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Mensagem |
Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 6:51 pm |
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| bbrian escreveu: |
Francisco, eu lhe pedi um conto sobre Ouroana e dei minha versão, disse que apague a minha versão sobre ela. Desenhado?
Ouroana pra mim não tem religião. Suas vestes não na minha versão nada tem a ver haver com religiao e sim uma maneira de ver como o mundo olha pra ela.
Melhor deixar isso pra la! Beijos no coração! |
bbrian, desenhadissimo! Mesmo assim, agora que percebi, não posso deixar de pedir para não lhe fazer a vontade. Penso seria uma pena perder a possibilidade de reler seu conto, já pensou nisso? Feito o meu pedido, fico aguardando resposta. Entretanto, vou deixar poema e a ligação para http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/10/dia-26-andando-xxvi.html
DIA 26 AND_ANDO… XXVI
andando às voltas
de trás para a frente
às voltas andando
http://celularubra.blogspot.com/2011/10/da-obra-e-do-comentario.html
Trás em apêndice outra ligação, para se poder seguir no prazer da leitura!
PONTO DE REBUÇADO
AÇÚCAR DAS IDEIAS
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39591#39591
(O) ETERNO RETORNO
Vou pedir desculpa por mais um pedido, sentindo culpa... fui procurar e ainda não encontrei sua "versão" da qual pediria a data e o local (procurei aqui À conversa na escrita), ainda vou a Tatua. |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 7:32 pm |
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É sempre um prazer ler você em qualquer escrita. Sempre achei que Ouroana nas suas mãos daria um belo imaginário.
A minha Ouroana está em Crepúsculo, nem se compara ao que você pode fazer. Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 7:41 pm |
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| bbrian escreveu: |
É sempre um prazer ler você em qualquer escrita. Sempre achei que Ouroana nas suas mãos daria um belo imaginário.
A minha Ouroana está em Crepúsculo, nem se compara ao que você pode fazer. Beijos no coração! |
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39559#39559
Nesta ligação podemos viajar de novo ao CREPÚSCULO, podemos e devemos, levar a imaginação cheia de graça! Ela deve ser concebida como a Virgem Santíssima! Concorda?
Com corda podemos nos enforcar, rebocar, dar nós... é bom dar corda à sorte. Beijos do coração! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco
Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Qua Out 26, 2011 7:53 pm, num total de 2 vezes |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 7:48 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
É sempre um prazer ler você em qualquer escrita. Sempre achei que Ouroana nas suas mãos daria um belo imaginário.
A minha Ouroana está em Crepúsculo, nem se compara ao que você pode fazer. Beijos no coração! |
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=39559#39559
Nesta ligação podemos viajar de novo ao CREPÚSCULO, podemos e devemos, levar a imaginação cheia de graça! Ela deve ser concebida como a Virgem Santíssima! Concorda?
Com corda podemos nos enforcar, rebocar, dar nós... é bom dar corda à sorte. Beijos do coração! |
A imaginação é sua Poeta, vai! beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qua Out 26, 2011 7:54 pm |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Seg Nov 14, 2011 10:27 pm |
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| bbrian escreveu: |
Francisco, eu lhe pedi um conto sobre Ouroana e dei minha versão, disse que apague a minha versão sobre ela. Desenhado?
Ouroana pra mim não tem religião. Suas vestes não na minha versão nada tem a ver haver com religiao e sim uma maneira de ver como o mundo olha pra ela.
Melhor deixar isso pra la! Beijos no coração! |
bbrian,
Depois de a reler, pesquisei no blog por “Ouroana”, primeira ligação:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
A um conto sempre se pode acrescentar um ponto, transformá-lo num ensaio, num romance, fazer uma crónica, tecer uma crítica. Ouroana ficou-se por um breve “exercício de escrita”, como todos os textos são, de onde quero passar a algo lateral… falar do livro que li quando utilizei o nome duma personagem para [minha] personagem.
Quanto ao apagar, eu não posso apagar algo publicado por você e peço não queira. Isto vai escrito desfasado no tempo, porque se mantém atual.
O livro “A escrava de Córdova”, é a história duma filha de um fidalgo na zona do Condado Portucalense de onde nasceu Portugal, numa fase anterior ao mesmo. A acção do romance decorre em 900 e pico dC na altura em que os Árabes dominam a maior parte da península Ibérica.
É-nos dado a conhecer a situação geopolítica, dão-nos conhecimento do pai de Ouroana e ela vem na barriga da mãe e vai nascer. Acompanhada sempre por uma ama que tem conhecimento dos ritos ligados à Lua e ao culto das plantas. A ama tenta batizar de Seléne (a deusa da Lua) a criança, mas o pai vai influenciar a escolha para Ouroana. A vida/destino da personagem ficará ligada ao Sol e à Lua, não haverá de faltar um eclipse, etc…
A jovem será raptada por um grupo de bandidos, grupos armados que ditavam a sua lei nas terras de fronteira entre Mouros e Cristãos. Um vassalo, braço direito do pai, vai partir no encalço dos raptores, levando dinheiro para a poder resgatar.
Vai aparecer na história um judeu, que acolherá e acompanhará este aio. Aio que, também ele cairá escravo dos Mouros. Antes disso acontecer, vai ser bem recebido por um mouro poeta e seu grupo, tendo chegado são e salvo até ao Algarve. Aí será apanhado, numa incursão de mouros vindos saquear outros mouros, cristãos convertidos, fazendo escravos e levando o que conseguissem saquear.
Ouroana acaba por ser vendida a um ilustre mouro em Lisboa, levada para Córdova a capital do reino árabe na Al-Andaluz, o nome Andaluzia advém deste reino com capital em Córdoba. Depois é o cativeiro, a educação, o conhecimento com o filho mais velho do seu dono ou senhor. Esse filho vai a ser Abdus, vamos conhecer a sua vida.
O aio vai ter uma vida aventurosa, vai ser comprado pelo seu amigo judeu, vai salvar a vida dum filho do regente do reino mouro, em troca vai-lhe ser concedido um prémio: Ourona. Porque entretanto ela tinha sido protegida aquando do rapto por um ladrão, na verdade um pedreiro. Deixara a ocupação de ladrão e viera até Córdoba onde a sua arte era bem paga, na construção de uma nova mesquita em Córdova e ampliação da muito célebre mesquita de Córdoba. Sendo ele a conhecer o aio, dando a saber o paradeiro da princesa que ele reencontrara num daqueles acasos bons para os romances terem histórias mais ou menos in/verosímeis.
Ouroana regressa para os pais, os árabes vão fazer uma razia, Ouroana vai voltar a ficar cativa dos mouros, salva pelo Abdus durante a razia mas, cativa. Depois vai haver um namoro, ela vai ser pedida em casamento, a condição será ficar com a religião do marido, vai dizer que não pode. Vai acabar por poder, vamos perceber porquê pois vai ler sobre as duas religiões e depois o Abdus vai morrer em batalha e ela acabará regressando para o pai.
Cá está a resenha, mas ainda não desisti de dar pelo menos uma passagem do livro. Foi isso que atrasou isto, já está feito. O que falta, vamos ver…
A capa já deixei no blog:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/11/normal-0-21-false-false-false-pt-x-none.html
Beijos *** |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Ter Nov 15, 2011 10:19 pm |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
Francisco, eu lhe pedi um conto sobre Ouroana e dei minha versão, disse que apague a minha versão sobre ela. Desenhado?
Ouroana pra mim não tem religião. Suas vestes não na minha versão nada tem a ver haver com religiao e sim uma maneira de ver como o mundo olha pra ela.
Melhor deixar isso pra la! Beijos no coração! |
bbrian,
Depois de a reler, pesquisei no blog por “Ouroana”, primeira ligação:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
A um conto sempre se pode acrescentar um ponto, transformá-lo num ensaio, num romance, fazer uma crónica, tecer uma crítica. Ouroana ficou-se por um breve “exercício de escrita”, como todos os textos são, de onde quero passar a algo lateral… falar do livro que li quando utilizei o nome duma personagem para [minha] personagem.
Quanto ao apagar, eu não posso apagar algo publicado por você e peço não queira. Isto vai escrito desfasado no tempo, porque se mantém atual.
O livro “A escrava de Córdova”, é a história duma filha de um fidalgo na zona do Condado Portucalense de onde nasceu Portugal, numa fase anterior ao mesmo. A acção do romance decorre em 900 e pico dC na altura em que os Árabes dominam a maior parte da península Ibérica.
É-nos dado a conhecer a situação geopolítica, dão-nos conhecimento do pai de Ouroana e ela vem na barriga da mãe e vai nascer. Acompanhada sempre por uma ama que tem conhecimento dos ritos ligados à Lua e ao culto das plantas. A ama tenta batizar de Seléne (a deusa da Lua) a criança, mas o pai vai influenciar a escolha para Ouroana. A vida/destino da personagem ficará ligada ao Sol e à Lua, não haverá de faltar um eclipse, etc…
A jovem será raptada por um grupo de bandidos, grupos armados que ditavam a sua lei nas terras de fronteira entre Mouros e Cristãos. Um vassalo, braço direito do pai, vai partir no encalço dos raptores, levando dinheiro para a poder resgatar.
Vai aparecer na história um judeu, que acolherá e acompanhará este aio. Aio que, também ele cairá escravo dos Mouros. Antes disso acontecer, vai ser bem recebido por um mouro poeta e seu grupo, tendo chegado são e salvo até ao Algarve. Aí será apanhado, numa incursão de mouros vindos saquear outros mouros, cristãos convertidos, fazendo escravos e levando o que conseguissem saquear.
Ouroana acaba por ser vendida a um ilustre mouro em Lisboa, levada para Córdova a capital do reino árabe na Al-Andaluz, o nome Andaluzia advém deste reino com capital em Córdoba. Depois é o cativeiro, a educação, o conhecimento com o filho mais velho do seu dono ou senhor. Esse filho vai a ser Abdus, vamos conhecer a sua vida.
O aio vai ter uma vida aventurosa, vai ser comprado pelo seu amigo judeu, vai salvar a vida dum filho do regente do reino mouro, em troca vai-lhe ser concedido um prémio: Ourona. Porque entretanto ela tinha sido protegida aquando do rapto por um ladrão, na verdade um pedreiro. Deixara a ocupação de ladrão e viera até Córdoba onde a sua arte era bem paga, na construção de uma nova mesquita em Córdova e ampliação da muito célebre mesquita de Córdoba. Sendo ele a conhecer o aio, dando a saber o paradeiro da princesa que ele reencontrara num daqueles acasos bons para os romances terem histórias mais ou menos in/verosímeis.
Ouroana regressa para os pais, os árabes vão fazer uma razia, Ouroana vai voltar a ficar cativa dos mouros, salva pelo Abdus durante a razia mas, cativa. Depois vai haver um namoro, ela vai ser pedida em casamento, a condição será ficar com a religião do marido, vai dizer que não pode. Vai acabar por poder, vamos perceber porquê pois vai ler sobre as duas religiões e depois o Abdus vai morrer em batalha e ela acabará regressando para o pai.
Cá está a resenha, mas ainda não desisti de dar pelo menos uma passagem do livro. Foi isso que atrasou isto, já está feito. O que falta, vamos ver…
A capa já deixei no blog:
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Ainda venho lhe falar da minha Ouroana Poeta, que é bem diferente da sua. Preciso tempo!Beijos no coração! |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Qua Nov 16, 2011 9:58 pm |
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| bbrian escreveu: |
| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
Francisco, eu lhe pedi um conto sobre Ouroana e dei minha versão, disse que apague a minha versão sobre ela. Desenhado?
Ouroana pra mim não tem religião. Suas vestes não na minha versão nada tem a ver haver com religiao e sim uma maneira de ver como o mundo olha pra ela.
Melhor deixar isso pra la! Beijos no coração! |
bbrian,
Depois de a reler, pesquisei no blog por “Ouroana”, primeira ligação:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
A um conto sempre se pode acrescentar um ponto, transformá-lo num ensaio, num romance, fazer uma crónica, tecer uma crítica. Ouroana ficou-se por um breve “exercício de escrita”, como todos os textos são, de onde quero passar a algo lateral… falar do livro que li quando utilizei o nome duma personagem para [minha] personagem.
Quanto ao apagar, eu não posso apagar algo publicado por você e peço não queira. Isto vai escrito desfasado no tempo, porque se mantém atual.
O livro “A escrava de Córdova”, é a história duma filha de um fidalgo na zona do Condado Portucalense de onde nasceu Portugal, numa fase anterior ao mesmo. A acção do romance decorre em 900 e pico dC na altura em que os Árabes dominam a maior parte da península Ibérica.
É-nos dado a conhecer a situação geopolítica, dão-nos conhecimento do pai de Ouroana e ela vem na barriga da mãe e vai nascer. Acompanhada sempre por uma ama que tem conhecimento dos ritos ligados à Lua e ao culto das plantas. A ama tenta batizar de Seléne (a deusa da Lua) a criança, mas o pai vai influenciar a escolha para Ouroana. A vida/destino da personagem ficará ligada ao Sol e à Lua, não haverá de faltar um eclipse, etc…
A jovem será raptada por um grupo de bandidos, grupos armados que ditavam a sua lei nas terras de fronteira entre Mouros e Cristãos. Um vassalo, braço direito do pai, vai partir no encalço dos raptores, levando dinheiro para a poder resgatar.
Vai aparecer na história um judeu, que acolherá e acompanhará este aio. Aio que, também ele cairá escravo dos Mouros. Antes disso acontecer, vai ser bem recebido por um mouro poeta e seu grupo, tendo chegado são e salvo até ao Algarve. Aí será apanhado, numa incursão de mouros vindos saquear outros mouros, cristãos convertidos, fazendo escravos e levando o que conseguissem saquear.
Ouroana acaba por ser vendida a um ilustre mouro em Lisboa, levada para Córdova a capital do reino árabe na Al-Andaluz, o nome Andaluzia advém deste reino com capital em Córdoba. Depois é o cativeiro, a educação, o conhecimento com o filho mais velho do seu dono ou senhor. Esse filho vai a ser Abdus, vamos conhecer a sua vida.
O aio vai ter uma vida aventurosa, vai ser comprado pelo seu amigo judeu, vai salvar a vida dum filho do regente do reino mouro, em troca vai-lhe ser concedido um prémio: Ourona. Porque entretanto ela tinha sido protegida aquando do rapto por um ladrão, na verdade um pedreiro. Deixara a ocupação de ladrão e viera até Córdoba onde a sua arte era bem paga, na construção de uma nova mesquita em Córdova e ampliação da muito célebre mesquita de Córdoba. Sendo ele a conhecer o aio, dando a saber o paradeiro da princesa que ele reencontrara num daqueles acasos bons para os romances terem histórias mais ou menos in/verosímeis.
Ouroana regressa para os pais, os árabes vão fazer uma razia, Ouroana vai voltar a ficar cativa dos mouros, salva pelo Abdus durante a razia mas, cativa. Depois vai haver um namoro, ela vai ser pedida em casamento, a condição será ficar com a religião do marido, vai dizer que não pode. Vai acabar por poder, vamos perceber porquê pois vai ler sobre as duas religiões e depois o Abdus vai morrer em batalha e ela acabará regressando para o pai.
Cá está a resenha, mas ainda não desisti de dar pelo menos uma passagem do livro. Foi isso que atrasou isto, já está feito. O que falta, vamos ver…
A capa já deixei no blog:
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Beijos *** |
Ainda venho lhe falar da minha Ouroana Poeta, que é bem diferente da sua. Preciso tempo!Beijos no coração! |
Francisco, ser Poeta e escritor requer muita cultura, é o seu caso. Eu não conhecia a história de Ouroana contada por você.
A minha foi capturada por Olara quando li uma estória sobre uma mulher feia que sonha com os versos de um trovador. Extremamente triste, tem no coração a solidão, seus olhos traduzem uma incompatibilidade com o mundo de guerras e desamores. Mira sempre o infinito como pudesse florir os desertos. É além da matéria, pode acariciar alguém tocando com a alma. Nada espera da vida terrena e espera o tempo passar. Acho que Olara a desenhou em LEOA que não compreendendo o mundo preferiu isolar-se dele. Olara viu Ouroana em DOIS com mundo azul de fadas onde reina o amor.
Acho que a verdadeira Ouroana na sua história dará uma bela reflexão sobre religião, espero que vença o amor, porque religiao não é fé. Fé é observarmos o universo e termos a certeza que algo maior de total inteligência regeu e rege isto tudo. Da sua genialidade e das suas mãos so vem escritas escandalosamente perfeitas. Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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João Dinato Ferreira
Mensagens: 635
Localização: Minas Gerais
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Enviada:
Sex Nov 18, 2011 10:59 am |
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| bbrian escreveu: |
| bbrian escreveu: |
| Francisco Coimbra escreveu: |
| bbrian escreveu: |
Francisco, eu lhe pedi um conto sobre Ouroana e dei minha versão, disse que apague a minha versão sobre ela. Desenhado?
Ouroana pra mim não tem religião. Suas vestes não na minha versão nada tem a ver haver com religiao e sim uma maneira de ver como o mundo olha pra ela.
Melhor deixar isso pra la! Beijos no coração! |
bbrian,
Depois de a reler, pesquisei no blog por “Ouroana”, primeira ligação:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/09/ouroana-dos-cabelos-de-ouro.html
A um conto sempre se pode acrescentar um ponto, transformá-lo num ensaio, num romance, fazer uma crónica, tecer uma crítica. Ouroana ficou-se por um breve “exercício de escrita”, como todos os textos são, de onde quero passar a algo lateral… falar do livro que li quando utilizei o nome duma personagem para [minha] personagem.
Quanto ao apagar, eu não posso apagar algo publicado por você e peço não queira. Isto vai escrito desfasado no tempo, porque se mantém atual.
O livro “A escrava de Córdova”, é a história duma filha de um fidalgo na zona do Condado Portucalense de onde nasceu Portugal, numa fase anterior ao mesmo. A acção do romance decorre em 900 e pico dC na altura em que os Árabes dominam a maior parte da península Ibérica.
É-nos dado a conhecer a situação geopolítica, dão-nos conhecimento do pai de Ouroana e ela vem na barriga da mãe e vai nascer. Acompanhada sempre por uma ama que tem conhecimento dos ritos ligados à Lua e ao culto das plantas. A ama tenta batizar de Seléne (a deusa da Lua) a criança, mas o pai vai influenciar a escolha para Ouroana. A vida/destino da personagem ficará ligada ao Sol e à Lua, não haverá de faltar um eclipse, etc…
A jovem será raptada por um grupo de bandidos, grupos armados que ditavam a sua lei nas terras de fronteira entre Mouros e Cristãos. Um vassalo, braço direito do pai, vai partir no encalço dos raptores, levando dinheiro para a poder resgatar.
Vai aparecer na história um judeu, que acolherá e acompanhará este aio. Aio que, também ele cairá escravo dos Mouros. Antes disso acontecer, vai ser bem recebido por um mouro poeta e seu grupo, tendo chegado são e salvo até ao Algarve. Aí será apanhado, numa incursão de mouros vindos saquear outros mouros, cristãos convertidos, fazendo escravos e levando o que conseguissem saquear.
Ouroana acaba por ser vendida a um ilustre mouro em Lisboa, levada para Córdova a capital do reino árabe na Al-Andaluz, o nome Andaluzia advém deste reino com capital em Córdoba. Depois é o cativeiro, a educação, o conhecimento com o filho mais velho do seu dono ou senhor. Esse filho vai a ser Abdus, vamos conhecer a sua vida.
O aio vai ter uma vida aventurosa, vai ser comprado pelo seu amigo judeu, vai salvar a vida dum filho do regente do reino mouro, em troca vai-lhe ser concedido um prémio: Ourona. Porque entretanto ela tinha sido protegida aquando do rapto por um ladrão, na verdade um pedreiro. Deixara a ocupação de ladrão e viera até Córdoba onde a sua arte era bem paga, na construção de uma nova mesquita em Córdova e ampliação da muito célebre mesquita de Córdoba. Sendo ele a conhecer o aio, dando a saber o paradeiro da princesa que ele reencontrara num daqueles acasos bons para os romances terem histórias mais ou menos in/verosímeis.
Ouroana regressa para os pais, os árabes vão fazer uma razia, Ouroana vai voltar a ficar cativa dos mouros, salva pelo Abdus durante a razia mas, cativa. Depois vai haver um namoro, ela vai ser pedida em casamento, a condição será ficar com a religião do marido, vai dizer que não pode. Vai acabar por poder, vamos perceber porquê pois vai ler sobre as duas religiões e depois o Abdus vai morrer em batalha e ela acabará regressando para o pai.
Cá está a resenha, mas ainda não desisti de dar pelo menos uma passagem do livro. Foi isso que atrasou isto, já está feito. O que falta, vamos ver…
A capa já deixei no blog:
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/11/normal-0-21-false-false-false-pt-x-none.html
Beijos *** |
Ainda venho lhe falar da minha Ouroana Poeta, que é bem diferente da sua. Preciso tempo!Beijos no coração! |
Francisco, ser Poeta e escritor requer muita cultura, é o seu caso. Eu não conhecia a história de Ouroana contada por você.
A minha foi capturada por Olara quando li uma estória sobre uma mulher feia que sonha com os versos de um trovador. Extremamente triste, tem no coração a solidão, seus olhos traduzem uma incompatibilidade com o mundo de guerras e desamores. Mira sempre o infinito como pudesse florir os desertos. É além da matéria, pode acariciar alguém tocando com a alma. Nada espera da vida terrena e espera o tempo passar. Acho que Olara a desenhou em LEOA que não compreendendo o mundo preferiu isolar-se dele. Olara viu Ouroana em DOIS com mundo azul de fadas onde reina o amor.
Acho que a verdadeira Ouroana na sua história dará uma bela reflexão sobre religião, espero que vença o amor, porque religiao não é fé. Fé é observarmos o universo e termos a certeza que algo maior de total inteligência regeu e rege isto tudo. Da sua genialidade e das suas mãos so vem escritas escandalosamente perfeitas. Beijos no coração! |
É muito empolgante a leitura de romances, acho excitante a sua relação com a História, em pensar que já existiu um Império Árabe... Pena que nasci preguiçoso, um dia talvez aceite como desafio ler um “A escrava de Córdova” e quem sabe escrever, preciso de mais bagagem... Parabéns, escritor! |
_________________ Ao encontro da arte, no verso... |
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João Dinato Ferreira
Mensagens: 635
Localização: Minas Gerais
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Enviada:
Sex Nov 18, 2011 4:34 pm |
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Aguardando mais resenhas... |
_________________ Ao encontro da arte, no verso... |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Ter Nov 22, 2011 10:29 pm |
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| bbrian escreveu: |
Francisco, ser Poeta e escritor requer muita cultura, é o seu caso. Eu não conhecia a história de Ouroana contada por você.
A minha foi capturada por Olara quando li uma estória sobre uma mulher feia que sonha com os versos de um trovador. Extremamente triste, tem no coração a solidão, seus olhos traduzem uma incompatibilidade com o mundo de guerras e desamores. Mira sempre o infinito como pudesse florir os desertos. É além da matéria, pode acariciar alguém tocando com a alma. Nada espera da vida terrena e espera o tempo passar. Acho que Olara a desenhou em LEOA que não compreendendo o mundo preferiu isolar-se dele. Olara viu Ouroana em DOIS com mundo azul de fadas onde reina o amor.
Acho que a verdadeira Ouroana na sua história dará uma bela reflexão sobre religião, espero que vença o amor, porque religiao não é fé. Fé é observarmos o universo e termos a certeza que algo maior de total inteligência regeu e rege isto tudo. Da sua genialidade e das suas mãos so vem escritas escandalosamente perfeitas. Beijos no coração! |
bbrian,
Breve espero encontrar uma página no interior do livro para lhe dar a ler, isso já pensei e continua adiado, mas volto!
«
Francisco, eu não diria poeta racional, há diferença entre os poetas que procuram os versos e dos poetas que são procurados pela poesia. Quando procurados saõ sim FONTES NATURAIS que brotam espontâneos e afloram livres escorrendo versos. O mundo literário nem sempre faz justiça a estes donos de um dom. Fazer o quê? Nem tudo é justo. NO debate estou devendo, e vou lá qualquer dia. Beijos no coração!
»
Também tinha este seu comentário a exigir ser comentado, para aqui o trouxe. Agradeço-o, como tudo que me vai dando, agradeço as suas palavras acima. A verdade é a cultura pouco ou nada significar, se dela não fizermos uso; não posso deixar de estar plenamente de acordo com a amiga.
Beijos do coração! |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Dom Nov 27, 2011 10:40 pm |
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| João Dinato Ferreira escreveu: |
É muito empolgante a leitura de romances, acho excitante a sua relação com a História, em pensar que já existiu um Império Árabe... Pena que nasci preguiçoso, um dia talvez aceite como desafio ler um “A escrava de Córdova” e quem sabe escrever, preciso de mais bagagem... Parabéns, escritor! |
João Dinato,
Da última vez que vim não tive tempo de dar conta de ter lido, agora vim desejar uma boa semana! Deixo a promessa de voltar breve, com uma resenha. Abraço |
_________________ http://www.recantodasletras.com.br/autores/Francisco |
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bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
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Enviada:
Ter Nov 29, 2011 11:08 pm |
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Pois é Francisco, quando junta cultura e poeta fica muito mais bonito. Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
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Francisco Coimbra
Mensagens: 1388
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL
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Enviada:
Qui Mai 16, 2013 10:03 pm |
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No Ceará, dona de cabaré processa igreja evangélica – por diógenes dantas / fortaleza.ce
Por Equipe Palavreiros da Hora em maio 16, 2013 18:47 pm
Rafael Romão
http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2013/05/16/no-ceara-dona-de-cabare-processa-igreja-evangelica-por-diogenes-dantas-fortaleza-ce/
A história é saborosa e chegou a mim por intermédio de um amigo internauta: “No Ceará, dona de cabaré processa igreja evangélica”.
Em Aquiraz, no Ceará, Dona Tarcília Bezerra construiu uma expansão de seu cabaré, cujas atividades estavam em constante crescimento após a criação de seguro desemprego para pescadores e vários outros tipos de bolsas.
Em resposta, uma igreja evangélica local iniciou uma forte campanha para bloquear a expansão, com sessões de oração de manhã, à tarde e à noite.
O trabalho de ampliação e reforma progredia célere até uma semana antes da reinauguração, quando um raio atingiu o cabaré queimando as instalações elétricas e provocando um incêndio que destruiu o telhado e grande parte da construção.
Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja passaram a se gabar “do grande poder da oração”.
Então, Dona Tarcília processou a igreja, o pastor e toda congregação sob o argumento que eles “foram os responsáveis pelo fim de seu prédio e de seu negócio, utilizando-se da intervenção divina, direta ou indireta e das ações ou meios.”
Na contestação à ação judicial, a igreja, veementemente, negou toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício.
O juiz, a quem o processo foi submetido, leu a reclamação da autora e a resposta dos réus e, na audiência de conciliação, comentou:
- Eu não sei como vou decidir este caso, mas uma coisa está patente nos autos: Temos aqui uma proprietária de cabaré que firmemente acredita no poder das orações e uma igreja inteira declarando que as orações não valem nada!
| bbrian escreveu: |
| Pois é Francisco, quando junta cultura e poeta fica muito mais bonito. Beijos no coração! |
bb,
Calculo vá gostar da notícia, é bem pitoresca...
Aproveitei visitar este espaço
Beijos do coração! |
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bbrian
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Sex Mai 17, 2013 12:16 am |
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| Francisco Coimbra escreveu: |
No Ceará, dona de cabaré processa igreja evangélica – por diógenes dantas / fortaleza.ce
Por Equipe Palavreiros da Hora em maio 16, 2013 18:47 pm
Rafael Romão
http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2013/05/16/no-ceara-dona-de-cabare-processa-igreja-evangelica-por-diogenes-dantas-fortaleza-ce/
A história é saborosa e chegou a mim por intermédio de um amigo internauta: “No Ceará, dona de cabaré processa igreja evangélica”.
Em Aquiraz, no Ceará, Dona Tarcília Bezerra construiu uma expansão de seu cabaré, cujas atividades estavam em constante crescimento após a criação de seguro desemprego para pescadores e vários outros tipos de bolsas.
Em resposta, uma igreja evangélica local iniciou uma forte campanha para bloquear a expansão, com sessões de oração de manhã, à tarde e à noite.
O trabalho de ampliação e reforma progredia célere até uma semana antes da reinauguração, quando um raio atingiu o cabaré queimando as instalações elétricas e provocando um incêndio que destruiu o telhado e grande parte da construção.
Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja passaram a se gabar “do grande poder da oração”.
Então, Dona Tarcília processou a igreja, o pastor e toda congregação sob o argumento que eles “foram os responsáveis pelo fim de seu prédio e de seu negócio, utilizando-se da intervenção divina, direta ou indireta e das ações ou meios.”
Na contestação à ação judicial, a igreja, veementemente, negou toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício.
O juiz, a quem o processo foi submetido, leu a reclamação da autora e a resposta dos réus e, na audiência de conciliação, comentou:
- Eu não sei como vou decidir este caso, mas uma coisa está patente nos autos: Temos aqui uma proprietária de cabaré que firmemente acredita no poder das orações e uma igreja inteira declarando que as orações não valem nada!
| bbrian escreveu: |
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Poeta, me perdoa mas estou dando gargalhadas!
Também não assuste, o Brasil é um país pitoresco, onde as coisas sérias viram piadas, onde o povo aceita todo tipo de esculhambação e ainda dao risadas. Estamos na Era de bolsas tudo e indo cada dia mais pro buraco. É triste mas é a verdade. Nem oração vai nos salvar! Só falta colocarmos a culpa no raio. Beijos no coração!
Esqueci da bolsa presidiário: um criminoso ganha mais que um trabalhador. Somos ou não o país do futuro? |
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