| Autor |
Mensagem |
bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 12, 2011 9:55 pm |
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Francisco,
Sorte traga o 13
E todos os números infinitos. Beijos no coração! Muita inspiraçao Poeta! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Out 13, 2011 7:11 pm |
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| bbrian escreveu: |
Francisco,
Sorte traga o 13
E todos os números infinitos. Beijos no coração! Muita inspiraçao Poeta! |
BB, você é um alento! Eu, ficando lento, hoje vou ler. Já viajei, pelo Vinicius:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39444#39444
Deu um nº bonito!
Já volto...
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39446#39446
Estive aqui; visitei-te, trago citação:
«A sina: a autoria: dádiva: o [entendido/ estendido/ atendido/ assumido/ pretendido/ confundido/ sustenido/ aspergido/ perdido/ aludido/ sortido/ querido/ ...] poeta»,
Vinícius de Medeiros
Passo a:
«A MATÉRIA REAL
Há coisas que não se combinam previamente, não se pensam como ideias que idealizam a realidade à procura de se materializarem. Esta é a matéria real do real, o que na realidade a realidade nunca chega a ser enquanto não é o sonho do que sonha.»
Podes encontrar na ligação à primeira publicação, acho que diz tudo… sem mostrar os planetas à volta das estrelas? Qualquer palavra deve poder ser uma ignorância a mais!
Até amanhã, beijos. |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Sex Out 14, 2011 2:25 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
«A MATÉRIA REAL
Há coisas que não se combinam previamente, não se pensam como ideias que idealizam a realidade à procura de se materializarem. Esta é a matéria real do real, o que na realidade a realidade nunca chega a ser enquanto não é o sonho do que sonha.»
Podes encontrar na ligação à primeira publicação, acho que diz tudo… sem mostrar os planetas à volta das estrelas? Qualquer palavra deve poder ser uma ignorância a mais!
Até amanhã, beijos. |
Olá!
Que troca boa vocês têm por aqui, hein!?
Saibam, Bia e Francisco: isto escrito sobre A MATÉRIA REAL levou-me a lembrança de um livro que li tempos atrás: "Estética da Ginga - A arquitetura das favelas através da obra de Hélio Oiticica".
A autora, Paola Berenstein Jacques, tratou de analisar a relação do artista/obra/meio através das figuras conceituais de fragmento/ labirinto/ rizoma.
Lembrei do fragmento: unidade ínfima de universo próprio/ peça de contornos abertos/ de um suposto mosaico final predefinido que se encaixa às outras num mosaico [ o mesmo/ novo], com os fragmentos de novo/ novos!
Ignorâncias mais! |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sex Out 14, 2011 10:32 am |
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Vinicius, aqui a página é do Grande Poeta Francisco, ele me da a chance de penetrar labirintos preciosos e desafiantes. Eu tento sempre chegar perto do calcanhar dele e isto muito me enriquece. Sempre com muito cuidado para não borrar um espaçao tao gratificante e com todo respeito que merecem os grandes poetas. Tenho certaza que Francisco o convidaria também e eu teria um parceiro a altura do Francisco para ajudar-me a desbravar seus castelos e nobreza.
No meu espaço tatua meus terraços de favelas estão sempre abertos a sol e chuvas. Sinta-se convidado! Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sex Out 14, 2011 5:58 pm |
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| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Olá!
Que troca boa vocês têm por aqui, hein!?
Saibam, Bia e Francisco: isto escrito sobre A MATÉRIA REAL levou-me a lembrança de um livro que li tempos atrás: "Estética da Ginga - A arquitetura das favelas através da obra de Hélio Oiticica".
A autora, Paola Berenstein Jacques, tratou de analisar a relação do artista/obra/meio através das figuras conceituais de fragmento/ labirinto/ rizoma.
Lembrei do fragmento: unidade ínfima de universo próprio/ peça de contornos abertos/ de um suposto mosaico final predefinido que se encaixa às outras num mosaico [ o mesmo/ novo], com os fragmentos de novo/ novos!
Ignorâncias mais! |
| bbrian escreveu: |
Vinicius, aqui a página é do Grande Poeta Francisco, ele me da a chance de penetrar labirintos preciosos e desafiantes. Eu tento sempre chegar perto do calcanhar dele e isto muito me enriquece. Sempre com muito cuidado para não borrar um espaçao tao gratificante e com todo respeito que merecem os grandes poetas. Tenho certaza que Francisco o convidaria também e eu teria um parceiro a altura do Francisco para ajudar-me a desbravar seus castelos e nobreza.
No meu espaço tatua meus terraços de favelas estão sempre abertos a sol e chuvas. Sinta-se convidado! Beijos no coração!
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Caro Vinícius e querida bbrian,
Ocês se merecem e me deixam bom para escrever como se fosse Assim, esse cara, o Assim, nunca assina prosa, então, é tudo meu
Porque é que se merecem? bbrian diz ser tatua e brinca dessa inocência, Vinícius fala de ignorância dando magnífica informação:
«fragmento: unidade ínfima de universo próprio/ peça de contornos abertos/ de um suposto mosaico final predefinido que se encaixa às outras num mosaico [ o mesmo/ novo], com os fragmentos de novo/ novos!»
rematando: «Ignorâncias mais!»
Chega a ser "ironia sensual"!
Dedico a ocês conto contado, aqui mesmo, agora mesmo... com estes dedos 1 e 2, o 1 foi o indicador esquerdo, o 2 o indicador direito. Como dactilógrafo parece não deixo de estar sempre a apontar, com estes dois dedos
A_braços!!
A PINTURA E A MATEMÁTICA
Ela ditava e não eram leis, valiam o mesmo. Ditado o tema, eu escrevia, ela lia. No fim batíamos palmas, ela era o meu público, eu era o público dela. Andávamos a escrever um livro de contos, era suposto contarem esta história: um contista, mais a sua musa, divertiam-se muito. Faziam dos contos verdadeiras peças para representar na cama, o colchão, de molas, é que aguentava os pulos.
“Pulos” de lado… nem os leio nem os dou a ler. Vez por outra vou buscar um desses títulos com tanto de sugestivo como de hipóteses para usar como próteses na imaginação, sem a minha musa a tusa passou a ser uma coisa para o careca “de quem elas gostam mais” tirar o chapéu à sua própria chalaça. Usando talvez por graça, graça, como sinónimo. Sem graça nenhuma, usado desta maneira, por minha desgraça.
Sou assim, este contista desempregado pela musa, a fazer contos. Este, prometi a mim mesmo, vai ter um final muito feliz. Amanhã leio-lho na cama, de memória, e vai ser a glória! Na, não me convence, vence-me. A minha desmotivação é, pelo menos, tão grande como… Como é mesmo? A sua falta é que me faz falta, amanhã, na sua cama, encho-me de manha e amanhecem “Os amanhãs que cantam!”. Ah, camarada, a camaradagem é a coisa melhor do Comunismo.
A ideologia sempre foi o meu forte, a militância como uma melancia, verde por fora, vermelha por dentro. Faltava falar deste aspeto, aspeto também perde o c? C!?... Cadê o c de aspecto?
«
aspecto (ét ou éct)
(latim a[d]spectus, -us, olhar, presença, sentido da vista, aparência, forma)
s. m.
1. Feição que um objecto apresenta à vista.
2. Circunstâncias ou fases de um assunto.
3. Situação recíproca dos astros.
Dupla grafia pelo Acordo Ortográfico de 1990: aspeto ou aspecto
»
De que aspecto estava eu a falar, não é mesmo? Esse é o meu final feliz, saber que vais bater palmas e saltar a pés juntos de alegria, nem que seja só e apenas… fantasia minha.
Afasto-me dos temas? Às vezes passo-lhes ao lado mas, se continuarmos até ao infinito, até duas rectas se encontram, por paralaxe, quando o conto chega – ao seu – Fim.
Já agora, escrevi este conto porque…
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/04/paramecia.html
Fui ver onde me levava este endereço, li e escrevi, o que se pode ler.
O meu amor me deu por tema… "PRIMAVERA": assim.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39458#39458 |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Out 15, 2011 12:15 am |
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Poeta, tatua não brinca de inocência, ela eu, tem um sobrenome muito significativo. Falando em tatua ANALFABETA torço pela continuidade de Ouroana, mas da Ouroana a beira da fonte e do trovador que a segue. Eu gostaria muito de ver na inspiração do Poeta o que seria desta mulher.Eu tenho na simplicidade e limitaçoes de tatua uma história, sou curiosa para saber a sua. Sem complicar, apenas da Ouroana sonhadora. Se algum dia apetecer terminar eu adoraria ler.
Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Qua Out 19, 2011 9:37 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Olá!
Que troca boa vocês têm por aqui, hein!?
Saibam, Bia e Francisco: isto escrito sobre A MATÉRIA REAL levou-me a lembrança de um livro que li tempos atrás: "Estética da Ginga - A arquitetura das favelas através da obra de Hélio Oiticica".
A autora, Paola Berenstein Jacques, tratou de analisar a relação do artista/obra/meio através das figuras conceituais de fragmento/ labirinto/ rizoma.
Lembrei do fragmento: unidade ínfima de universo próprio/ peça de contornos abertos/ de um suposto mosaico final predefinido que se encaixa às outras num mosaico [ o mesmo/ novo], com os fragmentos de novo/ novos!
Ignorâncias mais! |
| bbrian escreveu: |
Vinicius, aqui a página é do Grande Poeta Francisco, ele me da a chance de penetrar labirintos preciosos e desafiantes. Eu tento sempre chegar perto do calcanhar dele e isto muito me enriquece. Sempre com muito cuidado para não borrar um espaçao tao gratificante e com todo respeito que merecem os grandes poetas. Tenho certaza que Francisco o convidaria também e eu teria um parceiro a altura do Francisco para ajudar-me a desbravar seus castelos e nobreza.
No meu espaço tatua meus terraços de favelas estão sempre abertos a sol e chuvas. Sinta-se convidado! Beijos no coração!
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Caro Vinícius e querida bbrian,
Ocês se merecem e me deixam bom para escrever como se fosse Assim, esse cara, o Assim, nunca assina prosa, então, é tudo meu
Porque é que se merecem? bbrian diz ser tatua e brinca dessa inocência, Vinícius fala de ignorância dando magnífica informação:
«fragmento: unidade ínfima de universo próprio/ peça de contornos abertos/ de um suposto mosaico final predefinido que se encaixa às outras num mosaico [ o mesmo/ novo], com os fragmentos de novo/ novos!»
rematando: «Ignorâncias mais!»
Chega a ser "ironia sensual"!
Dedico a ocês conto contado, aqui mesmo, agora mesmo... com estes dedos 1 e 2, o 1 foi o indicador esquerdo, o 2 o indicador direito. Como dactilógrafo parece não deixo de estar sempre a apontar, com estes dois dedos
A_braços!!
A PINTURA E A MATEMÁTICA
Ela ditava e não eram leis, valiam o mesmo. Ditado o tema, eu escrevia, ela lia. No fim batíamos palmas, ela era o meu público, eu era o público dela. Andávamos a escrever um livro de contos, era suposto contarem esta história: um contista, mais a sua musa, divertiam-se muito. Faziam dos contos verdadeiras peças para representar na cama, o colchão, de molas, é que aguentava os pulos.
“Pulos” de lado… nem os leio nem os dou a ler. Vez por outra vou buscar um desses títulos com tanto de sugestivo como de hipóteses para usar como próteses na imaginação, sem a minha musa a tusa passou a ser uma coisa para o careca “de quem elas gostam mais” tirar o chapéu à sua própria chalaça. Usando talvez por graça, graça, como sinónimo. Sem graça nenhuma, usado desta maneira, por minha desgraça.
Sou assim, este contista desempregado pela musa, a fazer contos. Este, prometi a mim mesmo, vai ter um final muito feliz. Amanhã leio-lho na cama, de memória, e vai ser a glória! Na, não me convence, vence-me. A minha desmotivação é, pelo menos, tão grande como… Como é mesmo? A sua falta é que me faz falta, amanhã, na sua cama, encho-me de manha e amanhecem “Os amanhãs que cantam!”. Ah, camarada, a camaradagem é a coisa melhor do Comunismo.
A ideologia sempre foi o meu forte, a militância como uma melancia, verde por fora, vermelha por dentro. Faltava falar deste aspeto, aspeto também perde o c? C!?... Cadê o c de aspecto?
«
aspecto (ét ou éct)
(latim a[d]spectus, -us, olhar, presença, sentido da vista, aparência, forma)
s. m.
1. Feição que um objecto apresenta à vista.
2. Circunstâncias ou fases de um assunto.
3. Situação recíproca dos astros.
Dupla grafia pelo Acordo Ortográfico de 1990: aspeto ou aspecto
»
De que aspecto estava eu a falar, não é mesmo? Esse é o meu final feliz, saber que vais bater palmas e saltar a pés juntos de alegria, nem que seja só e apenas… fantasia minha.
Afasto-me dos temas? Às vezes passo-lhes ao lado mas, se continuarmos até ao infinito, até duas rectas se encontram, por paralaxe, quando o conto chega – ao seu – Fim.
Já agora, escrevi este conto porque…
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/04/paramecia.html
Fui ver onde me levava este endereço, li e escrevi, o que se pode ler.
O meu amor me deu por tema… "PRIMAVERA": assim.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39458#39458 |
...Camaradagem!, vislumbro quão belo é o reconhecimento do sagrado: poder achar o conto em um romance!
Dupla grafia - lembro bem, mas não é comum o uso de "aspeto" no Brasil. No site da Academia Brasileira de Letras, consta as duas palavras: Aspecto e aspeto. Até parece-me estranho considerar um aspeto: Parece uma desconsideração com o que pode ser a ruptura ou fagulha do definido a ser analisado, na contribuição (espacial) do Francisco, sou levado a expressar ser o uso do aspeto uma falta de perspectiva cósmica...
Não vi nenhuma consideração de alteração em pacto, impacto, intelecto, espectro..?
Fiquei triste por minhas novas idéias (tão vendo, algumas não abandonamos tão facilmente) - agora, ideias - perderem a projeção de acento - ficaram como se perdessem o plano de voo (que perdeu o seu rasante), acelerando em forma mais terrena.
Abraços, colegas. |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Out 19, 2011 9:46 pm |
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| bbrian escreveu: |
Poeta, tatua não brinca de inocência, ela eu, tem um sobrenome muito significativo. Falando em tatua ANALFABETA torço pela continuidade de Ouroana, mas da Ouroana a beira da fonte e do trovador que a segue. Eu gostaria muito de ver na inspiração do Poeta o que seria desta mulher.Eu tenho na simplicidade e limitaçoes de tatua uma história, sou curiosa para saber a sua. Sem complicar, apenas da Ouroana sonhadora. Se algum dia apetecer terminar eu adoraria ler.
Beijos no coração! |
bbrian e Vinícius,
Bom encontrá-los aqui! BB já havia visto, Vinícius vi agora.
Coisas que passei:
14.10.11 Sexta-feira
?? NU VENS…
à sombra do rio correm
nuvens no céu
levadas…
enquanto penso
o que é isto?
de fazer a poesia arte?
Assim
15.10.11 Sábado
MARCA
O dia foi-se, noite avança, o dia não tarda, deixo esta marca na noite.
16.10.11 Domingo
DOCE ÁGUA (UMA DOSE DE POESIA)
O ontem, o hoje, os dias – a passar.
Há, na poesia, um ressoar da voz…
É onde, de nós, nasce canto, brota:
Uma mina gera de si a nascente,
Dá uma bica que deixa a correr
Essa água da vida, ganhando curso.
Absorvida na Terra, evaporada ao Ar
Condensada de novo nas nuvens…
Se longo é o seu caminho será mar
Temperada pelo sal do oceano
Onde dão os cursos de água doce!
Para contar a história de Ouroana, onde a conheci, daria a ler um livro. Grande, de capas alaranjadas, da cor dum véu árabe, deixando ver os olhos de... Ouroana?
Deixo, com a dúvida levantada, a sorte e o azar dos personagens. Ganham lugar na paisagem, esta não muda, eles passam… pela incerteza, até ao esquecimento ou morte, de quem se esquece a seguir.
Numa sequência onde, em consequência, sempre a escrita esperará a leitura, venha ou não venha, o destino espera, é espera, é tudo e nada… evaporando-se ou correndo ou ficando/ onde a_mar
Esperarei por dormir para acordar, agora continuo, como comecei a parte de dia do dia, entre a noite de ontem e a de hoje.
É lógico que a Lógica, por ser e quando (o) é, dá-se a conhecer ou, pelo menos, a ser reconhecida como “algo”/ alvo existente.
Um blog é um contínuo de textos/publicações que se organizam do último para o primeiro; tenho, por mais de uma vez, tentado subverter esta lógica. Isso só pode ser conseguido concebendo meios e formas de introduzir variações: várias ações. Neste caso, a introdução dos comentários como uma lógica dis_tinta… onde se escreve.
{A p_rosa transformada em “versos” a ver-se a Rosa, na possibilidade de captar, no ar, nu, o seu aroma.}
17.10.11 Segunda
A MEUS SANTOS
Gosto da realidade fertilizada de caos e devaneio, ser vão dá-me a ideia de ser amplo!
O corpo está guardado dentro das ideias, gerando uma inversão objectiva da observação, somos os observados de nós. As ideias olham o corpo como coisa sua, mas idealizando-se outra coisa: aqui se estabelece a dualidade.
Preparo-me para ser outra coisa, algo além do que me lembro de mim, um alvo móvel movendo-se quando me movo, sem conhecimento prévio dum mecanismo. Tudo tem de ser inventado, até voltar a ser o que era. No final é o costume, volto a casa, sento-me à mesa, escrevo o que vier à cabeça, o corpo descansa, as ideias pairam, paro quando apetecer. O controlo é remoto, mas está na minha mão. O Espírito Santo é uma pomba em gesso e deixa-se afagar, como uma Virgem num altar público, se não houver ninguém a ver que possa incomodar.
Neste momento entra você e vê-me a fazer festas à Virgem, indecorosas, tentando chegar ao gesso.
Ajoelha e reza, como se não fosse nada consigo. Retiro a mão, ajoelho a seu lado:
– Gostava de lhe explicar o que viu, posso?
– Consegue? Sorri ao falar.
– Consigo, consigo. Se sigo com a sua atenção, as palavras virão juntar-se ao que os seus olhos viram e começarei a contar uma história, aparentemente estranha, mas só na aparência. Até chegar o momento em que você entra e me vê e eu a vejo. Antevejo ser esse momento onde a história acaba por começar, antes nada tinha sido escrito, ou seja, pensado. Trata-se duma história onde, quem conta, já não está sozinho.
– Antes de chegar essa história, ela pode ser abreviada? Já está a moldar um meio sorriso, cheio de ironia.
– Pode! Estava a pagar uma promessa. Acredita?
– Acredito. Resposta rápida, como se devesse continuar a minha.
– Viu, a fé tudo resolve. Deve ter soado a pouco, mas responde como se me levasse a sério.
– Por esse motivo venho até este local de culto, mostrar a mim mesma que não estou só e tudo é possível…
– Consegue? Tolo, quase a interrompi.
– Conseguiu pagar a promessa?
Agora lembro, a Virgem está a sorrir, com cara de quem… se quer rir
Só me falta explicar o título dado ao conto, diz não ser necessário? Eu agradeço… “a meus santos”.
Custou, mas já está, passei.
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-15-xv.html |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 19, 2011 10:47 pm |
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Francisco, se fiz a ligaçao certa a água é doce. Recuso-me acreditar em opressão. Felicidade é tudo que você merece! Beijos no coração! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Out 23, 2011 11:39 pm |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Seg Out 24, 2011 8:16 am |
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Bom que apague, gosto das versoes. A poesia estende-se a cada pensador. Deve-me uma promessa! Beijos no coração!Felicidade é tudo que merecemos! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Out 24, 2011 9:58 pm |
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| bbrian escreveu: |
Bom que apague, gosto das versoes. A poesia estende-se a cada pensador. Deve-me uma promessa! Beijos no coração!Felicidade é tudo que merecemos! |
bbrian,
Pode já ser o sono a implicar com a vigilia, «Bom que apague»: o que devo apagar?
Quanto à promessa, não está esquecida!
Seleccionei uma passagem:
«
Ouroana vivia novamente num misto de alegria e tristezas intensas. A vida dera-lhe, finalmente, um sinal de felicidade.
», p.421 de A Escrava de Córdova de Alberto S. Santos.
Farei a resenha do livro  |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Seg Out 24, 2011 10:05 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
Bom que apague, gosto das versoes. A poesia estende-se a cada pensador. Deve-me uma promessa! Beijos no coração!Felicidade é tudo que merecemos! |
bbrian,
Pode já ser o sono a implicar com a vigilia, «Bom que apague»: o que devo apagar?
Quanto à promessa, não está esquecida!
Seleccionei uma passagem:
«
Ouroana vivia novamente num misto de alegria e tristezas intensas. A vida dera-lhe, finalmente, um sinal de felicidade.
», p.421 de A Escrava de Córdova de Alberto S. Santos.
Farei a resenha do livro  |
Eita que eu quero um pouco desse sono emprestado, rs. Apague as versões. Igual como tenho de Ouroana, mas quero ver a sua. E assim sempre. Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Out 25, 2011 8:53 pm |
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| bbrian escreveu: |
Eita que eu quero um pouco desse sono emprestado, rs. Apague as versões. Igual como tenho de Ouroana, mas quero ver a sua. E assim sempre. Beijos no coração! |
Quando alguém está tendo dificuldade em perceber, com ironia ou sem se pode perguntar "Quer que faça um desenho?". Estou quase pedindo para ocê me fazer um desenho Onde devo procurar as versões a apagar, o riginal a deixar ficar?
Ao voltar à Ouroana e Abdus, contando a história, posso e acho devo falar do destaque na contra capa:
«Conseguirá o amor vencer as barreiras da religião?»
A minha primeira curiosidade foi ver como estariam tratadas as diferenças religiosas entre o Cristianismo da Ouroana e o Islão de Abdus, a continuar.
Beijos do coração! |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Ter Out 25, 2011 9:00 pm |
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Francisco, eu lhe pedi um conto sobre Ouroana e dei minha versão, disse que apague a minha versão sobre ela. Desenhado?
Ouroana pra mim não tem religião. Suas vestes não na minha versão nada tem a ver haver com religiao e sim uma maneira de ver como o mundo olha pra ela.
Melhor deixar isso pra la! Beijos no coração! |
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