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Mensagem |
Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Qui Out 13, 2011 5:02 pm |
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Dedicatória
Síncope enjoada
Sem contratempos notáveis
Olhos ejetados
Lençol - lava ardendo em angústia
As órbitas lunares
Estéreis
Ressequidas
A coragem me dói
Passado bravo: apodrece meu ser
Liberta-me atroz
O impulso bruto rasgou o estômago
Já não engulo mais
Chegou-me o enjôo
Os riscos me chegam desde o tempo da alvura
Cortam-me os cantos, os planos, rasuram minhas possibilidades
Minha textura, lixada
Já não possuo mesma gramatura
Sede à deriva em ações gestuais
Impresso de argumentos
Tecido de aventura
Folheado em espreita
Imerso em espera
Indefinido de arte
Rasgada inspiração
Ânsia de fome
Trisca atar-se em ares esfarelados
Preciso chorar!
...
Aguar os riscos
Clamar por textura de planos borrados
Obra além de tempos imaculados
Inflar com as cinzas de agora
Derramar em arte vigorosa
Vingar as horas valentes
Banqueteando-me de meus pés
Sê de meus planos
Engolindo enganos
Ganhais dor, me vais longe!
Cora ante as pedras
Arremessadas em minhas entranhas
Temperadas de canela
Ajoelharei/sei
Estarei bem próximo da terra
Conquistarei a... curva indômita
Minha tela riscada rasgar-se-á
Atônito
Revolver-me em meu estômago
Criativo embrulho: explodirá a sina tenra
Mandando às favas orbitais o néctar gástrico
Para o choro digerir o visto, o traço, o riso
Corro/ irá inflar-me
Para suspirar em tinta ácida!
Se, enfim, manjar o ritmo
Degustar todos os riscos sobre paisagem desbotada
Mandarei meu beijo úmido
À lua |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros.
Editado pela última vez por Vinícius de Medeiros em Qui Out 27, 2011 11:12 am, num total de 1 vez |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Qui Out 13, 2011 5:30 pm |
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Som/ar
Fiz não ver o chamado, corri...
No vento, reclamar! |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Out 13, 2011 6:32 pm |
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| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Mudo - aprendo! Abraço, poeta! |
DANÇA
mudo falo de tudo
sentindo a mudança fazer-
-se de mim mesmo
eu e a escrita
em mim
silenciosamente mudando
Assim
RESPOSTA E COMENTÁRIO
O poema nunca é uma resposta ou um comentário, penso serem várias coisas numa só. Polarizando tudo que é sentido em tudo que faz sentido, libertando os sentidos. Para estes se exprimirem, expandirem, ser_em…
Caro Vinicius,
Também eu muitas vezes fico mudo, abraço. |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sex Out 14, 2011 10:17 am |
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Vinicius, gosto quando o poeta dedica a si sua coragem de revirar-se, de experimento espezinhar-se. Sã destes momentos que surgem os grandes e destemidos. Quando são exigentes de si, chegando a experimentar o silêncio, o grito, as afliçoes e ressurgem que nem fênix. Aplauso, beijos no coraçao! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Marcelo Basto

Mensagens: 592
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Enviada:
Dom Out 16, 2011 7:45 pm |
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Vinícius, parabéns pela nitidez de seus poemas.
Abç |
_________________ "A poesia não se entrega a quem a define." Mario Quintana |
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Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
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Enviada:
Dom Out 16, 2011 11:07 pm |
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| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Dedicatória
Síncope enjoada
Sem contratempos notáveis
Olhos ejetados
Lençol - lava ardendo em angústia
As órbitas lunares
Estéreis
Ressequidas
A coragem me dói
Passado bravo: apodrece meu ser
Liberta-me atroz
O impulso bruto rasgou o estômago
Já não engulo mais
Chegou-me o enjôo
Os riscos me chegam desde o tempo da alvura
Cortam-me os cantos, os planos, rasuram minhas possibilidades
Minha textura, lixada
Já não possuo mesma gramatura
Sede à deriva em ações gestuais
Impresso de argumentos
Tecido de aventura
Folheado em espreita
Imerso em espera
Indefinido de arte
Rasgada inspiração
Ânsia de fome
Trisca atar-se em ares esfarelados
Preciso chorar!
...
Aguar os riscos
Clamar textura de planos borrados
A obra além de tempos imaculados
Inflar com as cinzas de agora
Derramar em arte vigorosa
Vingar as horas valentes
Banqueteando-me de meus pés
Sê de meus planos
Engolindo enganos
Ganhais dor, me vais longe!
Cora ante as pedras
Arremessadas em minhas entranhas
Temperadas de canela
Ajoelharei/sei
Estarei bem próximo da terra
Conquistarei a... curva indômita
Minha tela riscada rasgar-se-á
Atônito
Revolver-me em meu estômago
Criativo embrulho: explodirá a sina tenra
Mandando às favas orbitais o néctar gástrico
Para o choro digerir o visto, o traço, o riso
Corro/ irá inflar-me
Para suspirar em tinta ácida!
Se, enfim, manjar o ritmo
Degustar todos os riscos sobre paisagem desbotada
Mandarei meu beijo úmido
A lua |
Vinícius,
teces o ser
instiga, revira, respira e vai...
beijos poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Seg Out 17, 2011 4:37 pm |
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Francisco, bbrian, Marcelo e Pupila: Fico muito feliz pela presença de vocês e pela possibilidade de lê-los com mais frequência. Abraços em todos!
Vitrollar
Acabou meu verniz
Toquem meus rudes riscos
Muito prazer: Ranhuras Vinis/ Seus toques
Desgostoso desgaste
Soul gasto com muito gosto
Agosto carmim/ alma olvida da cor de gel/ar
Ora, há fonia
Ora, de sonar
Acorde em agonia
Horas de sonhar |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Seg Out 17, 2011 4:46 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Mudo - aprendo! Abraço, poeta! |
DANÇA
mudo falo de tudo
sentindo a mudança fazer-
-se de mim mesmo
eu e a escrita
em mim
silenciosamente mudando
Assim
RESPOSTA E COMENTÁRIO
O poema nunca é uma resposta ou um comentário, penso serem várias coisas numa só. Polarizando tudo que é sentido em tudo que faz sentido, libertando os sentidos. Para estes se exprimirem, expandirem, ser_em…
Caro Vinicius,
Também eu muitas vezes fico mudo, abraço. |
Grande Francisco,
Me mu(n)do alelo ao lê-lo - palavras tocantes/tocadas num retoque batucadamente em... se, em... expandirem/exprimirem, em...
Baita evolução - pas(s)(e)(a)mos à ignorância! |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Seg Out 17, 2011 5:33 pm |
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Cripta grafada
Senha mor: Sem login |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Out 22, 2011 9:27 pm |
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| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Cripta grafada
Senha mor: Sem login |
Não tem como não chorar! Só as lágrimas e saudade acessam! ESPETACULAR! beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Sáb Out 22, 2011 9:51 pm |
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Permita-me Vinícius!
http://youtu.be/eI-qRWdpax8
Ao Poeta Vinícius Medeiros Em CRIPTA GRAFADA.
Poemas assim
Faz-me acreditar
Que alguns poetas
São visitados por entidades
Fadas, deuses e querubins. |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 1:16 pm |
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CÁLCULOS - para o poeta Francisco Coimbra: pelo vislumbre de linhas matemáticas de grande requinte geométrico
Ah, matemática!
Disciplina da(nada) matéria
Dama etérea!
Tema teu/rema
À margem de tua tangência profunda
Teus X
Teus Y
Cruzam todos teus Z/eus!
Raios emissários
Emir
Sári
Rios
(Em tantas combinações - RIR!)
Des(a)fia teus amantes/ ama antes
Trajando-os de linhas
Para telas paralelas
De teu furor de teorema
Detém algum número
Inventado em teu sabor
Das medidas da areia
Onde queima
Teu tema
Para lá que se vão os mundos!
Encharcados de Raios úmidos
das planícies convexas da lodosfera
Marinheiros agrimensores
Geração Espontânea dos louvores
Seguem estas ondas terrenas
Alijados do delinear dos remos
Ó/remos!
--- Abraços, Coimbra! |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros.
Editado pela última vez por Vinícius de Medeiros em Qua Out 26, 2011 8:36 pm, num total de 1 vez |
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Vinícius de Medeiros
Mensagens: 149
Localização: Porto Alegre
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 1:24 pm |
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| bbrian escreveu: |
| Vinícius de Medeiros escreveu: |
Cripta grafada
Senha mor: Sem login |
Não tem como não chorar! Só as lágrimas e saudade acessam! ESPETACULAR! beijos no coração! |
Fico feliz pelo teu acesso!
Beijos! |
_________________ ...Onde mora Moraes, mede Medeiros. |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 7:22 pm |
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| Vinícius de Medeiros escreveu: |
CÁLCULOS - para o poeta Antônio Coimbra: pelo vislumbre de linhas matemáticas de grande requinte geométrico
Ah, matemática!
Disciplina da(nada) matéria
Dama etérea!
Tema teu/rema
À margem de tua tangência profunda
Teus X
Teus Y
Cruzam todos teus Z/eus!
Raios emissários
Emir
Sári
Rios
(Em tantas combinações - RIR!)
Des(a)fia teus amantes/ ama antes
Trajando-os de linhas
Para telas paralelas
De teu furor de teorema
Detém algum número
Inventado em teu sabor
Das medidas da areia
Onde queima
Teu tema
Para lá que se vão os mundos!
Encharcados de Raios úmidos
das planícies convexas da lodosfera
Marinheiros agrimensores
Geração Espontânea dos louvores
Seguem estas ondas terrenas
Alijados do delinear dos remos
Ó/remos!
--- Abraços, Coimbra! |
(O) ETERNO RETORNO
cruzando o ir com o vir
duas linhas concorrentes
desenhando os lados
dum triângulo isósceles
no qual eliminando a base
aproximando os lados
fazendo O cruzamento
obter_ia X na perfeição
deste assinalar do ponto
desse encontro das retas
o centro de um círculo
para ter O Eterno Retorno
A_braços!! Vínicius |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 7:43 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| Vinícius de Medeiros escreveu: |
CÁLCULOS - para o poeta Antônio Coimbra: pelo vislumbre de linhas matemáticas de grande requinte geométrico
Ah, matemática!
Disciplina da(nada) matéria
Dama etérea!
Tema teu/rema
À margem de tua tangência profunda
Teus X
Teus Y
Cruzam todos teus Z/eus!
Raios emissários
Emir
Sári
Rios
(Em tantas combinações - RIR!)
Des(a)fia teus amantes/ ama antes
Trajando-os de linhas
Para telas paralelas
De teu furor de teorema
Detém algum número
Inventado em teu sabor
Das medidas da areia
Onde queima
Teu tema
Para lá que se vão os mundos!
Encharcados de Raios úmidos
das planícies convexas da lodosfera
Marinheiros agrimensores
Geração Espontânea dos louvores
Seguem estas ondas terrenas
Alijados do delinear dos remos
Ó/remos!
--- Abraços, Coimbra! |
(O) ETERNO RETORNO
cruzando o ir com o vir
duas linhas concorrentes
desenhando os lados
dum triângulo isósceles
no qual eliminando a base
aproximando os lados
fazendo O cruzamento
obter_ia X na perfeição
deste assinalar do ponto
desse encontro das retas
o centro de um círculo
para ter O Eterno Retorno
A_braços!! Vínicius |
Vinicius, CÁLCULOS é conversa pra gente grande. Mas estou antenada em tudo que escreve, sempre sua leitora. E adoro!Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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