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Poemas- Joana Freitas- "O ar que eu respiro" Exibir próxima mensagem
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Autor Mensagem
JOANA SOUSA FREITAS



Mensagens: 1136

MensagemEnviada: Dom Mai 22, 2005 4:21 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo




Azul


Manto azul
Que me cobre os olhos
Rasga o olhar
Entranha nas garras da liberdade
Voo discreto
Que vai e não retorna
Que encanta e inventa
Cria o trilho que me guia
De olhos fechados
Dançando à força do vento
Em formas e fórmulas
Sem nome, terra ou lugar
Ave que segue
Me impera o corpo
Cultiva a alma
Colhendo cada um dos meus olhos
Manto azul
Olhos claros
Fusão dos oceanos
Vitoria das cores
Mistura de essências
Magia
Feitiço
Lago me afundo e confundo
Adormeço e sonho
Céu que me perco e encontro sem lugar certo
Azul…azul….azul


----------------------------------------

Grãos de Areia

Conto os grãos de areia que se misturam nas mãos
Caíem, libertam-se, soltam-se e encravam nas unhas
Escorrem entre os dedos
Como agua que se despeja, que não se prende ....
Posso ter a mão aberta ou fechada
ter os dedos cheios de areia
Concha que fecha mas não segura
Porque cai
Perde-se sempre
Misturando-se entre si, tal simbiose perfeita
Fusão cega
Construindo a mutação da terra
Sem palavras
Sem laços
Sem dados concrectos que nos marque ou queime as mãos
Mãos perfeitas que não prendem nada..
Assemelha-se ao amor
Que fica nas nossas mãos até assim o desejar
Não podemos fechar porque se solta
Escorre e funde-se num outro amor
Que não o nosso....
E nas unhas ficam grãos que restam de saudade
Que não partem
Não soltam
Adormeçem nos dedos para sempre



--------------------------------------------------------------

Madrugada

Caída ao relento
Perdida por aí
Algures no tempo
acompanhada do vento
alma penada
despida de tudo
vazia por dentro
esquecida por fora
mórbido momento
sordida realidade
impune do pecado
rasgado de lágrimas
inerte
triste
vagueando
ali, aqui....
Fico parada na noite
Feito candeeiro da madrugada
Aliciada pelo nada
Enganada por por este e aquele
Por mim e por ti
Coração em derrota
Barriga na fome
Morrendo de sede
Cabisbaixa
Pois esta é a vida que levamos
Feito animal, feito gente
Feito objecto, feito verbo
Alimento que não mata a fome
Sozinha nas ruas
Perdida no limiar da saudade
Entre o precipicio e o destino
Pedras da calçada
Que me removo e demovo
Balançando anestesiada pelo amor hoje esquecido
Feito mulher, feito criança
Sem marcas
Sem rasto
Do que outrora fui
E no estado que hoje me deixaste!



Labirinto



Grito da janela daquele quarto
Esquecido na avenida que viviamos
Olhando a calçada
Procurando o que resta de ti
O tempo que foi e te levou para uma outra rua
Longe da minha, longe da nossa...
Busco nas crianças que saltam à corda
O teu olhar....Aquele sorriso distindo da natureza que vivemos...
Nostálgia que me agarra e não larga
Que vive em cada beco sem saída da minha memória...
Labirinto este coração
Que vives
Não te esqueçe e não sais...
Não tens saída
Fechei todas as portas para que vivas em mim para sempre
Mesmo que não reconhecas a nossa avenida
As estradas
A calçada hoje de pedra
Os meus olhos vistos da janela procurando os teus
A nossa infãncia doce
O meu amor
Eterno amor
Que hoje apenas vive nas avenidas do meu coração
Labirinto em que vives....



Lisboa,28 Maio 2005


As ondas do mar


Olho os frutos do mar
Entre conchas abertas e gastas pelo tempo
Pedrinhas partidas, lascadas, multicores enterradas na areia...
Agua que vai e volta
Levando as conchas, algas, e tudo o que sobeja...
Vão as ondas
Voltam e rebentam aos meus pés
Cinzento este mar que vejo da beira
Reflectindo o céu que ameaça o dia
Chove miudinho
Com pena dos mais tristes
Cintilando feito luz
Feito gota
Penetrando na minha pela
Gélida, pequena, cortante....
Daqui não saio,
Fico parada e estática
Observando a melancolia que me tropeça na alma
Me corrompe os pés cortados
Me eleva ao nível do mar
Á sua grandiosidade da qual serei apenas uma gota...
Mas faço parte disto
Faço parte dele....
O mar é como tu, levou-me e depois me trouxe
Abandonou-me numa praia vazia qualquer
Com pedrinhas que me rasgam a pele,
À chuva
Ao relento da estação....
Num momento indefinido
Sem movimento
Melancólica
Numa espera constante de um outra onda que me leve ....

Lisboa,28 Maio 2005

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Joana sousa Freitas
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Editado pela última vez por JOANA SOUSA FREITAS em Sáb Jan 10, 2009 3:02 pm, num total de 32 vezes
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Soltys



Mensagens: 312
Localização: Brasil, Santa Catarina - São Bento do Sul

MensagemEnviada: Dom Mai 22, 2005 5:57 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

maravilhosa!!! de uma serenojovialidade inconfundível....

com teus versos me identifiquei....

principalmente com estes:

Manto azul
Que me cobre os olhos
Rasga o olhar
Entranha nas garras da liberdade


teu poema é cheio de uma magia, de uma sensibilidade só sua.....

adorei ler-te...

eu sou a ave que te segue...sou um falcão, uma ave de rapina....que voa alto, refletindo na tua circunferência... Embarassed

azul.....é a tua aura cheia de idealismo e sonho... Rolling Eyes

até mais...

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JOANA SOUSA FREITAS



Mensagens: 1136

MensagemEnviada: Seg Mai 23, 2005 2:41 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Soltys,

Obrigada pelo teu comentário que me deixou sem palavras Embarassed
E por teres perdido uns minutos a ler-me pois é sempre muito gratificante sabermos que sensibilizamos ou transmitimos os sentimentos da forma que nós realmente sentimos

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Joana sousa Freitas
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Pupila



Mensagens: 4061
Localização: São Paulo

MensagemEnviada: Qua Mai 25, 2005 8:21 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Joana,
Como é bom ler os poemas do autor se agrupando, facilita a observação e apreciação do leitor.
Percebi nos poemas postados, a tua sensibilidade nas imagens e ritmos presentes em teus versos... há uma constância...Lindo!
beijos poéticos

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JOANA SOUSA FREITAS



Mensagens: 1136

MensagemEnviada: Sáb Mai 28, 2005 8:57 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Pupila escreveu:
Joana,
Como é bom ler os poemas do autor se agrupando, facilita a observação e apreciação do leitor.
Percebi nos poemas postados, a tua sensibilidade nas imagens e ritmos presentes em teus versos... há uma constância...Lindo!
beijos poéticos


Querida Maísa,

Obrigada pelas tuas doces palavras
E por entenderes a minha sensibilidade....
Já escrevi aqui mais um "Labirinto"


Um Bjo enorme

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Joana sousa Freitas
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Lilian



Mensagens: 2468
Localização: São Paulo

MensagemEnviada: Sáb Mai 28, 2005 10:34 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Querida e sempre amiga,

No labirinto dos teus versos encontro à esperança descomedida em tuas rimas e no contexto profundo dos teus poemas está a força do teu intimo, a beleza de tua alma resplandecente por tua sensibilidade. Nos teus poemas está sempre presente a constante procura da sua outra metade na busca insana da proximidade. Diante a tão belos escritos deixo-lhe o meu carinho e respeito.

Beijo no teu coração, que a sua busca seja coroada por plena felicidade.

Lilian

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"Respeite o poeta e sua obra."
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Kleber Aquino dos Santos



Mensagens: 145
Localização: São José dos Campos

MensagemEnviada: Dom Mai 29, 2005 11:42 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

QUERIDA AMIGA, SE ME PERMITE CHAMA-LA ASSIM,
ESCANCAREI AS PORTAS DE MEU CORAÇÃO, PARA EXCLUSIVAMENTE
SABOREAR OS TEUS VERSOS...
NÃO ME CONTIVE E COLOQUEI-ME NAS AREIAS DESSA PRAIA...
MARAVILHOSAMENTE, SENTI UM POQUINHO DE TEU CORAÇÃO...
NÃO ME IMPORTEI NEM MESMO COM A CHUVA FINA E ME DELICIEI COM
TEUS POEMAS...
SE PROCURAS ALGO, NÃO DESISTA JAMAIS...
SAUDAÇÕES...
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JOANA SOUSA FREITAS



Mensagens: 1136

MensagemEnviada: Seg Mai 30, 2005 2:22 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Dia e noite

Reclamo das palavras
Salpicos de areia aos teus olhos
Tropeço nas letras
Como tu cais sobre as pedras que imponho à tua vida.
Papel sem caneta
Esgrima sem espada
É assim que nós somos
Assim nos entrelaçamos e nos abandonamos quando a noite encadeia a nossa voz
Somos um todo
Que difere em cada entoação mais forte
Um todo separado e cortado em cada olhar mais demorado...
Terminamos como duas pombas brancas
Voando no horizonte em estados de lucidez
Terminando na cama em instinto animal de loucura...
São estes os nossos dias
Destinos distintos
Doentias as madrugadas
Que nos cobrem o corpo e nos perdemos no mesmo voo...
Mesmo quando dia nos teima em rasgar os corpos e desvia-los do mesmo rumo.

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Tere Penhabe



Mensagens: 801
Localização: Santos _SP

MensagemEnviada: Ter Mai 31, 2005 9:03 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

JOANA SOUSA FREITAS escreveu:
Dia e noite

Dia e Noite é maravilhoso, Joana, mas todos merecem aplausos e o meu xodó fica sendo, "As ondas do mar", porque me fascina tudo sobre o mar, ficou lindo demais!!! Beijos admiradores

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bbrian



Mensagens: 3899
Localização: ES

MensagemEnviada: Qua Jun 01, 2005 12:42 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

JOANA SOUSA FREITAS escreveu:



Azul


Manto azul
Que me cobre os olhos
Rasga o olhar
Entranha nas garras da liberdade
Voo discreto
Que vai e não retorna
Que encanta e inventa
Cria o trilho que me guia
De olhos fechados
Dançando à força do vento
Em formas e fórmulas
Sem nome, terra ou lugar
Ave que segue
Me impera o corpo
Cultiva a alma
Colhendo cada um dos meus olhos
Manto azul
Olhos claros
Fusão dos oceanos
Vitoria das cores
Mistura de essências
Magia
Feitiço
Lago me afundo e confundo
Adormeço e sonho
Céu que me perco e encontro sem lugar certo
Azul…azul….azul


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Grãos de Areia

Conto os grãos de areia que se misturam nas mãos
Caíem, libertam-se, soltam-se e encravam nas unhas
Escorrem entre os dedos
Como agua que se despeja, que não se prende ....
Posso ter a mão aberta ou fechada
ter os dedos cheios de areia
Concha que fecha mas não segura
Porque cai
Perde-se sempre
Misturando-se entre si, tal simbiose perfeita
Fusão cega
Construindo a mutação da terra
Sem palavras
Sem laços
Sem dados concrectos que nos marque ou queime as mãos
Mãos perfeitas que não prendem nada..
Assemelha-se ao amor
Que fica nas nossas mãos até assim o desejar
Não podemos fechar porque se solta
Escorre e funde-se num outro amor
Que não o nosso....
E nas unhas ficam grãos que restam de saudade
Que não partem
Não soltam
Adormeçem nos dedos para sempre



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Madrugada

Caída ao relento
Perdida por aí
Algures no tempo
acompanhada do vento
alma penada
despida de tudo
vazia por dentro
esquecida por fora
mórbido momento
sordida realidade
impune do pecado
rasgado de lágrimas
inerte
triste
vagueando
ali, aqui....
Fico parada na noite
Feito candeeiro da madrugada
Aliciada pelo nada
Enganada por por este e aquele
Por mim e por ti
Coração em derrota
Barriga na fome
Morrendo de sede
Cabisbaixa
Pois esta é a vida que levamos
Feito animal, feito gente
Feito objecto, feito verbo
Alimento que não mata a fome
Sozinha nas ruas
Perdida no limiar da saudade
Entre o precipicio e o destino
Pedras da calçada
Que me removo e demovo
Balançando anestesiada pelo amor hoje esquecido
Feito mulher, feito criança
Sem marcas
Sem rasto
Do que outrora fui
E no estado que hoje me deixaste!



Labirinto



Grito da janela daquele quarto
Esquecido na avenida que viviamos
Olhando a calçada
Procurando o que resta de ti
O tempo que foi e te levou para uma outra rua
Longe da minha, longe da nossa...
Busco nas crianças que saltam à corda
O teu olhar....Aquele sorriso distindo da natureza que vivemos...
Nostálgia que me agarra e não larga
Que vive em cada beco sem saída da minha memória...
Labirinto este coração
Que vives
Não te esqueçe e não sais...
Não tens saída
Fechei todas as portas para que vivas em mim para sempre
Mesmo que não reconhecas a nossa avenida
As estradas
A calçada hoje de pedra
Os meus olhos vistos da janela procurando os teus
A nossa infãncia doce
O meu amor
Eterno amor
Que hoje apenas vive nas avenidas do meu coração
Labirinto em que vives....



Lisboa,28 Maio 2005


As ondas do mar


Olho os frutos do mar
Entre conchas abertas e gastas pelo tempo
Pedrinhas partidas, lascadas, multicores enterradas na areia...
Agua que vai e volta
Levando as conchas, algas, e tudo o que sobeja...
Vão as ondas
Voltam e rebentam aos meus pés
Cinzento este mar que vejo da beira
Reflectindo o céu que ameaça o dia
Chove miudinho
Com pena dos mais tristes
Cintilando feito luz
Feito gota
Penetrando na minha pela
Gélida, pequena, cortante....
Daqui não saio,
Fico parada e estática
Observando a melancolia que me tropeça na alma
Me corrompe os pés cortados
Me eleva ao nível do mar
Á sua grandiosidade da qual serei apenas uma gota...
Mas faço parte disto
Faço parte dele....
O mar é como tu, levou-me e depois me trouxe
Abandonou-me numa praia vazia qualquer
Com pedrinhas que me rasgam a pele,
À chuva
Ao relento da estação....
Num momento indefinido
Sem movimento
Melancólica
Numa espera constante de um outra onda que me leve ....

Lisboa,28 Maio 2005


Joana,
Naveguei na sua onda,parabens, beijos no coração!

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JOANA SOUSA FREITAS



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MensagemEnviada: Qua Jun 01, 2005 12:44 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Tere Penhabe escreveu:
JOANA SOUSA FREITAS escreveu:
Dia e noite

Dia e Noite é maravilhoso, Joana, mas todos merecem aplausos e o meu xodó fica sendo, "As ondas do mar", porque me fascina tudo sobre o mar, ficou lindo demais!!! Beijos admiradores



Querida Tere,

Obrigada como sempre por me leres e sentires as minhas palavras... O mar é uma das minhas fontes de inspiração. Tanto como o tempo e as marcas temporais que nos atravessam a alma.
Lindos são também os teus poemas!!!

Bjos

Jo

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Pupila



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MensagemEnviada: Qua Jun 01, 2005 9:32 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

JOANA SOUSA FREITAS escreveu:
Dia e noite

Reclamo das palavras
Salpicos de areia aos teus olhos
Tropeço nas letras
Como tu cais sobre as pedras que imponho à tua vida.
Papel sem caneta
Esgrima sem espada
É assim que nós somos
Assim nos entrelaçamos e nos abandonamos quando a noite encadeia a nossa voz
Somos um todo
Que difere em cada entoação mais forte
Um todo separado e cortado em cada olhar mais demorado...
Terminamos como duas pombas brancas
Voando no horizonte em estados de lucidez
Terminando na cama em instinto animal de loucura...
São estes os nossos dias
Destinos distintos
Doentias as madrugadas
Que nos cobrem o corpo e nos perdemos no mesmo voo...
Mesmo quando dia nos teima em rasgar os corpos e desvia-los do mesmo rumo.


Querida Joana
Dia e noite
O amor que vive ee coa forte...mesmo com os desvios.
Lindo poema!
beijos poéticos

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*ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
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JOANA SOUSA FREITAS



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MensagemEnviada: Sex Jun 03, 2005 11:10 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Kleber Aquino dos Santos escreveu:
QUERIDA AMIGA, SE ME PERMITE CHAMA-LA ASSIM,
ESCANCAREI AS PORTAS DE MEU CORAÇÃO, PARA EXCLUSIVAMENTE
SABOREAR OS TEUS VERSOS...
NÃO ME CONTIVE E COLOQUEI-ME NAS AREIAS DESSA PRAIA...
MARAVILHOSAMENTE, SENTI UM POQUINHO DE TEU CORAÇÃO...
NÃO ME IMPORTEI NEM MESMO COM A CHUVA FINA E ME DELICIEI COM
TEUS POEMAS...
SE PROCURAS ALGO, NÃO DESISTA JAMAIS...
SAUDAÇÕES...


Querido Kleber,


Muito...Muito obrigada pelo teu comentário.
Obrigada por teres sentido as minhas palavras e teres ido além de uma leitura dos meus textos.
Eu nunca desisto ...JAMAIS!

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JOANA SOUSA FREITAS



Mensagens: 1136

MensagemEnviada: Sex Jun 03, 2005 11:13 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

[quote="Pupila"]
JOANA SOUSA FREITAS escreveu:
Dia e noite



Querida Joana
Dia e noite
O amor que vive ee coa forte...mesmo com os desvios.
Lindo poema!
beijos poéticos



Querida Maísa,

Obrigada por me leres...Por me sentires...Por me comentares...

PS- Não vejo é ninguém comentar no fórum....Naquele post que coloquei...

BJOS

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Mensagens: 1136

MensagemEnviada: Sáb Jun 04, 2005 9:05 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Lilian escreveu:
Querida e sempre amiga,

No labirinto dos teus versos encontro à esperança descomedida em tuas rimas e no contexto profundo dos teus poemas está a força do teu intimo, a beleza de tua alma resplandecente por tua sensibilidade. Nos teus poemas está sempre presente a constante procura da sua outra metade na busca insana da proximidade. Diante a tão belos escritos deixo-lhe o meu carinho e respeito.

Beijo no teu coração, que a sua busca seja coroada por plena felicidade.

Lilian

Querida Lilian,

A esperança, o tempo, são as minhas fontes de inspiração, porque me correm nas veias, e acordam sempre no meu coração.
A minha busca é eterna, não adormeçe nunca, não se perde, é a minha função nesta vida.


Um bjo enorme

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