola, nem é rola, nem arrola mais do que aquilo que passa a constar nestes anais singulares: um só, pensamento anal!»
Também sinalizo presenças ainda sem Escrita(s)
À conversa na escrita
Conversa(s) 6 – A MATEMÁTICA DOS POETAS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35932#35932
SobrePoesia(s)
A MÃO QUE ESCREVE
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35933#35933 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 2484
Localização: ES
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Enviada:
Sex Nov 27, 2009 12:10 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
263
Como hoje já é tarde, volto amanhã.
Deixo a última leitura de quem assiste a escrita:
«ESFÍNCTER
Do que falam os livros quero escrever a evidência, são palavras soltas do destino, abertas para um novo destino, construindo um intestino do destino, onde através da leitura se alimenta quem lê. Durante a maior parte do intestino, onde ele é delgado, delega-se na leitura um alimento cheio de nutrientes constituintes de ideias que entram no sangue e se juntam na sua acção aos estímulos do sistema nervoso canalizando as sensações até às emoções onde se caldeiam sentimentos diversos, mas é onde ele é grosso que se acumulam-se pensamentos, cada vez mais densos, até serem espessos e em numero suficiente para, actuando na parte final, onde as volutas do intestino se alisam e ele dá lugar ao recto, abrir para o exterior, uma vez ultrapassado o esfíncter. Razão pela qual, quando comecei a escrever esta história, ter alargado este último músculo e começado a soltar um pensamento sólido, compacto, o qual julgo não será muito mal cheiroso. Trata-se duma parábola onde – pára a bola – vazia, minha cabeça não rola, nem é rola, nem arrola mais do que aquilo que passa a constar nestes anais singulares: um só, pensamento anal!»
Também sinalizo presenças ainda sem Escrita(s)
À conversa na escrita
Conversa(s) 6 – A MATEMÁTICA DOS POETAS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35932#35932
SobrePoesia(s)
A MÃO QUE ESCREVE
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35933#35933 |
Quanta inspiração poeta! Um desassombro! Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Nov 27, 2009 10:36 pm |
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264
Conversa(s) 7
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35963#35963
BB + uma Conversa(s) sem número, nascida do comentário em A MÃO QUE ESCREVE.
Pensar, é um verbo próprio para quem faz curativo: põe penso, logo pensa.
O melhor poeta não será certamente o melhor filósofo, mas o melhor filósofo estará muito perto de ser o melhor poeta. Quem é capaz de conhecer, é capaz de representar de forma capaz um cabaz de ideias variado. Quem dele consumir, pode assumir a grande probabilidade de se alimentar do que é necessário ao espírito. Maioritariamente é a poesia o oxigénio de todo o espírito, o azoto cuja predominância é indiscutível caberá não sei bem a quê. Se identificamos a presença do que alimenta, tudo que uniformiza os espíritos é indefinível e indizível. Sendo por natureza incaracterístico nas diferenças, fica sem outra manifestação para lá da sua presença, pontificada como tempo e espaço, na pertença das presenças feitas entre si de parecenças.
O gozo com que gozo tem tudo a ver com a definição de problemas que se equacionam e resolvem nas imediações do que é imediato no acto que medeia entre o meio e o seu centro, a bem dizer: dizer bem o ponto. O ponto referencial do centro colocado no meio, (o) que expressa a expressão (!) fecundando o encontro da exclamação com o corpo que a recebe.
Comentário:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35966#35966
SobrePoesia(s)
PALAVRA
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35964#35964 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 2484
Localização: ES
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Enviada:
Sex Nov 27, 2009 11:51 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
264
Conversa(s) 7
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35963#35963
BB + uma Conversa(s) sem número, nascida do comentário em A MÃO QUE ESCREVE.
Pensar, é um verbo próprio para quem faz curativo: põe penso, logo pensa.
O melhor poeta não será certamente o melhor filósofo, mas o melhor filósofo estará muito perto de ser o melhor poeta. Quem é capaz de conhecer, é capaz de representar de forma capaz um cabaz de ideias variado. Quem dele consumir, pode assumir a grande probabilidade de se alimentar do que é necessário ao espírito. Maioritariamente é a poesia o oxigénio de todo o espírito, o azoto cuja predominância é indiscutível caberá não sei bem a quê. Se identificamos a presença do que alimenta, tudo que uniformiza os espíritos é indefinível e indizível. Sendo por natureza incaracterístico nas diferenças, fica sem outra manifestação para lá da sua presença, pontificada como tempo e espaço, na pertença das presenças feitas entre si de parecenças.
O gozo com que gozo tem tudo a ver com a definição de problemas que se equacionam e resolvem nas imediações do que é imediato no acto que medeia entre o meio e o seu centro, a bem dizer: dizer bem o ponto. O ponto referencial do centro colocado no meio, (o) que expressa a expressão (!) fecundando o encontro da exclamação com o corpo que a recebe.
Comentário:
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SobrePoesia(s)
PALAVRA
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35964#35964 |
Me fez lembrar algo que escrevi , perdido por ai, Mõas estendidas, não lembro mais.È isso, sermos um campo de recepçao, de atraçao, receptivos uns aos outros.Indiferente aos defeitos, procuramos o belo de cada um e nos alimentarmos dele.. Desculpa Francisco, não vejo o que digito. Mas adorei esse ponto referencial, esse ima. Beijos no coraçao! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Nov 30, 2009 11:26 pm |
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265
CÁ DEIXO UMA FRASE
http://diariodedetras.blogspot.com/2009/11/ca-deixo-uma-frase.html
RECONTANDO
A Lenda da Rainha Santa Isabel
Se os versos pudessem deixar o ser na sua prosa, lerias a lenda da Rainha Santa Isabel recontada.
A rainha Santa Isabel, vendo um pobre pedinte com um saco às costas, perguntou:
– Que levais às costas?
O pedinte, abrindo o leve saco, respondeu:
– São rosas Senhora…
Ao abrir, o seu saco que era um lenço servindo de trouxa, deixou as rosas cair aos pés da senhora. Esta, baixando-se, colheu uma rosa do chão e perguntou:
– Porque as deixais cair?
– Uma delas teve a sorte de ser vossa.
– Colheis rosas?
– São estas rosas pequeninas e singelas, belas e efémeras, como palavras.
– Sois poeta?
– Mendigo a beleza, Senhora.
– Eu te bendigo, tem um bom dia!
Agradecimento!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36000#36000
Conversa(s) 8
LEGENDA(S) + CENTRO INSTÁVEL
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35979#35979
Conversa(s) 9
“Esta Velha Angústia”/Tem tudo de especial
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35998#35998
SobrePoesia(s)
PRIMEIRA VERDADE
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35980#35980 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 2484
Localização: ES
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Enviada:
Qua Dez 02, 2009 9:48 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
265
CÁ DEIXO UMA FRASE
http://diariodedetras.blogspot.com/2009/11/ca-deixo-uma-frase.html
RECONTANDO
A Lenda da Rainha Santa Isabel
Se os versos pudessem deixar o ser na sua prosa, lerias a lenda da Rainha Santa Isabel recontada.
A rainha Santa Isabel, vendo um pobre pedinte com um saco às costas, perguntou:
– Que levais às costas?
O pedinte, abrindo o leve saco, respondeu:
– São rosas Senhora…
Ao abrir, o seu saco que era um lenço servindo de trouxa, deixou as rosas cair aos pés da senhora. Esta, baixando-se, colheu uma rosa do chão e perguntou:
– Porque as deixais cair?
– Uma delas teve a sorte de ser vossa.
– Colheis rosas?
– São estas rosas pequeninas e singelas, belas e efémeras, como palavras.
– Sois poeta?
– Mendigo a beleza, Senhora.
– Eu te bendigo, tem um bom dia!
Agradecimento!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36000#36000
Conversa(s) 8
LEGENDA(S) + CENTRO INSTÁVEL
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35979#35979
Conversa(s) 9
“Esta Velha Angústia”/Tem tudo de especial
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35998#35998
SobrePoesia(s)
PRIMEIRA VERDADE
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35980#35980 |
Por isso eu garimpo.Uma rosa aos seus pés Poeta! Beijos no coração! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Dez 03, 2009 1:32 pm |
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266
Simplifiquei a citação inicial:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35998#35998
Parabenizando…
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36021#36021
SENTO E SINTO ou PRE_MONIÇÃO
A beleza da Beleza é que posso defini-la sem qualquer beleza e ela continua a ser, independente da definição dada. Se a quiser fazer, até numa definição do que ela seja a podemos encontrar. Seria à séria… fazer a definição da Beleza em Beleza! Obriga a ter uma ideia prática do que é uma realidade ideal, encontro a Beleza quando me surpreendo com ela. Estar a definir a Beleza e ao mesmo tempo a fazê-la, é uma dupla dificuldade: surpreender-me com a surpresa. Dupla, na medida em que há duas dificuldades. A surpresa é como o susto, não há susto sem surpresa, não há surpresa sem espanto. O espanto é um susto que nos alegra e atrai! Erupção idêntica à exclamação dirá, diria, digo, di-rei... Esta é uma das duas coisas, a segunda coisa a considerar já não é a surpresa como uma coisa que só de surpresa se obtém, anterior à descoberta – o facto de já a ter de conhecer! Há algo de premonitório ou sonho sonhado no passado, vivência viva presente no Presente. Como lidar com esta premonição?
[Depois disto, escrevi "BELEZA", tentando apropriar, aperfeiçoar, volta(r) a "POESIA" de ontem.]
E ainda... (COMUNICAÇÃO INTERGALÁCTICA)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36024#36024
Conversa(s) 10 – DEUS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36025#36025
SobrePoesia(s)
POESIA
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36019#36019
BELEZA+COMUNICAÇÃO INTERGALÁCTICA
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36023#36023 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Dez 07, 2009 4:28 am |
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267
Acabei de publicar RESPOSTA, é uma poesia, um breve poema; não pretende ser resposta para ninguém, mas é sempre uma resposta; escrever é uma resposta! No caso, duas linhas, dois versos: a Poesia no seu melhor ou, na sua pior leitura, entregue à sua falência. Valendo o valor… alimenta as palavras de sentido, dando-lhes (o) sentir: sentimento! A educação é o que nos faz e nos transforma, para melhor ou para pior, através dela crescemos. A Poesia, a arte dos versos, se pode ser sintetizada… é a síntese que tentei dar.
com educação
tudo é resposta!
Com este dístico se completa o anterior, só agora – completo o poema!
{Depois completo… Escrita(s)}
a Poesia
vive sentimento |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 2484
Localização: ES
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Enviada:
Seg Dez 07, 2009 12:36 pm |
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Francisco, leio admirada como raciocina a poesia, a escrita. Apesar de complexas e de muitas vezes deixar entender ou não, a escrita em si pode divergir do autor e do leitor. Justamente assim guarda a beleza.
Realmente a poesia vive sentimentos:Amizade, amor, admiraçao, encantamento, afeto, saudade, procura,coragem, prudencia etc...
Todo sentimento acoplado à verdadeira essência, sabem-se.
Mas nós, os poetas, e aqueles que escrevem coisas, como eu, temos a inquietude. Nos deparamos às respostas, aos porquês como se a quietude fosse algo anormal estando às vezes tão explícitas.
Movemos o mundo, as ideias, com tanta ansiedade e nos esquecemos de atentar aos detalhes, podendo numa frase errada ou mal colocada deixarmos um rastro incompreenssível. mesmo assim não consigo imaginar a vida sem a arte da escrita. E você como sempre mestre!
Beijos no coraçao! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Dez 20, 2009 3:14 am |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Dez 29, 2009 3:12 am |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Jan 01, 2010 9:49 pm |
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270
PORTA ABERTA
Ao segurar um livro deves poder sentir, tocar a energia que dele se liberta. A palavra, qualquer imagem, é uma porta aberta, um portal. Há uma transferência…
Só através da ultrapassagem se realiza o encontro a trans(a)… Na sensação do encontro, neste caso com um livro. O Universo ganha um centro, leitor te descobres da Física, na Metafísica. Desta leitura da realidade nascem os deuses, onde o livro é uma sua morada em nós. Basta um, tentar desapertá-lo, lê-lo, é para lá duma vida. Havendo essa procura, não tem cura, é a eternidade garantida, tida, em vida. Sendo anónima, em minha vida, garimpo os mistérios. A imagem do texto voa, vou-a deixar ficar a ganhar contexto, é o primeiro texto deste ano.
A Mina está aberta, só depois de fechada.
Grato ao João Brasil, pelo comentário deixado em SobrePoesia(s).
SobrePoesia(s)
PASSAGEM DE ANO
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36289#36289 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 975
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Jan 05, 2010 10:18 pm |
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271
ÚLTIMO INSTANTE
http://poemadia.blogspot.com/2010/01/ultimo-instante.html
Enquanto nas composições clássicas toda a organização interna do poema se centrava no ritmo, medido pela orgânica e distribuição silábica, sua repartição e contagem, entretanto, algo se alterou. Cada poeta labora atualmente na sua forma de compor, procurando e escolhendo o tipo de ritmo e a disposição estrófica, silábica, visual… do poema.
Toda a forma é também um conteúdo, é pelo lado conceptual de imagens e objectos, sua disposição, movimento e apresentação que se têm orientado os caminhos da Arte. A tendência de contágio, as influências entre as diversas artes, mostram como tudo passou a ser permeável, dinâmico, mutável. É neste ponto que trabalho a estética, a estilística dos poemas, procurando-a também na distribuição visual do poema. Deste modo, agrada-me a leveza, a distribuição, a regularidade versus a variabilidade da disposição métrica. Levada também de forma analógica, a métrica vem como medida de comprimento, permite uma procura de figuração no poema.
Gostando de escrever à mão, há geralmente pequenos ajustes recorrentes decorrentes da forma visual que resulta nos caracteres de imprensa das letras escritas através dum teclado. Uma das formas recorrentes, imagem de marca do Assim mormente nos assimeros (3+2+1 versos), no poema que hoje passei pelo uso desta disposição de progressiva redução, até igualar a última estância a um só verso. A par desta distribuição, introduzi o uso do – travessão, primeira e segundas estrofes, na terceira e quarta a fragmentação do verso é ilustrada usando a sua translineação (a passagem dum mesmo verso para a linha seguinte, recorrendo ao parênteses reto). É poema que poderia ser perfeitamente do Assim, não assinou? Faço-o meu
Foi escrito num dia dedicado à Mina, a garimpar na MINA das suas história curtas. Ao contar isto, também eu acabo fazendo uma pequena história, maior ainda que as da Mina, disse. A Mina já a apresentei, é um pseudónimo. De que outra maneira ver o nome que uma autora a si se atribui, mesmo se não o usa para se assinar? É um pseudo nome, usado pelo menos numa história, onde a autora diz ser anónima e garimpar a sua prosa na Mina da língua em que escreve e escrevemos.
Está feita a primeira escritura de Escrita(s) neste Ano Novo.
SobrePoesia(s)
ÚLTIMO INSTANTE
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36321#36321 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Sáb Jan 09, 2010 1:41 am, num total de 1 vez |
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