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bbrian



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MensagemEnviada: Ter Out 04, 2011 2:52 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

São assim os poetas, devaneios, imaginação, hipoteses... A beleza da poesia e nunca esquecendo o afeto, o amor que os ligam. Você escreve eu tenho a chave e vice versa! È a troca, a ligaçao, o cordao umbilical!
E o mundo é perfeito! Beijos no coração!

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Qua Out 05, 2011 1:04 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
São assim os poetas, devaneios, imaginação, hipoteses... A beleza da poesia e nunca esquecendo o afeto, o amor que os ligam. Você escreve eu tenho a chave e vice versa! È a troca, a ligaçao, o cordao umbilical!
E o mundo é perfeito! Beijos no coração!


À conversa na escrita - bela maneira de ter_minar... o dia.
Fui ver se sabia que texto terás comentado, fui achar:
«
Francisco Coimbra disse...
As dúvidas só têm alguma importância quando são importantes. Dar importância a uma coisa para a qual se tem resposta, é uma situação estranha. Desligar do que é conhecido, esse é o fenómeno conhecido.
Saber se hoje estou vivo, até agora já tem resposta, até logo... veremos. Se conseguisse guardaras impressões de tudo que se prende com a resposta a saber se estarei vivo amanhã, quando voltaria a pensar no assunto?
Fenómeno, assunto, coisa e tal... não fço ideia de como continua o texto escrito, estamos a 3, vamos no III. Ontem registei para hoje:

Aos três (III) é de vez… vou publicar o que escrevi como comentário a I. O que me leva ao dia 1…
Leva-me ao dia 1 deste mês, ao dia I de tudo isto!
3 de Outubro de 2011 11:01
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/duvida-iii.html#comments

«As dúvidas só têm alguma importância quando são importantes», tau! Tautologia.
O que pensamos dum texto, o que um texto nos faz imaginar e pensar, isso é o texto. Andar um mês atrás dum texto, para trás e para a frente, é diferente de o queimar acendendo a leitura e deixando-a arder – rápida_mente… Tornar a escrita uma coisa física, um corpo com o qual se faz amor.
Chama_R… o texto, o personagem:
(Dize_R)

VEJO/VEIO

As paisagens da alma
Olhando através dos olhos
Na admiração de ver agora
O que não se via antes

Sabendo de antemão
Ir quedar-se a palavra
Numa viagem sem fim

Iniciada onde vejo sem
olhar o verso que veio

enfim – chegar ao Infinito!
R

O VERDADEIRO CONTISTA/ (...) idem

RESPONDA O DESTINO/ (...)
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/vi-iv.html#comments

Acabo incluindo VEJO/VEIO, para dar ligação a "pedra sobre pedra":
http://diariodedetrasii.blogspot.com/search/label/pedra%20sobre%20pedra

«São assim os poetas, devaneios, imaginação, hipóteses...»

POEMA ABERTO

hipótese que eu pus
de ser feliz, teve assim
a maneira de ser

um canto
sumindo a um canto

poema aberto ao Universo
Assim

bb, beijos do coração!

Nota: acabei ir vendo o texto, uma longa colagem de textos, de onde seria interessante ir buscar todos os textos com que alimentaste essa colagem. Para já, viagem a quem se aventure a seguir as ligações. Chegou minha hora de ir deitar, amanhã quero acordar ao principio da tarde, para ir para a praia! Smile Viva a República!

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bbrian



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MensagemEnviada: Qua Out 05, 2011 4:35 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Que vidão! Quem pode pode, e aqui chuva e chuva!
Se não nos fizermos hipoteses , devaneios e felizes a vida seria muito chata!
Muito sol Poeta! Beijos no coração!

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Qua Out 05, 2011 9:42 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

http://www.youtube.com/watch?v=j3JNNhlmLCg&feature=player_embedded

Ao som duma música magnífica escrevo, deixando a presença na leitura do que deixei para surgir publicado e agora – o está.
Enquanto esperava surgisse, dando presença ao dia que será amanhã passada a noite, é já o amanhã, passado o hoje. Fico aqui, um breve momento, no ricochete de impressões desencontradas, sobre o tempo.
Vou perder pouco tempo, cheguei quase à meia-noite e assisti participando no ver/ler a deixar um comentário:

http://poemadia.blogspot.com/2011/10/tapumes-metafisicos.html

«
CANTO MARGINAL

seu canto marginal,
como só o são as palavras
quando sobem
seguindo uma espiral
onde se muda de nível
a cada círculo aberto,
num ciclo infinito!
Assim

A_braços!!
»
Deixo – a escrita dos bastidores:

MARGINAL CANTO

só sei olhar para o umbigo
esperando ver dele
sair um cordão
umbilical à voz vi(n)da
de teus versos
onde me prendo
na forca onde balanço!
Mim

DES_REGULAMENTO

há um prazer letal,
uma força exagerada
uma perna sem canela
um pé sem apoio
um OVNI poisado
talvez um comboio
onde ando de barco!
R
6 de Outubro de 2011 00:23

bbrian escreveu:
Que vidão! Quem pode pode, e aqui chuva e chuva!
Se não nos fizermos hipoteses , devaneios e felizes a vida seria muito chata!
Muito sol Poeta! Beijos no coração!

BB,
Pego num comentário e venho com ele, para uma breve conversa. Sempre quis meter(-me) "À conversa na escrita" num romance, algo onde a imaginação dance e a realidade avance. Tua companhia Tatua feita tatuagem "que é para seguir viagem”, é estar como o personagem narrador-poeta R. Deixo que ele escreva o que escreve, passo a ter Assim como mestre, R como realizador, a viagem um filme, Mim a heroína, eu - a metafísica de experimentar esta física entregue à química da escrita. Tua companhia, preciosa! Vem-me um filme à memória, cheio de componentes épicos, onde o "precioso" é um anel. Você: meu mel Smile Assim se extraia uma essência, com o perfume de sua/tua presença. Necessário? Escrever sem necessidade alguma, rezar sem ir para o Céu, já lá estar. Vantagem de fazer esta viagem, vir te encontrar!
Mais um devaneio feliz, pela parte que me toca. Até amanhã!

http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/reparei-vi.html

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bbrian



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MensagemEnviada: Qua Out 05, 2011 10:32 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco, a imaginação sempre dança e a realidade sempre avança! Verdade pura! beijos no coração!

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MensagemEnviada: Qui Out 06, 2011 5:07 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
Francisco, a imaginação sempre dança e a realidade sempre avança! Verdade pura! beijos no coração!


BB,
A imaginação, para dançar, precisa alguma leveza e ritmo. O que acontece quando ele ritmo e ela leveza falham, pode ser o descalabro Idea Exclamation
Beijos do coração!

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MensagemEnviada: Qui Out 06, 2011 6:55 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco, tem razão. Como diz a música : cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.
O resto se entrega a cada olhar.
Beijos no coração!

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MensagemEnviada: Sex Out 07, 2011 4:47 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
Francisco, tem razão. Como diz a música : cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.
O resto se entrega a cada olhar.
Beijos no coração!


«cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é»
Fica li(n)da esta citação para passar ao que escrevi e passei, cá deixo.
Beijos do coração!

Nenhum texto é o mesmo, quando é lido por outro. Trata-se dum paradoxo que, como todos os paradoxos, é ultrapassado uma vez vista a vista em perspectiva. Neste ponto, este texto é o mesmo, para mim ou para outro.
O problema dos paradoxos é que são paradoxais, mesmo sendo estranha a estranheza que introduzem, é real o desfasamento entre o que é real e a realidade. O real é uma construção pessoal, um mundo de crenças e valores, a realidade está para lá e aquém da ficção: é o transcendente do momento que passa.
A partir deste momento passo a passar, transcrevo o que ontem escrevi.
07-10-2011 19:13:00

O que escrevi há pouco já me sabe a pouco, ou outro já sou ou, mudei de ideia. Falta passar o que escrevi já antes ou depois, dias que vêm depois de ontem, andando no passado.
07-10-2011 19:16:51

04.10.11

TRISTEZA

choro para dentro
procurando ser
das lágrimas

deixo a tristeza
falar comigo

para me rir sozinho
Assim

REZA

sim, sinto o sopro
gelado e tenso, sofro
um sopro do ar frio

um arrepio
tira-me o pio

também rio sozinha
Mim

05.10.11

ECLIPSE

choro
a água toda
duma piscina inteira
cheia com cloro

nadando nada
deitado a afogar-me
como um peixe

acabo por esbarrar
num eclipse

fico na lua, a caminho…

06.10.11

olhos inquisidores
onde brilha nua
alguma ironia

O QUÊ III

quase sempre
o poema é pergunta
ou resposta?

O QUÊ II

do pudor inocente
a odalisca trai
a volúpia

O QUÊ I

ia a caminhar
veio a sonhar
vai-se a rir

OK
07-10-2011 19:35:01

Viajando:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/flutuando-vii.html
Mais uma viagem:

é por essa altura
em dois dedos de prosa
levanta voo ou poisa
a poesia toda
onde a frase se desenha
procurando a forma!
05.10.11
http://searasdeversos.blogspot.com/2011/10/escrita.html

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MensagemEnviada: Sex Out 07, 2011 9:39 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Pois pois Poeta, o real é real e ponto. Na imaginaçao fazemos a realidade. Muitas vezes a tristeza vem, nos sopra frio. Dos arrepios nadamos treinando o voo. E que as Odaliscas traiam o pudor, cheguem os discos voadores e os poetas desenhem.
Sabe Francisco, lendo uma poesia num blogger que acompanho , que não é o seu nem de ninguém do fórum, li um poeta extremamente habilidoso na escrita. Tão habilidoso que imaginei se ele teria uma esposa, filhos, amigos, vizinhos, companheiros de trabalho? Conclui que ele é um limão de tão azedo.
Acho que os poetas não necessáriamente precisam presunção, nem só de dor, e angústia . Os poetas podem e devem rir, sorrir, gargalhar também. Vamos de um jantar de princesa a um pedaço de rapadura com angu. É o mundo da poesia que adocica o amargo.
Ah, o video é maravilhoso! Principalmente os comentários onde as mulheres se defendem e os homens também. Eu já acho que dividir por genero não dá, somos iguais, rsrsrs! Todos humanos, e CADA UM SABE A DOR E A DELICIA DE SER O QUE É.
Beijos no coração!

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MensagemEnviada: Sáb Out 08, 2011 10:20 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Um piano doce para acompanhar uma interrogação onde as horas se derretem e o extraordinário perde o extra e se torna ordinário, tempo parado depois de vibrar a corda batida pela última tecla?
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/transporte-ix.html

Escrever exige sacrifícios, rigor e exigência. Rio-me pensando como passa um rio vindo da nascente a caminho da foz para encontrar esta margem, onde digo o que não importa e exporto o que não digo? Não importa, é o que digo.
Agora pego num papel solto, onde me inspiro para estas reflexões onde os raios se refratam, a imagem se farta da visibilidade e cega. Olho – para o papel para – copiar as letras escritas à mão, agora em caracteres de imprensa.
«
Na leitura obtemos a realidade imaginada: imagens + nada. Tudo pode ser na realidade, só que estamos no domínio do real, do possível. É possível que…
Na realidade, a realidade, em imagens, imaginada, é nada: é ideia, pensamento, espírito sem matéria. 14/07/11
»
Agora seria interessante saber o que escrevi nesse dia, procurando fora deste papel.
«
14-07-2011 17:53:51

Da minha parte, ou da tua, é como com toda a gente, a comunicação acontece facilitada quando se deixa acontecer. A máxima precisão é quando o entendimento nem precisa de ser verbal, o meu tema foi colo. Cola, não cola? Não é preciso grande compreensão, não me venhas é pedir para não andar com outras pessoas sem te incluir, quando tu te excluis de estar comigo. Fazendo-o como o fazes, de maneira original ou nada original (nem sei o que pense), nada dizendo, explicando, dando a perceber. Também se pode dar o caso de ser burro, devia perceber todos os teus motivos e intenções e tu nem precisarias verbalizar? Pois é, como nem te vejo... se não verbalizares, por escrito, por telelé, mantemo-nos à distância e a proximidade é coisa que não acontece. Tu até podias ser uma fonte de reflexões, um tema romanesco de excelência, é pena é não ser dado a manter-me próximo do que me põe à distância. Agora devo andar romanesco, olha só o romance que já para aqui vai. Dá toque se quiseres que apareça, à noite, logo vemos se vou ou não ver o documentário que é sobre arte, artistas, essas cenas...

Se estivesse a ler um livro e me deparasse com uma resenha do que tinha lido até aí, teria de pensar qual seria a minha reacção. Primeiro teria de reagir, sem precisar de pensar, o pensamento me deixaria saber qual a minha reacção. Não reajo de outra maneira, penso como uma leitura me afeta. Pensando nisso… até me posso pôr aos saltos e guinchar como um macaco, será uma coisa a experimentar.

Não escrevo para ti, se aquilo que poderia escrever só daria para desentender, depois não escrevo sobre o que não me cativa e não me atrai, nem sequer para rejeitar. Rejeitar não é nada que me ocupe, como tu dizeres que ficas pensando que “estrelas caiam sobre as cabeças delas”. Elas, as minhas amigas que não te incluem na vontade de querer estar comigo. O que logicamente poderia acontecer, sim senhora, mas é lógico que seria mais fácil com amigas casadas que teriam também companhia com elas o que daria uma similitude e perfeito equilíbrio no encontro partilhado.
Depois fazes um resumo mental e dizes “o que tu queres é quecas, está bem mas… quero sentir que há comprometimento (e não volto a sentir que não estás comigo quando estás com as amigas)”. De que comprometimento falas, ninguém percebe. Não sabes dizer tu, também não sei eu. Sei o que vejo, observo, sinto, sei e, isso, o que entendes por comprometimento, não sei... Não te comprometes a interessar pelo meu bem estar, em ter companhia e dar companhia, toda a companhia ou falta dela gira em torno dos teus cansaços e ocupações. Quanto ao parênteses que há pouco incluído em fala tua, é?... É que o que dizes, que ainda temos que falar mais… nas amigas?
Apercebes que a conversa não colhe interesse e te é dado o resumo, extraindo o sumo de que o que temos dado é companhia e prazer quando a companhia dá prazer.
»
Saltando para o final, depois de mais prosa xaroposa, a coisa vem-se…
«
Acho que é bem claro que o que precisas é de relaxar e levar com ele até te cair em cima… esporra quente, leitosa, deliciosa, aquecendo a alma! Assim se esprema a esperma em imaginação, escorrendo pela garganta, aquecendo a vulva, tornando macia a pele, dando cheiro ao amor, fazendo calor e refrescando a emoção com prazer. Ou seja, poesia prática, o possível e o necessário e, conversa do que sinto, desejo e amarra as amarras duma esquizofrenia de sentir e pensar que te leva ao desejo de falar falar… Psicanálise, confissão, terapêuticas alternativas, conversas sobre sonhos, para conversar sobre sonhos tudo bem, para chover no molhado de falar no que falando não chega a lado nenhum nem tem remédio, tira-me da lista do psi e de dar absolvição ouvindo a confissão. Embora, não tendo credenciais nesses ramos, já fiz o que podia mas, o que não tem remédio nunca passa de remediado!
Gostaste do “romanesco”, cá tens pintado um fresco… com romance, envolvimento, paixão e amor. Só falta acrescentar… um coração! Coração.
»
(…)
«
similar ao verosímil
todas as palavras falam
da fala essa voz especial
a qual desperta nasce
do dizer do poeta

a poetisa saúda
em saudável poesia
uma realidade envolta
na sua voz tão pura canta
para cada alma que espanta!

ela fala do "menestrel hodierno"
dando-me vontade de lhe dizer
da realidade en_volta...

Beijos do coração, pois claro Smile
»
Agora faltaria saber o que publiquei nesse dia…
Chegamos a um ponto em que sabemos o que sempre soubemos, nada do que escrevemos ou dizemos fica verdadeiramente escrito, só a miragem reverbera no ar!
Tiramos o “só”, o “a”, depois de se pôr em maiúsculas, damos a depor o título:

MIRAGEM REVERBERA NO AR

bbrian escreveu:
Pois pois Poeta, o real é real e ponto. Na imaginaçao fazemos a realidade. Muitas vezes a tristeza vem, nos sopra frio. Dos arrepios nadamos treinando o voo. E que as Odaliscas traiam o pudor, cheguem os discos voadores e os poetas desenhem.
Sabe Francisco, lendo uma poesia num blogger que acompanho , que não é o seu nem de ninguém do fórum, li um poeta extremamente habilidoso na escrita. Tão habilidoso que imaginei se ele teria uma esposa, filhos, amigos, vizinhos, companheiros de trabalho? Conclui que ele é um limão de tão azedo.
Acho que os poetas não necessáriamente precisam presunção, nem só de dor, e angústia . Os poetas podem e devem rir, sorrir, gargalhar também. Vamos de um jantar de princesa a um pedaço de rapadura com angu. É o mundo da poesia que adocica o amargo.
Ah, o video é maravilhoso! Principalmente os comentários onde as mulheres se defendem e os homens também. Eu já acho que dividir por genero não dá, somos iguais, rsrsrs! Todos humanos, e CADA UM SABE A DOR E A DELICIA DE SER O QUE É.
Beijos no coração!


BB,
Não sei que mais diga do que escrevi, dar o "xarope" todo? Porque não... Porque não Smile
O "porque sim" está mais na moda, porque não?
«Vamos de um jantar de princesa a um pedaço de rapadura com angu», rapando... me fala. o que é angu?
Beijos do coração!

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MensagemEnviada: Dom Out 09, 2011 10:56 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

PROSA XAROPOSA

Acordo curioso de saber se ainda estou vivo e consigo lhe dizer todo o meu amor, mesmo tendo virado Zombi. Êxito entre Bambi e Zombi, para estar calado, qualquer das palavras faz o mesmo sentido. Ninguém vai chamar: - Zombi, querido, o pequeno-almoço está à sua espera!
Aconteceu agora, por mero acaso, estava precisando de mimo e duma fada! Chamei-a e ela apareceu, como os sonhos.

PARA ILUSTRAR

Não gosto de xarope e gosto de licor, mesmo em xarope. O nome das coisas altera a realidade, Bambi trota na floresta perseguindo uma borboleta grande e colorida. Apanho-o num desenho a preto e branco, para ser como está, para ilustrar.

ESQUECIMENTO

Gosto de xarope, tem é de ter álcool? Esta dúvida, deixa-me uma dúvida e uma certeza: tenho de procurar aquela, esta é esta. A posse da certeza dá uma confiança enorme ao Zombi, zomba da vida e da morte, imortal! Grande tombo (o) espera, corre e mergulha!

DECOMPONDO

Se ficasse a saber como se escreve um texto cuja ambição seja viver muito tempo, teria de ter muito tempo para o ler. Te_ria… de sair da Terra em ondas de rádio, luminosos, astrais. Correr para os astros, decompondo o Verbo em todos os tempos!

Noutro dia acordei, pus-me a escrever deste modo, com títulos por parágrafo(s). Vou procurar.

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MensagemEnviada: Seg Out 10, 2011 1:33 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Quando eu melhorar a estafa venho aqui continuar a coversa! Beijos no coração!

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MensagemEnviada: Seg Out 10, 2011 3:11 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Fui ver o que ontem terei publicado blogando...
«
BOLINHAS X

serão os olhos
azuis dos homens
verdes?
»
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/bolinhas-x.html

Assim & Mim leram e escreveram, vou deixar em sobrepoesia(s).
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39419#39419
Respondi a comentário:
«
A.
Depois de ler o que escreves, devo especificar, o que escreveste, “veste a realidade o manto diáfano da fantasia”? Falta-nos o Eça de Queirós, para arrumar a questão com a sua ironia fulminante! Quando não sabemos a resposta a questões tão básicas sobre a presença ou não da fantasia, estou a fantasiar…
Às vezes è fantástico, outras apenas surpreendente. Neste caso meto o dente na surpresa e espremo-a como uma laranja aberta em gomos, mordendo cada um. Os extraterrestres têm seus OVNIS e para não ficar invejoso, penso ter um ovo estrelado de gema bem quente e saboroso. Voo no paladar e fecho os olhos para ver corres sensoriais onde a visão mistura todas as cores e pinta o palatino com a arte do renascimento de cada momento saboroso onde prevalecem a sensação de sabores. A saber, é aí que se define uma resposta verdadeira e integral, às cores Smile
Bem vindo, boa semana! Abraço
»
A. tem um blog onde comentei:
http://krystaldalma.blogspot.com/2011/10/humanidade-suicida.html
«
… entre a Razão nos Poemas… lendo a branco em fundo negro. Sem meditar, sem mediar… salto para os comentários ou espero que apareçam. Não tento ter ideias próprias… as mais apropriadas parecem-me ser truísmos ou constructos onde se amalgamam todas as palavras, como se elas amacem ter um sentido etimológico e beber da lógica dum “primeiro sentido”. O meu primeiro sentido viaja a bordo da leitura e não desembarca no final, continua a espiral e sobe na hélice do parafuso sem fim na horizontal… tendo por continuidade a próxima leitura, que poderá ser amanhã Smile
Bom motivo para não apresentar outros argumentos, os momentos falam por si e, na leitura da Poesia, os melhores silêncios são os mais preenchidos.
A_braços!!
»
Se passar o que ontem ia passar, volto a passar Smile
«Eça de Queirós, para arrumar a questão com a sua ironia fulminante!»
Às vezes escrevemos o que nos vem à cabeça sem olhar como o olhar dos outros pode ver, pensando o que teremos visto...
Não há nenhuma questão para arrumar e a ironia fulminante com direito a exclamação, parece uma tentativa de tirar a pele a um peixe?
Nem penso para escrever, a verdadeira arte é o artista acertar até de olhos vendados. Quanto às falhas, sejam como o espaço entre as estrelas.

bbrian escreveu:
Quando eu melhorar a estafa venho aqui continuar a coversa! Beijos no coração!


BB,
Cá estarão já estas palavras e eu com elas, sempre a esperando de braços abertos. A_braços!!

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MensagemEnviada: Ter Out 11, 2011 9:57 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Poeta, começo por onde termina,"o espaço entre as estrelas".
Não há ironia para se arrumar, a ironia em si já é organizada, às vezes com requinte cruel, mas real.
E o que os grandes poetas podem fazer é preencher os espaçaos entre as estrelas de cores, beleza, afeto, poesia.
À vida cabe ser como é.
A poesia liga as estrelas com a magia, com massagens, sabores...
E os belos contistas embarcam em suas naves, sereias, baleias caídas das nuvens, silenciosos ou falantes rumo ao mundo da fantasia.
E porque não um piano doce para acompanhar o caminho das estrelas?
Beijos no coração !

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MensagemEnviada: Qua Out 12, 2011 8:40 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

MARCANDO PASSO NA HISTÓRIA

As coisas acontecem, independentemente da nossa mente? Tudo que acontece pode ser a história duma narrativa, forma-se na mente e não mente. Não mente porque é a verdade, o que permite quase tudo: a ficção mais imaginosa e delirante, à desmemória mais vazia. Havendo vida, entendida com(o) consciência, então há história.
A história perde-se quando continua sempre igual, é uma mesmice sem capacidade de dar palavras para a diferença. A História começou com a escrita, com a Escrita começou a história. Não as histórias, a singularidade deste registo “a história”, uma espécie de tudo ou nada dum talvez no quase, quase em tal vez… Dando conta da actividade subjacente ao acto de escrever, ela pode ser mais representativa que ter sinal aberto em cartório. Não se trata de poder ser reconhecida a nossa assinatura, aponta para a possibilidade do reconhecimento da identidade de todo o texto.
Assim sou eu, quando Assim ou assado, faço da heteronímia uma realidade presente, diferente dum referencial do passado. Já não é Pessoa, um outro dá continuidade a essa história. Não se trata apenas da heteronímia, nem só mas também o revisitar da realidade da sua fantasia. É o tentar corporizar de percursos semânticos de diferenciada sintaxe, numa realidade prosódica onde nos divertimos à procura duma paródia que, curiosamente, se leva a sério. E é essa curiosidade a levar-me a procurar pistas, onde estava a alpista, onde estiveram pássaros, onde uma pena, várias, muitas, podem ser marcas de grande actividade e alegria pássaral…
Passa, passará? Quando passar, passei-me, terei “batido as botas”!

bbrian escreveu:
Poeta, começo por onde termina,"o espaço entre as estrelas".
Não há ironia para se arrumar, a ironia em si já é organizada, às vezes com requinte cruel, mas real.
E o que os grandes poetas podem fazer é preencher os espaçaos entre as estrelas de cores, beleza, afeto, poesia.
À vida cabe ser como é.
A poesia liga as estrelas com a magia, com massagens, sabores...
E os belos contistas embarcam em suas naves, sereias, baleias caídas das nuvens, silenciosos ou falantes rumo ao mundo da fantasia.
E porque não um piano doce para acompanhar o caminho das estrelas?
Beijos no coração !


Amiga, muito bom ser trazido por tuas palavras encontradas antes de ir
(«A poesia liga...»)
em "sobrepoesia(s)" deixar mais um dueto A & M, agradecendo mais um comentário que ontem li e agora irei procurar.
Para aqui deixo uma prosa estapafúrdia ou talvez não, batida neste teclado.

Como quero ir ao blog, vou passar:

CONVERSO
XI

tu não és
parecido com nada
desconhecido
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/converso-xi.html

RESPOSTA XII

tu és
parecido
contigo
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/resposta-xii.html

DIA 13 XIII

o treze
é o número
da sorte!

Para deixar dois comentários quando publicar:

Acrescenta uma ideia para um verso

Faz do verso um horizonte nessa linha

Nesta linha... com uma frase curta, curto... encurto.
Beijos do coração!

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