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Mensagem |
bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 05, 2011 4:32 pm |
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Francisco, merece mesmo ser incorporado, é maravilhoso. Só prá provocar acho que ja fui bailarina em outras vidas, rs, OUTRAS VIDAS é com você mesmo, né! rs! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 19, 2011 7:57 pm |
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http://youtu.be/zMxW-IMUzaM
http://youtu.be/MARnmHjWLbI
MENTIRA QUE EU MENTI.
Eram pretos de furos salpicados, o único digno de ir ao jardim. De um tempo firme revirado à chuva , molharam.
Cuidadosamente foram limpos e colocados no beiral do fogão à lenha, secariam mais rápido.
Um amanheceu queimado entre as brasas. Que pavor!
Como ganhar outro sobre a alegação de descuido e desleixo? Não tive dúvida: planejei a mentira!
Joguei-os no riacho lá no fundo do quintal. Esperei a confirmação que seguiriam a descida d’água.
Jurei de pés juntos que não passou de um roubo, sem jamais apontar um ladrão que não existia. Só eu sabia do verdadeiro culpado, o vento.
Hoje tenho muitos, de várias cores. A vida explica tantos pares de sapatos! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Out 19, 2011 9:30 pm |
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| bbrian escreveu: |
| Francisco, merece mesmo ser incorporado, é maravilhoso. Só prá provocar acho que ja fui bailarina em outras vidas, rs, OUTRAS VIDAS é com você mesmo, né! rs! |
"Outras vidas" um título sugestivo para mostrar até uma paisagem árida, um prado, uma colónia de insetos, um jardim florido. Estou passando para chegar a À conversa na escrita, tudo tem a ver com tudo.
Beijos no coração, do coração! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Qui Out 20, 2011 8:58 am |
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Francisco, quando brinquei com você sobre OUTRAS VIDAS falei de vidas espirituais, as quais acredito que vocÊ NÃO ACREDITA. Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Out 22, 2011 10:30 am |
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| bbrian escreveu: |
| Francisco, quando brinquei com você sobre OUTRAS VIDAS falei de vidas espirituais, as quais acredito que vocÊ NÃO ACREDITA. Beijos no coração! |
Quando foquei a atenção em "Outras vidas" chamou-me a atenção a presença dum título sob o qual se pode escrever "qualquer coisa"!...
Sua ausência é sentida, como sua presença é uma "constante" que merecia a presença dum símbolo matemático! O que é que isto quer dizer? Quer dizer!... diz o que cada um quiser... ler.
Aproximamo-nos do final do mês, já deixei agendado XXIII. Continuo os capítulos onde você deixou de comentar, mas deixo ligação para o último comentário, onde vou deixar um vídeo junto com o texto; o que vai implicar novo comentário?
Já está!
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-18-aoue-rupestre-xviii.html?showComment=1319290036047#c9044038177684791871
/
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-18-aoue-rupestre-xviii.html
Beijos do coração!
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-20-ilusao-xx.html
Mais um video, com um comentário im_preciso:
«Simpatia é o que nós precisamos, meu amigo», vídeo.
Agora, é almoçar; logo volto. |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Out 22, 2011 12:19 pm |
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Francisco, não comento seu blogger porque não tenho mais blogger e nem sei se tem como comentar não tendo blogger. Sempre escrevi e sempre sincera que você é um Mestre, Um Gigante das Letras . Você é Poeta, eu escrevo coisas, apenas sinto a poesia de acordo com minha sensibilidade e capacidade. Comentar me deixa constrangida muitas vezes, sei dos meus limites. Mas na sua lista de leitores sou assidua e na fila de outografros a primeira. Enquanto você escrever e minha visão chegar e eu puder dominar as dificuldades que tenho em lidar com o computador jamais deixarei de ler você. Belo vídeo, belas poesias! Voltarei a reler! Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Sáb Out 22, 2011 3:29 pm |
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| bbrian escreveu: |
| Francisco, não comento seu blogger porque não tenho mais blogger e nem sei se tem como comentar não tendo blogger. Sempre escrevi e sempre sincera que você é um Mestre, Um Gigante das Letras . Você é Poeta, eu escrevo coisas, apenas sinto a poesia de acordo com minha sensibilidade e capacidade. Comentar me deixa constrangida muitas vezes, sei dos meus limites. Mas na sua lista de leitores sou assidua e na fila de outografros a primeira. Enquanto você escrever e minha visão chegar e eu puder dominar as dificuldades que tenho em lidar com o computador jamais deixarei de ler você. Belo vídeo, belas poesias! Voltarei a reler! Beijos no coração! |
BB, ocê ilumina com sua presença
Até anónima pode comentar no meu blog, mas sem constrangimento pode deixar de comentar. Mencionei, para saber que muito aprecio a companhia
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-19-afinal-xix.html
Mais um vídeo e comentário...
[«A collection of photos and images of the most beautiful woman in the world - Ms. Aishwarya Rai.
Music: "Lady In Black" by Uriah Heep.»
A beleza duma mulher usada na decoração, é sempre diferente dessa mesma beleza usada como decoração, a diferença está… no coração? A metáfora da emoção, bombeia sangue!]
Acabo de me lembrar de procurar “Ouroana”:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/absolutamente-instavel.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/suxesso.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/cata-tua.html
Amiga, hei-de voltar a Ouroana, fica a promessa.
Beijos do coração! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Out 22, 2011 8:24 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
| Francisco, não comento seu blogger porque não tenho mais blogger e nem sei se tem como comentar não tendo blogger. Sempre escrevi e sempre sincera que você é um Mestre, Um Gigante das Letras . Você é Poeta, eu escrevo coisas, apenas sinto a poesia de acordo com minha sensibilidade e capacidade. Comentar me deixa constrangida muitas vezes, sei dos meus limites. Mas na sua lista de leitores sou assidua e na fila de outografros a primeira. Enquanto você escrever e minha visão chegar e eu puder dominar as dificuldades que tenho em lidar com o computador jamais deixarei de ler você. Belo vídeo, belas poesias! Voltarei a reler! Beijos no coração! |
BB, ocê ilumina com sua presença
Até anónima pode comentar no meu blog, mas sem constrangimento pode deixar de comentar. Mencionei, para saber que muito aprecio a companhia
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-19-afinal-xix.html
Mais um vídeo e comentário...
[«A collection of photos and images of the most beautiful woman in the world - Ms. Aishwarya Rai.
Music: "Lady In Black" by Uriah Heep.»
A beleza duma mulher usada na decoração, é sempre diferente dessa mesma beleza usada como decoração, a diferença está… no coração? A metáfora da emoção, bombeia sangue!]
Acabo de me lembrar de procurar “Ouroana”:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/absolutamente-instavel.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/suxesso.html
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/cata-tua.html
Amiga, hei-de voltar a Ouroana, fica a promessa.
Beijos do coração! |
Francisco, eu sempre acreditei que Ouroana nas mão de um poeta da sua grandiosidade bombearia o sangue do coração, do corpo, da alma.
O olhar profundo,triste e forte de Ouroana deve ter uma linda estória.
Espero por ela! Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Dom Out 23, 2011 9:23 pm |
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http://youtu.be/EgH5MV-NWhA
http://youtu.be/ufoupcJQs7s
CREPÚSCULO
Não, ela não olhava a fonte nem mesmo ousava olhar o trovador. Fixava o horizonte próximo, os pés da colina.
Sentada tranquilamente, serena. Ofereceu discretamente suas coxas e braços atirados. Com um deles apoiava junto ao tronco o corpo do poeta, com o outro lançava a mão acariciando os cabelos de corte à meia nuca. Embalava-o com voz triste, cantarolava entre a garganta e as narinas uma cantiga de ninar. Acalentou-o adormecido até o pôr do sol.
A cada momento a voz mais grave, nos últimos instantes eram sussurros. Morreu dando o que sempre desejou.
Suas túnicas invólucras jamais mostrara um pedacinho do corpo, uma curva sequer do quadril. Nunca imaginou-se nua nos braços daquele homem que levou-a ao lago para o banho de luar. Eram bóias flutuantes os músculos trementes, deslizavam sobre a água transparente um corpo inerte. O luar refletia luzes em formas de paxiúbas . Morta ganhou o que sempre sonhou.
Cala-se sob um luar esférico um amor eterno. |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Out 23, 2011 11:35 pm |
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| bbrian escreveu: |
http://youtu.be/EgH5MV-NWhA
http://youtu.be/ufoupcJQs7s
CREPÚSCULO
Não, ela não olhava a fonte nem mesmo ousava olhar o trovador. Fixava o horizonte próximo, os pés da colina.
Sentada tranquilamente, serena. Ofereceu discretamente suas coxas e braços atirados. Com um deles apoiava junto ao tronco o corpo do poeta, com o outro lançava a mão acariciando os cabelos de corte à meia nuca. Embalava-o com voz triste, cantarolava entre a garganta e as narinas uma cantiga de ninar. Acalentou-o adormecido até o pôr do sol.
A cada momento a voz mais grave, nos últimos instantes eram sussurros. Morreu dando o que sempre desejou.
Suas túnicas invólucras jamais mostrara um pedacinho do corpo, uma curva sequer do quadril. Nunca imaginou-se nua nos braços daquele homem que levou-a ao lago para o banho de luar. Eram bóias flutuantes os músculos trementes, deslizavam sobre a água transparente um corpo inerte. O luar refletia luzes em formas de paxiúbas . Morta ganhou o que sempre sonhou.
Cala-se sob um luar esférico um amor eterno. |
bb, despistado como sou, já aqui escrevi como se estivesse “À conversa com a escrita”, Assim seja
Conversando com o CREPÚSCULO «os cabelos de corte à meia nuca», viajamos à Idade Média aos menestréis de corte de cabelo à época. Bela sorte a do personagem «junto ao tronco o corpo do poeta», a imaginação pródiga prodigaliza… «Morreu dando o que sempre desejou» seja o amor, dado como se deseja “infinito enquanto dura”.
Vou desligar não tarda a luz, sonhar com “paxiúbas”. Será um fruto, flor(es)?
O amor surge com auréola de drama, fatídico e fatal!? Seja a arte em seu pendor teatral, procurando a beleza, idealizada de ideal romântico…
A estou atrasado, vou passar e publicar:
DIA 24 DELI XXIV
apaguei
sua leitura
introspectiva
Vou viajar até à Índia, perder-me em Nova Deli! Ou, mais certo será escrever, vou publicar…
Permita-me levar a música
Crepúsculo e Lua Nova - Mariah Carey " I Wanna Know What Love Is"
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-24-deli-xxiv.html
Beijos do coração! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Qua Out 26, 2011 7:37 pm, num total de 1 vez |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Seg Out 24, 2011 8:10 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
http://youtu.be/EgH5MV-NWhA
http://youtu.be/ufoupcJQs7s
CREPÚSCULO
Não, ela não olhava a fonte nem mesmo ousava olhar o trovador. Fixava o horizonte próximo, os pés da colina.
Sentada tranquilamente, serena. Ofereceu discretamente suas coxas e braços atirados. Com um deles apoiava junto ao tronco o corpo do poeta, com o outro lançava a mão acariciando os cabelos de corte à meia nuca. Embalava-o com voz triste, cantarolava entre a garganta e as narinas uma cantiga de ninar. Acalentou-o adormecido até o pôr do sol.
A cada momento a voz mais grave, nos últimos instantes eram sussurros. Morreu dando o que sempre desejou.
Suas túnicas invólucras jamais mostrara um pedacinho do corpo, uma curva sequer do quadril. Nunca imaginou-se nua nos braços daquele homem que levou-a ao lago para o banho de luar. Eram bóias flutuantes os músculos trementes, deslizavam sobre a água transparente um corpo inerte. O luar refletia luzes em formas de paxiúbas . Morta ganhou o que sempre sonhou.
Cala-se sob um luar esférico um amor eterno. |
bb, despistado como sou, já aqui escrevi como se estivesse “À conversa com a escrita”, Assim seja
Conversando com o CREPÚSCULO «os cabelos de corte à meia nuca», viajamos à Idade Média aos menestréis de corte de cabelo à época. Bela sorte a do personagem «junto ao tronco o corpo do poeta», a imaginação pródiga prodigaliza… «Morreu dando o que sempre desejou» seja o amor, dado como se deseja “infinito enquanto dura”.
Vou desligar não tarda a luz, sonhar com “paxiúbas”. Será um fruto, flor(es)?
O amor surge com auréola de drama, fatídico e fatal!? Seja a arte em seu pendor teatral, procurando a beleza, idealizada de ideal romântico…
A estou atrasado, vou passar e publicar:
DIA 24 DELI XXIV
apaguei
sua leitura
introspectiva
Vou viajar até à Índia, perder-me em Nova Deli! Ou, mais certo será escrever, vou publicar…
Permita-me levar a música
Crepúsculo e Lua Nova - Mariah Carey " I Wanna Know What Love Is"
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-24-deli-xxiv.html
Beijos do coração! |
Francisco, paxiúbas = palmeiras em forma de castiçais. Onde imaginei o reflexo da lua substituindo as velas.
Medieval sim, teatral também.
Foi o melhor que pude aos dois personagens, eles me encantam.
Fatidico não, lindooooooooooooooooooooo! Beijos no coração e obrigado por ter levado a musica! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1414
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Out 24, 2011 10:02 pm |
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| bbrian escreveu: |
Francisco, paxiúbas = palmeiras em forma de castiçais. Onde imaginei o reflexo da lua substituindo as velas.
Medieval sim, teatral também.
Foi o melhor que pude aos dois personagens, eles me encantam.
Fatidico não, lindooooooooooooooooooooo! Beijos no coração e obrigado por ter levado a musica! |
Devem ser plantas lindas! Belos personagens.
Beijos do coração! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Ter Out 25, 2011 6:32 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
Francisco, paxiúbas = palmeiras em forma de castiçais. Onde imaginei o reflexo da lua substituindo as velas.
Medieval sim, teatral também.
Foi o melhor que pude aos dois personagens, eles me encantam.
Fatidico não, lindooooooooooooooooooooo! Beijos no coração e obrigado por ter levado a musica! |
Devem ser plantas lindas! Belos personagens.
Beijos do coração! |
Eu acho, ficarão para sempre no meu imaginário! Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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João Dinato Ferreira
Mensagens: 635
Localização: Minas Gerais
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Enviada:
Qui Nov 03, 2011 5:58 pm |
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| bbrian escreveu: |
Dizem que numa madrugada chuvosa, nasci.
No buraco, onde judas perdeu as botas, e Deus não esteve ali.
Cresci trabalhando árduo, lida requerida de uma fazenda. Acho aquilo um sítio. Aos 7 anos sabia as dificuldades da sobrevivência. Sem direito ao estudo, sob um regime familiar rigoroso, fui alfabetizada por uma irmã mais velha: debaixo do telhado de um rancho rústico, em bancos de madeira bruta.
Minhas bonecas eram de pano, guardo uma até hoje.
Tenho boas lembranças:
Minha mãe semi-analfabeta escrevendo peças teatrais, dirigindo, sendo a figurinista, maquiadora, (como sabia manipular pó de carvão, trigo tingido com pigmentos de flores), iluminadora... Meu olhar nunca se perdera daquelas tochas incendiadas iluminando a noite escura, refletidas num palco ao ar livre sobre o chão de terra batida. A plateia era os convidados da vizinhança.
Naquela época, entre uma tarefa e outra eu ja surfava. Minha prancha era troncos de coqueiro que eu fazia deslizar sobre os pastos molhados de capim gordura.
Bem, mudamos dali. Estudei até os 12 anos, era o Brasil comandado por Militares, os colégios públicos eram bons, mas nenhum regime governamental impede os olhares um tanto indiferentes aos mais simples. Os colégios abrigavam filhos dos ricos e dos plebeus. Mas em todo lugar e em toda época existe pessoas boas, do coração puro e generoso, por isso me lembro o Professor Rubens, que alma elevada. Sou eternamente agradecida.
Aos 13 anos adquiri minha independência financeira, trabalhando numa indústria. Isso me prejudicou o estudo. Conclui o primeiro grau, equivalente a oitava série, ou seja, nada.
O tempo passou, me casei, constitui família. Meus filhos, homens e mulheres trabalhadores, honrados, graduados e me enche de mimos e cuidados.
Sou simples dona de casa e entre colocar o café, retirar a mesa, assar o peixe, lavar, passar, fazer quitutes escrevo coisas. Coisas sim. Tenho completa consciência do que é um poema uma poesia: requer regras, cultura,talento e gramática. Por isso escrevo coisas, coisas são emoções.
Nenhum vestígio dos meus sentimentos guarda o gene da competição e da crítica a quem quer que seja. Nunca, agora e sempre serei poetisa. Sou, como diz meu amigo e Poeta Horácio Xavier, uma dizedora de sentimentos. Aos poetas, verdadeiros poetas, eu reservo a visão emocional de seres superiores, incapazes de mesquinharias, despidos de arrogância, maledicências e deboche.
Tive aqui no forum, alguns atritos, me reporto a um com quem considero um Baita Poeta: The Nigtht, peço desculpas, não arrependimento, aprendi com a vida que a rédea curta faz os vitoriosos. A você The Nigtht o meu abraço maternal e com esperança que volte a postar poesias grandiosas em beleza e arte.
Voltando as minhas coisas, sempre as escrevi, guardadas no cofre da timidez e do medo. Até que um dia me encorajei e postei, no forum antigo, as quais perdi todas. Para minha surpresa não recebi críticas pesadas e aos poucos chegaram os insentivos, perdão se esquecer algum: Xavier, Tere, minha lágrima de saudade Galho de Arruda, Joana, Jorge, Isnard, Nanci, Carlos Félix, Marcelo Bastos, Lucia Constantino, Walter, Lilian, Marianna, João Dinato, JCM, Pupila,Francisco O Gigante, meu guia e muitos outros guardados no coração.
É obvio que adotei um pseudónimo, bbrian que abrigou Olara e suas encarnações de bichos, fadas, mulher fatal, rios, luas, flores, amante, crianças desamparadas, paz, guerras, tatua analfabeta...
A Olara, bbrian deu um castelo de sonhos, castelo com portões abertos que permite entradas e saídas para o mundo num piscar de olhos. Não tivesse Olara minhas células eu diria que é um fantasma ou a finalizaria agora. Não sou adepta aos homicidas, vivo Olara sonhadora e grandiosa, minha Fenix. Eternizará meu sonho. Dou-me esse direito. Orgulho-me delas, nada tenho a esconder, até porque meu Email no perfil é aberto a todos do fórum, quer aqueles que me lêem, os não leitores ou leitores a quem desagrado.
Voltando ao sítio me criei enfrentando enchentes, olhar de bois enfurecidos, enfrentando nao, correndo muito. Fosse seguir o instinto seria maratonista. Das enchentes me salvei, dos bois bravos também. E sem perder a cesta, embalagem dos calderões levados à lavoura. Homens e mulheres eu olho nos olhos, afinal somos racionais.
Aos que sentem na poesia um composto fabricado de palavras, deixo-os em seus concretos. Aos que se desnudam, meus confetes, purpurinas e aplausos!
As pessoas podem não ter uma história, mas podem ter contos. Esse é o meu!
Os outros, só para alguns eu conto. |
Obrigado por me mencionar por nome, encantado por Olara.
(procurei o email no perfil mas não achei rsrsr)
Beijos, querida Poeta! |
_________________ Ao encontro da arte, no verso... |
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bbrian
Mensagens: 3927
Localização: ES
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Enviada:
Dom Nov 06, 2011 8:41 pm |
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| João Dinato Ferreira escreveu: |
| bbrian escreveu: |
Dizem que numa madrugada chuvosa, nasci.
No buraco, onde judas perdeu as botas, e Deus não esteve ali.
Cresci trabalhando árduo, lida requerida de uma fazenda. Acho aquilo um sítio. Aos 7 anos sabia as dificuldades da sobrevivência. Sem direito ao estudo, sob um regime familiar rigoroso, fui alfabetizada por uma irmã mais velha: debaixo do telhado de um rancho rústico, em bancos de madeira bruta.
Minhas bonecas eram de pano, guardo uma até hoje.
Tenho boas lembranças:
Minha mãe semi-analfabeta escrevendo peças teatrais, dirigindo, sendo a figurinista, maquiadora, (como sabia manipular pó de carvão, trigo tingido com pigmentos de flores), iluminadora... Meu olhar nunca se perdera daquelas tochas incendiadas iluminando a noite escura, refletidas num palco ao ar livre sobre o chão de terra batida. A plateia era os convidados da vizinhança.
Naquela época, entre uma tarefa e outra eu ja surfava. Minha prancha era troncos de coqueiro que eu fazia deslizar sobre os pastos molhados de capim gordura.
Bem, mudamos dali. Estudei até os 12 anos, era o Brasil comandado por Militares, os colégios públicos eram bons, mas nenhum regime governamental impede os olhares um tanto indiferentes aos mais simples. Os colégios abrigavam filhos dos ricos e dos plebeus. Mas em todo lugar e em toda época existe pessoas boas, do coração puro e generoso, por isso me lembro o Professor Rubens, que alma elevada. Sou eternamente agradecida.
Aos 13 anos adquiri minha independência financeira, trabalhando numa indústria. Isso me prejudicou o estudo. Conclui o primeiro grau, equivalente a oitava série, ou seja, nada.
O tempo passou, me casei, constitui família. Meus filhos, homens e mulheres trabalhadores, honrados, graduados e me enche de mimos e cuidados.
Sou simples dona de casa e entre colocar o café, retirar a mesa, assar o peixe, lavar, passar, fazer quitutes escrevo coisas. Coisas sim. Tenho completa consciência do que é um poema uma poesia: requer regras, cultura,talento e gramática. Por isso escrevo coisas, coisas são emoções.
Nenhum vestígio dos meus sentimentos guarda o gene da competição e da crítica a quem quer que seja. Nunca, agora e sempre serei poetisa. Sou, como diz meu amigo e Poeta Horácio Xavier, uma dizedora de sentimentos. Aos poetas, verdadeiros poetas, eu reservo a visão emocional de seres superiores, incapazes de mesquinharias, despidos de arrogância, maledicências e deboche.
Tive aqui no forum, alguns atritos, me reporto a um com quem considero um Baita Poeta: The Nigtht, peço desculpas, não arrependimento, aprendi com a vida que a rédea curta faz os vitoriosos. A você The Nigtht o meu abraço maternal e com esperança que volte a postar poesias grandiosas em beleza e arte.
Voltando as minhas coisas, sempre as escrevi, guardadas no cofre da timidez e do medo. Até que um dia me encorajei e postei, no forum antigo, as quais perdi todas. Para minha surpresa não recebi críticas pesadas e aos poucos chegaram os insentivos, perdão se esquecer algum: Xavier, Tere, minha lágrima de saudade Galho de Arruda, Joana, Jorge, Isnard, Nanci, Carlos Félix, Marcelo Bastos, Lucia Constantino, Walter, Lilian, Marianna, João Dinato, JCM, Pupila,Francisco O Gigante, meu guia e muitos outros guardados no coração.
É obvio que adotei um pseudónimo, bbrian que abrigou Olara e suas encarnações de bichos, fadas, mulher fatal, rios, luas, flores, amante, crianças desamparadas, paz, guerras, tatua analfabeta...
A Olara, bbrian deu um castelo de sonhos, castelo com portões abertos que permite entradas e saídas para o mundo num piscar de olhos. Não tivesse Olara minhas células eu diria que é um fantasma ou a finalizaria agora. Não sou adepta aos homicidas, vivo Olara sonhadora e grandiosa, minha Fenix. Eternizará meu sonho. Dou-me esse direito. Orgulho-me delas, nada tenho a esconder, até porque meu Email no perfil é aberto a todos do fórum, quer aqueles que me lêem, os não leitores ou leitores a quem desagrado.
Voltando ao sítio me criei enfrentando enchentes, olhar de bois enfurecidos, enfrentando nao, correndo muito. Fosse seguir o instinto seria maratonista. Das enchentes me salvei, dos bois bravos também. E sem perder a cesta, embalagem dos calderões levados à lavoura. Homens e mulheres eu olho nos olhos, afinal somos racionais.
Aos que sentem na poesia um composto fabricado de palavras, deixo-os em seus concretos. Aos que se desnudam, meus confetes, purpurinas e aplausos!
As pessoas podem não ter uma história, mas podem ter contos. Esse é o meu!
Os outros, só para alguns eu conto. |
Obrigado por me mencionar por nome, encantado por Olara.
(procurei o email no perfil mas não achei rsrsr)
Beijos, querida Poeta! |
João, Olara, Olara...Obrigada querido!
ssa84@zipmail.com.br escreva quando quiser! beijos no coração!
Ainda irei em Pois é continuar a prosa. |
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