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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Qua Nov 18, 2009 11:13 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

261

Hoje comecei À conversa na escrita:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35810#35810

Como advogo que a escrita é um jogo… precisa de regras: procuro fazer 1 ou 2, às vezes 3 comentários e não + de cada vez. Todos os autores do Fórum merecem, mereciam ser comentados! Abraços!!

Comentário(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35801#35801
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35802#35802
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35803#35803
/
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35811#35811
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35812#35812
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35813#35813

Escrita(s), vai como transcrevi.

(do caderno: )
15.11.09

Tenho grandes dúvidas sobre a inteligência poder ajudar a resolver (o) Bem e Mal, as Leis e a Justiça.

breves e inocentes
criações próprias
para dar colecção

duas peças chegam
uma para cada
uma das mãos

EPIGRAMÁTICO/ A

COLECÇÃO
(com eco dum C não mudo)

Fica como o primeiro poema duma colecção à espera de continuação…
Epigramático poema ou epigramática colecção?

bem? não sei!
a canção necessita
de ter harmonia

de pauta na mão
escrevo (b) letra
fazendo (b) música

EPIGRAMÁTICO/ B

b) sucede a a) na realidade substitui: “escrevo a letra/ fazendo a música”

Para fazer com que a realidade se torne moldável, derretemos tudo. Até haver um magma sólido no interior, rodeado por magma liquido, metal fundente da imaginação que, à semelhança do planeta Terra, se torna um magneto gigante, maior que o objecto e, a cabeça gravita, soltando o projecto.

POEMAS EPIGRAMÁTICOS

*

se a inteligência não chega
precisamos da força

se a força não chega
chega a opressão

UMA FRAQUEZA/ C(… aralho.!.)

* Chega o Assim - Li(vro A)berto

Concluo:

A força que devia chegar, é o poder democrático; aquele que é, pode ser, eleito!

PODER ELEITO

CAIN
a José Saramago

«Filho e neto de camponeses sem terra»,
é assim que começa a biografia
do prémio Nobel em língua portuguesa
único à data neste ano 2009, Saramago
de seu nome, José para ser mais completo

Acabado de ler “Cain”, seu último livro,
ficamos a saber que a humanidade foi-
-se borda fora na Arca de Noé sobrando
apenas Cain, em litígio com Nosso Senhor

Quanto à Poesia, como toda a Ficção,
é invenção duma humanidade reinventada
a partir de – personagem ou pessoa?

Cain, cain, cain, é a onomatopeia do cão
fugindo à frente do seu medo ou dor

Já meu verso termino, ao Saramago de “Cain”

16.11.09
(…)

À SANFONA

nas palavras onde a frase se modela
como o barro onde os dedos entram
procurando ter por modelo o prazer
das formas surgidas da sua massa
[maleável e moldável
a música sai de teclas ou da pele
percutida pelas mãos ou por baquetas
ou feita soprando ou tocando…
[de sanfona ao peito]

17.11.09
(…)

DA FORMA À FORMA

1) FORMA
o moldar dum molde
para fundir a fala
vertendo-a na forma

2) FORMA
escrita em fusão
dando forma pura
um poema fundido!

(do caderno: )
13.11.09

RODA A ROCA
[“oração tibetana”]

1
quando te deitas comigo
deitas-te comigo
e se?...

sem o condicional
não há nada

tudo.!. pode acontecer

2
se te deitasses comigo
e não te abraçasse
seria um sinal

se abraçasse
se_ria…

sê conhece os sinais.!.

3
sem sinais
sem dúvidas e
sem certeza tudo é

incerto no real
onde nós estamos

como estames e pólen

4
não vale a pena
pular fora
de nada

sem
se

saber se é bom?

5
se é bom fica-se
se não é bom
salta-se

fica sem gosto
saltasse

se se fica não se…

6
sabe?
nunca se sabe
tudo

tudo é não saber
e saber

é o desconhecido

7
o desconhecido
para mim é,
pode ser…

(o) conhecido
para ti

… fazer o roque

8
a roca da fiação
o roque no Xadrez
jogo e trabalho

a poesia não é só
coisa simples

faz-se de tudo e nada

9
e se não sei
o que lá
vem?

a morte é certa
sem certezas

vamos para o Céu?

10
só temos o se
e o que é
tudo

conhecimento
precioso/preciso!

de saborear sensações

11
o sabor do que
não presta
é medo

porquê
antigo/artigo

tudo, tudo, tudo…
[(o) papão que papa]

Qualquer leitura é apenas uma leitura, e, quando alguém faz “a” leitura: estragou tudo… acrescentou mais um dispar_ate ao mundo!
Selecciono, “CAIN”:

SobrePoesia(s)
CAIN

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35828#35828

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 5:43 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

262
FIO CONDUTOR


A ideia de ter um tópico, onde vou mantendo um “fio condutor” ligando a publicação de poemas em SobrePoesia(s) com a prática de “Escrita(s)”, leva a tentar ligar os fios, o que vou continuar a tentar fazer. Quem chegue a Escrita(s) é convidado a seguir endereços onde li e geralmente escrevi, vai ser o caso.
Começando pelo que já hoje publiquei: CAMINHO NOVO
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35919#35919
antecedido por: ENTRE OS OLHOS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35906#35906
Falta continuar Conversa(s) 5:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35861#35861

SobrePoesia(s)
ANTI-RACISMO

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35860#35860
A MÁRIO BARRADAS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35908#35908

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Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Sex Nov 27, 2009 10:31 pm, num total de 1 vez
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MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 10:38 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

263
Como hoje já é tarde, volto amanhã.
Deixo a última leitura de quem assiste a escrita:
«ESFÍNCTER
Do que falam os livros quero escrever a evidência, são palavras soltas do destino, abertas para um novo destino, construindo um intestino do destino, onde através da leitura se alimenta quem lê. Durante a maior parte do intestino, onde ele é delgado, delega-se na leitura um alimento cheio de nutrientes constituintes de ideias que entram no sangue e se juntam na sua acção aos estímulos do sistema nervoso canalizando as sensações até às emoções onde se caldeiam sentimentos diversos, mas é onde ele é grosso que se acumulam-se pensamentos, cada vez mais densos, até serem espessos e em numero suficiente para, actuando na parte final, onde as volutas do intestino se alisam e ele dá lugar ao recto, abrir para o exterior, uma vez ultrapassado o esfíncter. Razão pela qual, quando comecei a escrever esta história, ter alargado este último músculo e começado a soltar um pensamento sólido, compacto, o qual julgo não será muito mal cheiroso. Trata-se duma parábola onde – pára a bola – vazia, minha cabeça não rola, nem é rola, nem arrola mais do que aquilo que passa a constar nestes anais singulares: um só, pensamento anal!»
Também sinalizo presenças ainda sem Escrita(s)
À conversa na escrita
Conversa(s) 6 – A MATEMÁTICA DOS POETAS

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35932#35932

SobrePoesia(s)
A MÃO QUE ESCREVE

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35933#35933

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MensagemEnviada: Sex Nov 27, 2009 12:10 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
263
Como hoje já é tarde, volto amanhã.
Deixo a última leitura de quem assiste a escrita:
«ESFÍNCTER
Do que falam os livros quero escrever a evidência, são palavras soltas do destino, abertas para um novo destino, construindo um intestino do destino, onde através da leitura se alimenta quem lê. Durante a maior parte do intestino, onde ele é delgado, delega-se na leitura um alimento cheio de nutrientes constituintes de ideias que entram no sangue e se juntam na sua acção aos estímulos do sistema nervoso canalizando as sensações até às emoções onde se caldeiam sentimentos diversos, mas é onde ele é grosso que se acumulam-se pensamentos, cada vez mais densos, até serem espessos e em numero suficiente para, actuando na parte final, onde as volutas do intestino se alisam e ele dá lugar ao recto, abrir para o exterior, uma vez ultrapassado o esfíncter. Razão pela qual, quando comecei a escrever esta história, ter alargado este último músculo e começado a soltar um pensamento sólido, compacto, o qual julgo não será muito mal cheiroso. Trata-se duma parábola onde – pára a bola – vazia, minha cabeça não rola, nem é rola, nem arrola mais do que aquilo que passa a constar nestes anais singulares: um só, pensamento anal!»
Também sinalizo presenças ainda sem Escrita(s)
À conversa na escrita
Conversa(s) 6 – A MATEMÁTICA DOS POETAS

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35932#35932

SobrePoesia(s)
A MÃO QUE ESCREVE

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Quanta inspiração poeta! Um desassombro! Beijos no coração!

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MensagemEnviada: Sex Nov 27, 2009 10:36 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

264
Conversa(s) 7
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35963#35963

BB + uma Conversa(s) sem número, nascida do comentário em A MÃO QUE ESCREVE.
Pensar, é um verbo próprio para quem faz curativo: põe penso, logo pensa.
O melhor poeta não será certamente o melhor filósofo, mas o melhor filósofo estará muito perto de ser o melhor poeta. Quem é capaz de conhecer, é capaz de representar de forma capaz um cabaz de ideias variado. Quem dele consumir, pode assumir a grande probabilidade de se alimentar do que é necessário ao espírito. Maioritariamente é a poesia o oxigénio de todo o espírito, o azoto cuja predominância é indiscutível caberá não sei bem a quê. Se identificamos a presença do que alimenta, tudo que uniformiza os espíritos é indefinível e indizível. Sendo por natureza incaracterístico nas diferenças, fica sem outra manifestação para lá da sua presença, pontificada como tempo e espaço, na pertença das presenças feitas entre si de parecenças.
O gozo com que gozo tem tudo a ver com a definição de problemas que se equacionam e resolvem nas imediações do que é imediato no acto que medeia entre o meio e o seu centro, a bem dizer: dizer bem o ponto. O ponto referencial do centro colocado no meio, (o) que expressa a expressão (!) fecundando o encontro da exclamação com o corpo que a recebe.

Comentário:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35966#35966


SobrePoesia(s)
PALAVRA

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35964#35964

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MensagemEnviada: Sex Nov 27, 2009 11:51 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
264
Conversa(s) 7
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35963#35963

BB + uma Conversa(s) sem número, nascida do comentário em A MÃO QUE ESCREVE.
Pensar, é um verbo próprio para quem faz curativo: põe penso, logo pensa.
O melhor poeta não será certamente o melhor filósofo, mas o melhor filósofo estará muito perto de ser o melhor poeta. Quem é capaz de conhecer, é capaz de representar de forma capaz um cabaz de ideias variado. Quem dele consumir, pode assumir a grande probabilidade de se alimentar do que é necessário ao espírito. Maioritariamente é a poesia o oxigénio de todo o espírito, o azoto cuja predominância é indiscutível caberá não sei bem a quê. Se identificamos a presença do que alimenta, tudo que uniformiza os espíritos é indefinível e indizível. Sendo por natureza incaracterístico nas diferenças, fica sem outra manifestação para lá da sua presença, pontificada como tempo e espaço, na pertença das presenças feitas entre si de parecenças.
O gozo com que gozo tem tudo a ver com a definição de problemas que se equacionam e resolvem nas imediações do que é imediato no acto que medeia entre o meio e o seu centro, a bem dizer: dizer bem o ponto. O ponto referencial do centro colocado no meio, (o) que expressa a expressão (!) fecundando o encontro da exclamação com o corpo que a recebe.

Comentário:

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Me fez lembrar algo que escrevi , perdido por ai, Mõas estendidas, não lembro mais.È isso, sermos um campo de recepçao, de atraçao, receptivos uns aos outros.Indiferente aos defeitos, procuramos o belo de cada um e nos alimentarmos dele.. Desculpa Francisco, não vejo o que digito. Mas adorei esse ponto referencial, esse ima. Beijos no coraçao!

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MensagemEnviada: Seg Nov 30, 2009 11:26 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

265

CÁ DEIXO UMA FRASE
http://diariodedetras.blogspot.com/2009/11/ca-deixo-uma-frase.html

RECONTANDO
A Lenda da Rainha Santa Isabel

Se os versos pudessem deixar o ser na sua prosa, lerias a lenda da Rainha Santa Isabel recontada.
A rainha Santa Isabel, vendo um pobre pedinte com um saco às costas, perguntou:
– Que levais às costas?
O pedinte, abrindo o leve saco, respondeu:
– São rosas Senhora…
Ao abrir, o seu saco que era um lenço servindo de trouxa, deixou as rosas cair aos pés da senhora. Esta, baixando-se, colheu uma rosa do chão e perguntou:
– Porque as deixais cair?
– Uma delas teve a sorte de ser vossa.
– Colheis rosas?
– São estas rosas pequeninas e singelas, belas e efémeras, como palavras.
– Sois poeta?
– Mendigo a beleza, Senhora.
– Eu te bendigo, tem um bom dia!
Agradecimento!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36000#36000

Conversa(s) 8
LEGENDA(S) + CENTRO INSTÁVEL

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35979#35979
Conversa(s) 9
“Esta Velha Angústia”/Tem tudo de especial

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35998#35998

SobrePoesia(s)
PRIMEIRA VERDADE

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35980#35980

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MensagemEnviada: Qua Dez 02, 2009 9:48 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
265

CÁ DEIXO UMA FRASE
http://diariodedetras.blogspot.com/2009/11/ca-deixo-uma-frase.html

RECONTANDO
A Lenda da Rainha Santa Isabel

Se os versos pudessem deixar o ser na sua prosa, lerias a lenda da Rainha Santa Isabel recontada.
A rainha Santa Isabel, vendo um pobre pedinte com um saco às costas, perguntou:
– Que levais às costas?
O pedinte, abrindo o leve saco, respondeu:
– São rosas Senhora…
Ao abrir, o seu saco que era um lenço servindo de trouxa, deixou as rosas cair aos pés da senhora. Esta, baixando-se, colheu uma rosa do chão e perguntou:
– Porque as deixais cair?
– Uma delas teve a sorte de ser vossa.
– Colheis rosas?
– São estas rosas pequeninas e singelas, belas e efémeras, como palavras.
– Sois poeta?
– Mendigo a beleza, Senhora.
– Eu te bendigo, tem um bom dia!
Agradecimento!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36000#36000

Conversa(s) 8
LEGENDA(S) + CENTRO INSTÁVEL

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35979#35979
Conversa(s) 9
“Esta Velha Angústia”/Tem tudo de especial

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35998#35998

SobrePoesia(s)
PRIMEIRA VERDADE

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35980#35980


Por isso eu garimpo.Uma rosa aos seus pés Poeta! Beijos no coração!

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MensagemEnviada: Qui Dez 03, 2009 1:32 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

266

Simplifiquei a citação inicial:

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35998#35998

Parabenizando…
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36021#36021

SENTO E SINTO ou PRE_MONIÇÃO

A beleza da Beleza é que posso defini-la sem qualquer beleza e ela continua a ser, independente da definição dada. Se a quiser fazer, até numa definição do que ela seja a podemos encontrar. Seria à séria… fazer a definição da Beleza em Beleza! Obriga a ter uma ideia prática do que é uma realidade ideal, encontro a Beleza quando me surpreendo com ela. Estar a definir a Beleza e ao mesmo tempo a fazê-la, é uma dupla dificuldade: surpreender-me com a surpresa. Dupla, na medida em que há duas dificuldades. A surpresa é como o susto, não há susto sem surpresa, não há surpresa sem espanto. O espanto é um susto que nos alegra e atrai! Erupção idêntica à exclamação dirá, diria, digo, di-rei... Esta é uma das duas coisas, a segunda coisa a considerar já não é a surpresa como uma coisa que só de surpresa se obtém, anterior à descoberta – o facto de já a ter de conhecer! Há algo de premonitório ou sonho sonhado no passado, vivência viva presente no Presente. Como lidar com esta premonição?
[Depois disto, escrevi "BELEZA", tentando apropriar, aperfeiçoar, volta(r) a "POESIA" de ontem.]

E ainda... (COMUNICAÇÃO INTERGALÁCTICA)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36024#36024

Conversa(s) 10 – DEUS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36025#36025

SobrePoesia(s)
POESIA

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36019#36019
BELEZA+COMUNICAÇÃO INTERGALÁCTICA
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36023#36023

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MensagemEnviada: Seg Dez 07, 2009 4:28 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

267

Acabei de publicar RESPOSTA, é uma poesia, um breve poema; não pretende ser resposta para ninguém, mas é sempre uma resposta; escrever é uma resposta! No caso, duas linhas, dois versos: a Poesia no seu melhor ou, na sua pior leitura, entregue à sua falência. Valendo o valor… alimenta as palavras de sentido, dando-lhes (o) sentir: sentimento! A educação é o que nos faz e nos transforma, para melhor ou para pior, através dela crescemos. A Poesia, a arte dos versos, se pode ser sintetizada… é a síntese que tentei dar.

com educação
tudo é resposta!

Com este dístico se completa o anterior, só agora – completo o poema!

{Depois completo… Escrita(s)}

a Poesia
vive sentimento

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MensagemEnviada: Seg Dez 07, 2009 12:36 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco, leio admirada como raciocina a poesia, a escrita. Apesar de complexas e de muitas vezes deixar entender ou não, a escrita em si pode divergir do autor e do leitor. Justamente assim guarda a beleza.
Realmente a poesia vive sentimentos:Amizade, amor, admiraçao, encantamento, afeto, saudade, procura,coragem, prudencia etc...
Todo sentimento acoplado à verdadeira essência, sabem-se.
Mas nós, os poetas, e aqueles que escrevem coisas, como eu, temos a inquietude. Nos deparamos às respostas, aos porquês como se a quietude fosse algo anormal estando às vezes tão explícitas.
Movemos o mundo, as ideias, com tanta ansiedade e nos esquecemos de atentar aos detalhes, podendo numa frase errada ou mal colocada deixarmos um rastro incompreenssível. mesmo assim não consigo imaginar a vida sem a arte da escrita. E você como sempre mestre!
Beijos no coraçao!

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MensagemEnviada: Dom Dez 20, 2009 3:14 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

468

BB,
Espero ao publicar ir ao encontro de teu comentário/análise que espero assim merecer.
Celebrei o regresso à minha cidade com uma mão-cheia de poemas, deu a meia-dúzia que publiquei.
Hei-de voltar ao 467?
O OVO DA ESPIRAL
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36184#36184
PAI NATAL
http://recantodasletras.uol.com.br/natal/1987060

SobrePoesia(s)
NU LUGAR DO POEMA

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MensagemEnviada: Ter Dez 29, 2009 3:12 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

269

MEDITAÇÃO


O monge cruzou as pernas na posição de lótus e preparou-se para passar a noite de Natal sentado na neve, até o dia o despertar da contemplação duma estrela pouco visível. Olhando para a estrela polar ele viajou imaginando fazer meditação activa, aspirando “aroma – a amor” da Rosa dos Ventos. Quando raiou a estrela que aquece a terra, a neve à sua volta tinha derretido. A rocha da alta montanha era a base, onde ele se sentia uma flor aberta exalando amor. Dos seus poros puros, escorria como bálsamo o calor onde queimara gorduras, como se fosse uma vela acesa. Atingira a Iluminação!

POIS...
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SobrePoesia(s)
FELIZ NATAL

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36211#36211
ÓRFICO OFÍCIO
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36214#36214
Assim & Mim + R
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36261#36261
HAICAIS?
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36269#36269

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MensagemEnviada: Sex Jan 01, 2010 9:49 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

270

PORTA ABERTA


Ao segurar um livro deves poder sentir, tocar a energia que dele se liberta. A palavra, qualquer imagem, é uma porta aberta, um portal. Há uma transferência…
Só através da ultrapassagem se realiza o encontro a trans(a)… Na sensação do encontro, neste caso com um livro. O Universo ganha um centro, leitor te descobres da Física, na Metafísica. Desta leitura da realidade nascem os deuses, onde o livro é uma sua morada em nós. Basta um, tentar desapertá-lo, lê-lo, é para lá duma vida. Havendo essa procura, não tem cura, é a eternidade garantida, tida, em vida. Sendo anónima, em minha vida, garimpo os mistérios. A imagem do texto voa, vou-a deixar ficar a ganhar contexto, é o primeiro texto deste ano.
A Mina está aberta, só depois de fechada.

Grato ao João Brasil, pelo comentário deixado em SobrePoesia(s).

SobrePoesia(s)
PASSAGEM DE ANO

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=36289#36289

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MensagemEnviada: Ter Jan 05, 2010 10:18 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

271

ÚLTIMO INSTANTE

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Enquanto nas composições clássicas toda a organização interna do poema se centrava no ritmo, medido pela orgânica e distribuição silábica, sua repartição e contagem, entretanto, algo se alterou. Cada poeta labora atualmente na sua forma de compor, procurando e escolhendo o tipo de ritmo e a disposição estrófica, silábica, visual… do poema.
Toda a forma é também um conteúdo, é pelo lado conceptual de imagens e objectos, sua disposição, movimento e apresentação que se têm orientado os caminhos da Arte. A tendência de contágio, as influências entre as diversas artes, mostram como tudo passou a ser permeável, dinâmico, mutável. É neste ponto que trabalho a estética, a estilística dos poemas, procurando-a também na distribuição visual do poema. Deste modo, agrada-me a leveza, a distribuição, a regularidade versus a variabilidade da disposição métrica. Levada também de forma analógica, a métrica vem como medida de comprimento, permite uma procura de figuração no poema.
Gostando de escrever à mão, há geralmente pequenos ajustes recorrentes decorrentes da forma visual que resulta nos caracteres de imprensa das letras escritas através dum teclado. Uma das formas recorrentes, imagem de marca do Assim mormente nos assimeros (3+2+1 versos), no poema que hoje passei pelo uso desta disposição de progressiva redução, até igualar a última estância a um só verso. A par desta distribuição, introduzi o uso do – travessão, primeira e segundas estrofes, na terceira e quarta a fragmentação do verso é ilustrada usando a sua translineação (a passagem dum mesmo verso para a linha seguinte, recorrendo ao parênteses reto). É poema que poderia ser perfeitamente do Assim, não assinou? Faço-o meu Smile
Foi escrito num dia dedicado à Mina, a garimpar na MINA das suas história curtas. Ao contar isto, também eu acabo fazendo uma pequena história, maior ainda que as da Mina, disse. A Mina já a apresentei, é um pseudónimo. De que outra maneira ver o nome que uma autora a si se atribui, mesmo se não o usa para se assinar? É um pseudo nome, usado pelo menos numa história, onde a autora diz ser anónima e garimpar a sua prosa na Mina da língua em que escreve e escrevemos.
Está feita a primeira escritura de Escrita(s) neste Ano Novo.

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Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Sáb Jan 09, 2010 1:41 am, num total de 1 vez
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