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bbrian



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MensagemEnviada: Qua Out 05, 2011 4:32 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco, merece mesmo ser incorporado, é maravilhoso. Só prá provocar acho que ja fui bailarina em outras vidas, rs, OUTRAS VIDAS é com você mesmo, né! rs!

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bbrian



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MensagemEnviada: Qua Out 19, 2011 7:57 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

http://youtu.be/zMxW-IMUzaM

http://youtu.be/MARnmHjWLbI


MENTIRA QUE EU MENTI.

Eram pretos de furos salpicados, o único digno de ir ao jardim. De um tempo firme revirado à chuva , molharam.
Cuidadosamente foram limpos e colocados no beiral do fogão à lenha, secariam mais rápido.
Um amanheceu queimado entre as brasas. Que pavor!
Como ganhar outro sobre a alegação de descuido e desleixo? Não tive dúvida: planejei a mentira!
Joguei-os no riacho lá no fundo do quintal. Esperei a confirmação que seguiriam a descida d’água.
Jurei de pés juntos que não passou de um roubo, sem jamais apontar um ladrão que não existia. Só eu sabia do verdadeiro culpado, o vento.
Hoje tenho muitos, de várias cores. A vida explica tantos pares de sapatos!

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Qua Out 19, 2011 9:30 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
Francisco, merece mesmo ser incorporado, é maravilhoso. Só prá provocar acho que ja fui bailarina em outras vidas, rs, OUTRAS VIDAS é com você mesmo, né! rs!


"Outras vidas" um título sugestivo para mostrar até uma paisagem árida, um prado, uma colónia de insetos, um jardim florido. Estou passando para chegar a À conversa na escrita, tudo tem a ver com tudo.
Beijos no coração, do coração!

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bbrian



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MensagemEnviada: Qui Out 20, 2011 8:58 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco, quando brinquei com você sobre OUTRAS VIDAS falei de vidas espirituais, as quais acredito que vocÊ NÃO ACREDITA. Beijos no coração!

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Sáb Out 22, 2011 10:30 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
Francisco, quando brinquei com você sobre OUTRAS VIDAS falei de vidas espirituais, as quais acredito que vocÊ NÃO ACREDITA. Beijos no coração!


Quando foquei a atenção em "Outras vidas" chamou-me a atenção a presença dum título sob o qual se pode escrever "qualquer coisa"!...
Sua ausência é sentida, como sua presença é uma "constante" que merecia a presença dum símbolo matemático! O que é que isto quer dizer? Quer dizer!... diz o que cada um quiser... ler.
Aproximamo-nos do final do mês, já deixei agendado XXIII. Continuo os capítulos onde você deixou de comentar, mas deixo ligação para o último comentário, onde vou deixar um vídeo junto com o texto; o que vai implicar novo comentário?
Já está!
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-18-aoue-rupestre-xviii.html?showComment=1319290036047#c9044038177684791871
/
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-18-aoue-rupestre-xviii.html
Beijos do coração!

http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-20-ilusao-xx.html
Mais um video, com um comentário im_preciso:
«Simpatia é o que nós precisamos, meu amigo», vídeo.
Agora, é almoçar; logo volto.

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bbrian



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MensagemEnviada: Sáb Out 22, 2011 12:19 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco, não comento seu blogger porque não tenho mais blogger e nem sei se tem como comentar não tendo blogger. Sempre escrevi e sempre sincera que você é um Mestre, Um Gigante das Letras . Você é Poeta, eu escrevo coisas, apenas sinto a poesia de acordo com minha sensibilidade e capacidade. Comentar me deixa constrangida muitas vezes, sei dos meus limites. Mas na sua lista de leitores sou assidua e na fila de outografros a primeira. Enquanto você escrever e minha visão chegar e eu puder dominar as dificuldades que tenho em lidar com o computador jamais deixarei de ler você. Belo vídeo, belas poesias! Voltarei a reler! Beijos no coração!

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Sáb Out 22, 2011 3:29 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
Francisco, não comento seu blogger porque não tenho mais blogger e nem sei se tem como comentar não tendo blogger. Sempre escrevi e sempre sincera que você é um Mestre, Um Gigante das Letras . Você é Poeta, eu escrevo coisas, apenas sinto a poesia de acordo com minha sensibilidade e capacidade. Comentar me deixa constrangida muitas vezes, sei dos meus limites. Mas na sua lista de leitores sou assidua e na fila de outografros a primeira. Enquanto você escrever e minha visão chegar e eu puder dominar as dificuldades que tenho em lidar com o computador jamais deixarei de ler você. Belo vídeo, belas poesias! Voltarei a reler! Beijos no coração!


BB, ocê ilumina Idea com sua presença Exclamation
Até anónima pode comentar no meu blog, mas sem constrangimento pode deixar de comentar. Mencionei, para saber que muito aprecio a companhia Very Happy
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-19-afinal-xix.html
Mais um vídeo e comentário...
[«A collection of photos and images of the most beautiful woman in the world - Ms. Aishwarya Rai.
Music: "Lady In Black" by Uriah Heep.»

A beleza duma mulher usada na decoração, é sempre diferente dessa mesma beleza usada como decoração, a diferença está… no coração? A metáfora da emoção, bombeia sangue!]

Acabo de me lembrar de procurar “Ouroana”:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/absolutamente-instavel.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/suxesso.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/cata-tua.html
Amiga, hei-de voltar a Ouroana, fica a promessa.
Beijos do coração!

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bbrian



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MensagemEnviada: Sáb Out 22, 2011 8:24 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
bbrian escreveu:
Francisco, não comento seu blogger porque não tenho mais blogger e nem sei se tem como comentar não tendo blogger. Sempre escrevi e sempre sincera que você é um Mestre, Um Gigante das Letras . Você é Poeta, eu escrevo coisas, apenas sinto a poesia de acordo com minha sensibilidade e capacidade. Comentar me deixa constrangida muitas vezes, sei dos meus limites. Mas na sua lista de leitores sou assidua e na fila de outografros a primeira. Enquanto você escrever e minha visão chegar e eu puder dominar as dificuldades que tenho em lidar com o computador jamais deixarei de ler você. Belo vídeo, belas poesias! Voltarei a reler! Beijos no coração!


BB, ocê ilumina Idea com sua presença Exclamation
Até anónima pode comentar no meu blog, mas sem constrangimento pode deixar de comentar. Mencionei, para saber que muito aprecio a companhia Very Happy
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-19-afinal-xix.html
Mais um vídeo e comentário...
[«A collection of photos and images of the most beautiful woman in the world - Ms. Aishwarya Rai.
Music: "Lady In Black" by Uriah Heep.»

A beleza duma mulher usada na decoração, é sempre diferente dessa mesma beleza usada como decoração, a diferença está… no coração? A metáfora da emoção, bombeia sangue!]

Acabo de me lembrar de procurar “Ouroana”:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/absolutamente-instavel.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/suxesso.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/cata-tua.html
Amiga, hei-de voltar a Ouroana, fica a promessa.
Beijos do coração!


Francisco, eu sempre acreditei que Ouroana nas mão de um poeta da sua grandiosidade bombearia o sangue do coração, do corpo, da alma.
O olhar profundo,triste e forte de Ouroana deve ter uma linda estória.
Espero por ela! Beijos no coração!

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bbrian



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MensagemEnviada: Dom Out 23, 2011 9:23 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

http://youtu.be/EgH5MV-NWhA

http://youtu.be/ufoupcJQs7s

CREPÚSCULO

Não, ela não olhava a fonte nem mesmo ousava olhar o trovador. Fixava o horizonte próximo, os pés da colina.
Sentada tranquilamente, serena. Ofereceu discretamente suas coxas e braços atirados. Com um deles apoiava junto ao tronco o corpo do poeta, com o outro lançava a mão acariciando os cabelos de corte à meia nuca. Embalava-o com voz triste, cantarolava entre a garganta e as narinas uma cantiga de ninar. Acalentou-o adormecido até o pôr do sol.
A cada momento a voz mais grave, nos últimos instantes eram sussurros. Morreu dando o que sempre desejou.
Suas túnicas invólucras jamais mostrara um pedacinho do corpo, uma curva sequer do quadril. Nunca imaginou-se nua nos braços daquele homem que levou-a ao lago para o banho de luar. Eram bóias flutuantes os músculos trementes, deslizavam sobre a água transparente um corpo inerte. O luar refletia luzes em formas de paxiúbas . Morta ganhou o que sempre sonhou.
Cala-se sob um luar esférico um amor eterno.

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Dom Out 23, 2011 11:35 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
http://youtu.be/EgH5MV-NWhA

http://youtu.be/ufoupcJQs7s

CREPÚSCULO

Não, ela não olhava a fonte nem mesmo ousava olhar o trovador. Fixava o horizonte próximo, os pés da colina.
Sentada tranquilamente, serena. Ofereceu discretamente suas coxas e braços atirados. Com um deles apoiava junto ao tronco o corpo do poeta, com o outro lançava a mão acariciando os cabelos de corte à meia nuca. Embalava-o com voz triste, cantarolava entre a garganta e as narinas uma cantiga de ninar. Acalentou-o adormecido até o pôr do sol.
A cada momento a voz mais grave, nos últimos instantes eram sussurros. Morreu dando o que sempre desejou.
Suas túnicas invólucras jamais mostrara um pedacinho do corpo, uma curva sequer do quadril. Nunca imaginou-se nua nos braços daquele homem que levou-a ao lago para o banho de luar. Eram bóias flutuantes os músculos trementes, deslizavam sobre a água transparente um corpo inerte. O luar refletia luzes em formas de paxiúbas . Morta ganhou o que sempre sonhou.
Cala-se sob um luar esférico um amor eterno.


bb, despistado como sou, já aqui escrevi como se estivesse “À conversa com a escrita”, Assim seja Smile
Conversando com o CREPÚSCULO «os cabelos de corte à meia nuca», viajamos à Idade Média aos menestréis de corte de cabelo à época. Bela sorte a do personagem «junto ao tronco o corpo do poeta», a imaginação pródiga prodigaliza… «Morreu dando o que sempre desejou» seja o amor, dado como se deseja “infinito enquanto dura”.
Vou desligar não tarda a luz, sonhar com “paxiúbas”. Será um fruto, flor(es)?
O amor surge com auréola de drama, fatídico e fatal!? Seja a arte em seu pendor teatral, procurando a beleza, idealizada de ideal romântico…
A estou atrasado, vou passar e publicar:

DIA 24 DELI XXIV

apaguei
sua leitura
introspectiva

Vou viajar até à Índia, perder-me em Nova Deli! Ou, mais certo será escrever, vou publicar…
Permita-me levar a música
Crepúsculo e Lua Nova - Mariah Carey " I Wanna Know What Love Is"
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-24-deli-xxiv.html

Beijos do coração!

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Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Qua Out 26, 2011 7:37 pm, num total de 1 vez
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bbrian



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MensagemEnviada: Seg Out 24, 2011 8:10 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
bbrian escreveu:
http://youtu.be/EgH5MV-NWhA

http://youtu.be/ufoupcJQs7s

CREPÚSCULO

Não, ela não olhava a fonte nem mesmo ousava olhar o trovador. Fixava o horizonte próximo, os pés da colina.
Sentada tranquilamente, serena. Ofereceu discretamente suas coxas e braços atirados. Com um deles apoiava junto ao tronco o corpo do poeta, com o outro lançava a mão acariciando os cabelos de corte à meia nuca. Embalava-o com voz triste, cantarolava entre a garganta e as narinas uma cantiga de ninar. Acalentou-o adormecido até o pôr do sol.
A cada momento a voz mais grave, nos últimos instantes eram sussurros. Morreu dando o que sempre desejou.
Suas túnicas invólucras jamais mostrara um pedacinho do corpo, uma curva sequer do quadril. Nunca imaginou-se nua nos braços daquele homem que levou-a ao lago para o banho de luar. Eram bóias flutuantes os músculos trementes, deslizavam sobre a água transparente um corpo inerte. O luar refletia luzes em formas de paxiúbas . Morta ganhou o que sempre sonhou.
Cala-se sob um luar esférico um amor eterno.


bb, despistado como sou, já aqui escrevi como se estivesse “À conversa com a escrita”, Assim seja Smile
Conversando com o CREPÚSCULO «os cabelos de corte à meia nuca», viajamos à Idade Média aos menestréis de corte de cabelo à época. Bela sorte a do personagem «junto ao tronco o corpo do poeta», a imaginação pródiga prodigaliza… «Morreu dando o que sempre desejou» seja o amor, dado como se deseja “infinito enquanto dura”.
Vou desligar não tarda a luz, sonhar com “paxiúbas”. Será um fruto, flor(es)?
O amor surge com auréola de drama, fatídico e fatal!? Seja a arte em seu pendor teatral, procurando a beleza, idealizada de ideal romântico…
A estou atrasado, vou passar e publicar:

DIA 24 DELI XXIV

apaguei
sua leitura
introspectiva

Vou viajar até à Índia, perder-me em Nova Deli! Ou, mais certo será escrever, vou publicar…
Permita-me levar a música
Crepúsculo e Lua Nova - Mariah Carey " I Wanna Know What Love Is"
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-24-deli-xxiv.html

Beijos do coração!


Francisco, paxiúbas = palmeiras em forma de castiçais. Onde imaginei o reflexo da lua substituindo as velas.
Medieval sim, teatral também.
Foi o melhor que pude aos dois personagens, eles me encantam.
Fatidico não, lindooooooooooooooooooooo! Beijos no coração e obrigado por ter levado a musica!

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Francisco Coimbra



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MensagemEnviada: Seg Out 24, 2011 10:02 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:

Francisco, paxiúbas = palmeiras em forma de castiçais. Onde imaginei o reflexo da lua substituindo as velas.
Medieval sim, teatral também.
Foi o melhor que pude aos dois personagens, eles me encantam.
Fatidico não, lindooooooooooooooooooooo! Beijos no coração e obrigado por ter levado a musica!


Devem ser plantas lindas! Belos personagens.
Beijos do coração!

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bbrian



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MensagemEnviada: Ter Out 25, 2011 6:32 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
bbrian escreveu:

Francisco, paxiúbas = palmeiras em forma de castiçais. Onde imaginei o reflexo da lua substituindo as velas.
Medieval sim, teatral também.
Foi o melhor que pude aos dois personagens, eles me encantam.
Fatidico não, lindooooooooooooooooooooo! Beijos no coração e obrigado por ter levado a musica!


Devem ser plantas lindas! Belos personagens.
Beijos do coração!


Eu acho, ficarão para sempre no meu imaginário! Beijos no coração!

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João Dinato Ferreira



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MensagemEnviada: Qui Nov 03, 2011 5:58 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

bbrian escreveu:
Dizem que numa madrugada chuvosa, nasci.
No buraco, onde judas perdeu as botas, e Deus não esteve ali.
Cresci trabalhando árduo, lida requerida de uma fazenda. Acho aquilo um sítio. Aos 7 anos sabia as dificuldades da sobrevivência. Sem direito ao estudo, sob um regime familiar rigoroso, fui alfabetizada por uma irmã mais velha: debaixo do telhado de um rancho rústico, em bancos de madeira bruta.
Minhas bonecas eram de pano, guardo uma até hoje.
Tenho boas lembranças:
Minha mãe semi-analfabeta escrevendo peças teatrais, dirigindo, sendo a figurinista, maquiadora, (como sabia manipular pó de carvão, trigo tingido com pigmentos de flores), iluminadora... Meu olhar nunca se perdera daquelas tochas incendiadas iluminando a noite escura, refletidas num palco ao ar livre sobre o chão de terra batida. A plateia era os convidados da vizinhança.
Naquela época, entre uma tarefa e outra eu ja surfava. Minha prancha era troncos de coqueiro que eu fazia deslizar sobre os pastos molhados de capim gordura.
Bem, mudamos dali. Estudei até os 12 anos, era o Brasil comandado por Militares, os colégios públicos eram bons, mas nenhum regime governamental impede os olhares um tanto indiferentes aos mais simples. Os colégios abrigavam filhos dos ricos e dos plebeus. Mas em todo lugar e em toda época existe pessoas boas, do coração puro e generoso, por isso me lembro o Professor Rubens, que alma elevada. Sou eternamente agradecida.
Aos 13 anos adquiri minha independência financeira, trabalhando numa indústria. Isso me prejudicou o estudo. Conclui o primeiro grau, equivalente a oitava série, ou seja, nada.
O tempo passou, me casei, constitui família. Meus filhos, homens e mulheres trabalhadores, honrados, graduados e me enche de mimos e cuidados.
Sou simples dona de casa e entre colocar o café, retirar a mesa, assar o peixe, lavar, passar, fazer quitutes escrevo coisas. Coisas sim. Tenho completa consciência do que é um poema uma poesia: requer regras, cultura,talento e gramática. Por isso escrevo coisas, coisas são emoções.
Nenhum vestígio dos meus sentimentos guarda o gene da competição e da crítica a quem quer que seja. Nunca, agora e sempre serei poetisa. Sou, como diz meu amigo e Poeta Horácio Xavier, uma dizedora de sentimentos. Aos poetas, verdadeiros poetas, eu reservo a visão emocional de seres superiores, incapazes de mesquinharias, despidos de arrogância, maledicências e deboche.
Tive aqui no forum, alguns atritos, me reporto a um com quem considero um Baita Poeta: The Nigtht, peço desculpas, não arrependimento, aprendi com a vida que a rédea curta faz os vitoriosos. A você The Nigtht o meu abraço maternal e com esperança que volte a postar poesias grandiosas em beleza e arte.
Voltando as minhas coisas, sempre as escrevi, guardadas no cofre da timidez e do medo. Até que um dia me encorajei e postei, no forum antigo, as quais perdi todas. Para minha surpresa não recebi críticas pesadas e aos poucos chegaram os insentivos, perdão se esquecer algum: Xavier, Tere, minha lágrima de saudade Galho de Arruda, Joana, Jorge, Isnard, Nanci, Carlos Félix, Marcelo Bastos, Lucia Constantino, Walter, Lilian, Marianna, João Dinato, JCM, Pupila,Francisco O Gigante, meu guia e muitos outros guardados no coração.
É obvio que adotei um pseudónimo, bbrian que abrigou Olara e suas encarnações de bichos, fadas, mulher fatal, rios, luas, flores, amante, crianças desamparadas, paz, guerras, tatua analfabeta...
A Olara, bbrian deu um castelo de sonhos, castelo com portões abertos que permite entradas e saídas para o mundo num piscar de olhos. Não tivesse Olara minhas células eu diria que é um fantasma ou a finalizaria agora. Não sou adepta aos homicidas, vivo Olara sonhadora e grandiosa, minha Fenix. Eternizará meu sonho. Dou-me esse direito. Orgulho-me delas, nada tenho a esconder, até porque meu Email no perfil é aberto a todos do fórum, quer aqueles que me lêem, os não leitores ou leitores a quem desagrado.
Voltando ao sítio me criei enfrentando enchentes, olhar de bois enfurecidos, enfrentando nao, correndo muito. Fosse seguir o instinto seria maratonista. Das enchentes me salvei, dos bois bravos também. E sem perder a cesta, embalagem dos calderões levados à lavoura. Homens e mulheres eu olho nos olhos, afinal somos racionais.
Aos que sentem na poesia um composto fabricado de palavras, deixo-os em seus concretos. Aos que se desnudam, meus confetes, purpurinas e aplausos!
As pessoas podem não ter uma história, mas podem ter contos. Esse é o meu!
Os outros, só para alguns eu conto.


Obrigado por me mencionar por nome, encantado por Olara.
(procurei o email no perfil mas não achei rsrsr)
Beijos, querida Poeta!

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Ao encontro da arte, no verso...
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bbrian



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MensagemEnviada: Dom Nov 06, 2011 8:41 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

João Dinato Ferreira escreveu:
bbrian escreveu:
Dizem que numa madrugada chuvosa, nasci.
No buraco, onde judas perdeu as botas, e Deus não esteve ali.
Cresci trabalhando árduo, lida requerida de uma fazenda. Acho aquilo um sítio. Aos 7 anos sabia as dificuldades da sobrevivência. Sem direito ao estudo, sob um regime familiar rigoroso, fui alfabetizada por uma irmã mais velha: debaixo do telhado de um rancho rústico, em bancos de madeira bruta.
Minhas bonecas eram de pano, guardo uma até hoje.
Tenho boas lembranças:
Minha mãe semi-analfabeta escrevendo peças teatrais, dirigindo, sendo a figurinista, maquiadora, (como sabia manipular pó de carvão, trigo tingido com pigmentos de flores), iluminadora... Meu olhar nunca se perdera daquelas tochas incendiadas iluminando a noite escura, refletidas num palco ao ar livre sobre o chão de terra batida. A plateia era os convidados da vizinhança.
Naquela época, entre uma tarefa e outra eu ja surfava. Minha prancha era troncos de coqueiro que eu fazia deslizar sobre os pastos molhados de capim gordura.
Bem, mudamos dali. Estudei até os 12 anos, era o Brasil comandado por Militares, os colégios públicos eram bons, mas nenhum regime governamental impede os olhares um tanto indiferentes aos mais simples. Os colégios abrigavam filhos dos ricos e dos plebeus. Mas em todo lugar e em toda época existe pessoas boas, do coração puro e generoso, por isso me lembro o Professor Rubens, que alma elevada. Sou eternamente agradecida.
Aos 13 anos adquiri minha independência financeira, trabalhando numa indústria. Isso me prejudicou o estudo. Conclui o primeiro grau, equivalente a oitava série, ou seja, nada.
O tempo passou, me casei, constitui família. Meus filhos, homens e mulheres trabalhadores, honrados, graduados e me enche de mimos e cuidados.
Sou simples dona de casa e entre colocar o café, retirar a mesa, assar o peixe, lavar, passar, fazer quitutes escrevo coisas. Coisas sim. Tenho completa consciência do que é um poema uma poesia: requer regras, cultura,talento e gramática. Por isso escrevo coisas, coisas são emoções.
Nenhum vestígio dos meus sentimentos guarda o gene da competição e da crítica a quem quer que seja. Nunca, agora e sempre serei poetisa. Sou, como diz meu amigo e Poeta Horácio Xavier, uma dizedora de sentimentos. Aos poetas, verdadeiros poetas, eu reservo a visão emocional de seres superiores, incapazes de mesquinharias, despidos de arrogância, maledicências e deboche.
Tive aqui no forum, alguns atritos, me reporto a um com quem considero um Baita Poeta: The Nigtht, peço desculpas, não arrependimento, aprendi com a vida que a rédea curta faz os vitoriosos. A você The Nigtht o meu abraço maternal e com esperança que volte a postar poesias grandiosas em beleza e arte.
Voltando as minhas coisas, sempre as escrevi, guardadas no cofre da timidez e do medo. Até que um dia me encorajei e postei, no forum antigo, as quais perdi todas. Para minha surpresa não recebi críticas pesadas e aos poucos chegaram os insentivos, perdão se esquecer algum: Xavier, Tere, minha lágrima de saudade Galho de Arruda, Joana, Jorge, Isnard, Nanci, Carlos Félix, Marcelo Bastos, Lucia Constantino, Walter, Lilian, Marianna, João Dinato, JCM, Pupila,Francisco O Gigante, meu guia e muitos outros guardados no coração.
É obvio que adotei um pseudónimo, bbrian que abrigou Olara e suas encarnações de bichos, fadas, mulher fatal, rios, luas, flores, amante, crianças desamparadas, paz, guerras, tatua analfabeta...
A Olara, bbrian deu um castelo de sonhos, castelo com portões abertos que permite entradas e saídas para o mundo num piscar de olhos. Não tivesse Olara minhas células eu diria que é um fantasma ou a finalizaria agora. Não sou adepta aos homicidas, vivo Olara sonhadora e grandiosa, minha Fenix. Eternizará meu sonho. Dou-me esse direito. Orgulho-me delas, nada tenho a esconder, até porque meu Email no perfil é aberto a todos do fórum, quer aqueles que me lêem, os não leitores ou leitores a quem desagrado.
Voltando ao sítio me criei enfrentando enchentes, olhar de bois enfurecidos, enfrentando nao, correndo muito. Fosse seguir o instinto seria maratonista. Das enchentes me salvei, dos bois bravos também. E sem perder a cesta, embalagem dos calderões levados à lavoura. Homens e mulheres eu olho nos olhos, afinal somos racionais.
Aos que sentem na poesia um composto fabricado de palavras, deixo-os em seus concretos. Aos que se desnudam, meus confetes, purpurinas e aplausos!
As pessoas podem não ter uma história, mas podem ter contos. Esse é o meu!
Os outros, só para alguns eu conto.


Obrigado por me mencionar por nome, encantado por Olara.
(procurei o email no perfil mas não achei rsrsr)
Beijos, querida Poeta!


João, Olara, Olara...Obrigada querido!
ssa84@zipmail.com.br escreva quando quiser! beijos no coração!
Ainda irei em Pois é continuar a prosa.

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