Fórum de Poesia
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À conversa na escrita Exibir próxima mensagem
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Autor Mensagem
Francisco Coimbra



Mensagens: 1446
Localização: Ponta Delgada - Açores/PORTUGAL

MensagemEnviada: Ter Mai 10, 2005 11:53 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

À conversa na escrita a mão aquece as palavras (ainda antes de desenhar uma letra), penso... escrevo ou não?
Às vezes a mão ganha a contenda (o corpo ama ser escrito/a) sem uma razão, sem razão... acende: acede e... apaga-se no carvão dum rabisco na grafite dum lápis, ardeu!
Um gesto, muitos... (a conversa na escrita) pelo prazer do gesto se dirá o que fica... na leitura.

[Os romanos não inventaram o 0, esse é um dos motivos para a sua numeração ter ficado ultrapassada...
Em cinco anos (2005, 2006, 2007, 2008, 2009) passaram-se mais de 4 anos, até hoje retomar:
«À conversa na escrita»
Hoje:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34468#34468]

§

1 POESIA POIS

Imagine que eu tivesse feito um filme e agora o começasse a contar, com uma frase como esta a servir de abertura, por onde acha que começaria? Calcule que não ache nada, a sua tentação é dar largas à atenção que possa estar a usar, continua, segue a escrita com a sua leitura. Na verdade, bom, interessante, diria e escrevo, curioso seria se agora parasse, na mesma altura em que vou parar e pensasse: – Este tipo está a meter-se comigo!? Claro, pode pensar, “Está meter-se com o leitor”.
Agora já não tem nada a ver consigo, consigo imaginar-me a entrar na sua pele, aquela que veste uma personagem e sou o leitor/a. Há pouco parei, agora contínuo. Sou o leitor que parou a leitura e disse para consigo “Eu consigo, vou entrar no jogo”. Como? Ele sabia mas, como todo o bom leitor, está habituado a deixar as palavras escritas fazerem eco na sua cabeça, começa a responder desta forma que todos estamos a ver. Agora ele é o escritor, aquele que escreve.
Vê? Agora já não custa tanto, já o autor (nem importa qual, ele agora é você, eu sou primeiro leitor que começou a escrever) não precisa de pedir para fazerem as pausas que ele faz. Fez a pausa? Continua a fazer? O ideal é ler em voz alta, ouvir as palavras como se fossem ditas quando escritas. Pois, na realidade, estou a improvisar um diálogo. Onde posso meter tudo, veja se gosta de Poesia e se lhe serve este poema:

POESIA POIS

Poesia, pois
o ritmo, com certeza
a música, a essência
da palavra

desencantar do canto
cantando encanto
com a alma

a definição da poesia
está no fim dela mesma

como em todas as coisas

Gostou? Onde é que está a ler isto, on-line? Tem a possibilidade de interagir? Então, caso queira, pode continuar este texto. É só escrever…

Hoje: http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34584#34584

2 [NOTA EXCESSIVA]
Sabes minha amiga, a poesia é um Mistério, um mister que só é praticado por poetas e por todos os outros que escrevem poemas. Todos são poetas, quando das suas palavras nos despertam a imaginação e o sonho. O simples facto de alguém escrever versos levanta um desafio ao leitor, descobrir a localização do tesouro: os poemas são mapas.
Nos poemas do teu companheiro o desenho é simples de seguir, não há garatujas, nem notas excessivas, o traço segue “uma linha do destino” e afunda-se na palma da mão que o escreveu. Podemos deixar-nos surpreender pela leitura, o que só pode ser bom.
Pelo que te escrevo, espero deduzas o que mais distraí o leitor são as garatujas e as notas, quanto ao traço é o que define a linha seguida e não termina forçosamente num X. Saber onde está o tesouro no poema é já o tesouro do poema, faz parte da sua leitura.
Bons poemas não só merecem, também precisam de bons leitores. Os maus poemas? Perdias tempo a ler mapas do tesouro que soubesses serem produtos da imaginação e fantasia? Porque não!? Tudo depende da arte, no desenho dum mapa, a arte está no desenho.
Pessoalmente gostei, como se pode gostar: pessoalmente. Agora o que é que posso dizer do que gostei para que outros gostem? Chama-me a atenção:
1 o uso cuidadoso da palavra
2 não abusa das frases
3 distribui o peso do corpo como um urso polar anda sobre uma camada de gelo que partiria sobre o andar duma criança.
Como calculo vais gostar do que escrevi, não agradeças, dá-lhe os parabéns.

[Antes de escrever estas palavras escrevi as que deixei em versos, sinal que respirei o prazer da escrita na leitura. Isso, isto é o melhor que te podia dizer. Mais, muito mais, podia escrever. Os tais bons leitores que os poemas precisam e são muito poucos, não perdem tempo a “criticar”, se querem falar dum poema, ou duma poesia…, criam com a poesia que recebem. Dão continuidade às trocas de energia que são todas as intersecções…
Este parágrafo era para cortar, é a minha “nota excessiva” que deixo – por completar.]

Hoje... http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34598#34598

3 A QUESTÃO
A questão ponho-a nos seguintes moldes: com tantas leituras na Internet e estando escrever e publicar tão facilitado, só não escreve quem não quer?
Não é por se ler muito ou pouco, na Internet ou na casinha, que se escreve ou deixa de escrever. Agora ser importante a leitura, talvez seja mais correcto ir ao ponto: a informação, é! Pensando isso, isto podia ser uma infinita conversa: «À conversa na escrita». Como a minha ambição está onde a deixam, vou deixar “À conversa na escrita” onde a encontrei, onde a fiz (para ficar entregue ao Silêncio?).
Não quero encerrar sem citar o Assim, transcrevendo o que ele escreveu no dia em que recuperei este tópico: «…»
Não posso deixar de me culpar daquilo que me desculpo, quem escreve aquilo que escrevi quando abri este tópico…
Não deve estar á espera que lhe respondam.

Hoje... http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34700#34700

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Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Seg Nov 09, 2009 9:42 pm, num total de 13 vezes
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MensagemEnviada: Seg Jun 01, 2009 3:08 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

FC – Terá o Assim lido isto, para escrever MÃO DESPIDA
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34465#34465
?

Assim – Não, mas é uma boa razão eu ter escrito… dá para acender a conversa!

Mim – Também sou convidada? Não gosto de conversa fiada, mas gosto de conversa afiada!

R – Convidado ou não, cá estou para dar uma mão! Pergunto: - Se isto começa no I, é para ir até ao C?

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MensagemEnviada: Qui Jul 02, 2009 12:01 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

«Clareiras» é o título dum texto em prosa que nos é oferecido à leitura como desafio para, do mesmo texto, fazermos uma resenha. Objectivo? Penso que está enunciado no convite:
«Bom dia, amigos... Vamos participar de nosso fórum!
Há duas propostas de resenhas essa semana com textos de Drummond e Quintana.
Abraços do Beco!»,
Sónia Menezes
Encontram [encontrarão] o texto, o desafio, no blog da Sónia. Espero que ela venha comentar a resenha que vou fazer, para facilmente a seguirem. Outra hipótese é, no final da resenha, deixo o endereço do texto.
Sendo este o primeiro desafio, aproveito para fazer um reparo, dou conta da insuficiente informação sobre o texto. Fico sem saber tratar-se dum fragmento dum texto maior, duma “clareira” completa dum livro que se chame “Clareiras”? Ou seja, há insuficiente informação sobre o texto do desafio, gostaria que se aproveitasse o desafio como forma de homenagem aos autores citados, podendo ficar a saber um pouco mais deles, enquadrando na obra o texto apresentado. Se isso for pedir demais, saber o nome da obra donde o texto foi retirado.

CLAREIRAS
É um texto onde o autor discorre sobre a escrita, advogando a simplicidade e correcção. Tece alguma crítica, mormente assinalando «A atual crise de expressão». Escreve, aparentemente, para fazer o elogio de três leituras onde encontra «velha-guarda que morre mas não se entrega»?
Gostaria de registar um parágrafo onde diz que ler alguém que se exprime com limpidez, permite transformar a leitura em pensamento. Para pensar o que ele diz com correcção, só lendo a forma como o diz. Termina citando um pensamento de Pascal, provavelmente ficaria feliz se alguém, referindo-se a ele, se lembrasse do citar. Cito pois Pascal, citado por Quintana, assim acabando a resenha como acaba o texto que me serviu de objecto para a mesma:
"Quando deparamos com o estilo natural, ficamos pasmados e encantados, como se esperássemos ver um autor e encontrássemos um homem".

Nota: Regressando a passagem anterior, deixo a prometida ligação, «Para pensar o que ele diz com correcção, só lendo a forma como o diz:
http://resenha.ning.com/forum/topics/proposta-de-resenha-clareiras

{Todos os Fóruns deste mundo deviam poder ser comunicantes!}

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MensagemEnviada: Sáb Jul 04, 2009 4:54 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

A MINHA CONCLUSÃO

Tento agora a resenha dum poema de Carlos Drummond de Andrade onde faço a contabilidade de uma dúzia de versos com uma mão cheia de frases repartidas, divididas por pontos finais. Escrevo descrevendo, pois ainda não dou a ler o poema, leio.
O poema abre com este verso: «Meu Deus, os mortos que andam!», o que sai desta exclamação? Sai a presença dos outros com quem nos cruzamos e em relação a quem somos e nos mantemos estranhos, podendo dar conta de, a par e passo, sermos observados, escrutinados, avaliados?
O que a Poesia tem de bom é que, se a avaliarmos, apercebemo-nos que só há uma maneira de a avaliar: avaliando-nos a nós mesmos. A minha conclusão é, de forma consciente, a seguinte: o poema pode ter sido escrito por um palerma ignorante, falho de ideias, inspiração ou seja o que for, o poema é sempre bom! Foi suficientemente importante para ter sido escrito, compete-nos descobrir porquê, o que o tornou especial para quem nele "viu" o poema. É o leitor quem deve ao poema, se o deixamos ficar em débito a resposta é simples: não lhe soubemos dar crédito.
Porque é bom o poema de Drummond?
Ele diz-nos que os outros que nos cercam são “imprescritíveis”, faz ponto e remata «E não falam.». Aqui chegados, o poema acabou. Tudo é leitura, não há falhas, tudo é poesia neste poema. Se os outros não prescrevem, se não acabam, se não são finitos, aquilo que deles, com eles, por eles e para eles podemos dizer, pensar ou sentir, só pode ser aquilo que precisamos para ler este poema: poesia.
Um verso-chave? Sim, há versos que são centrais, às vezes todo um poema pode valer por ter um verso que nos fica, habita, passa a viver em nós. Outras vezes, o conceito pode reflectir a existência dum verso que nos dá a ambiência ou o sentir do poema. Para mim, neste poema, esse verso é este:
«nossa incômoda sensação de estar vivos».
Darei agora a ler o poema:

Mortos que andam
(Carlos Drummond de Andrade)

Meu Deus, os mortos que andam!
Que nos seguem os passos
e não falam.
Aparecem no bar, no teatro, na biblioteca.
Não nos fitam,
não nos interrogam,
não nos cobram nada.
Acompanham, fiscalizam
nosso caminho e jeito de caminhar,
nossa incômoda sensação de estar vivos
e sentir que nos seguem, nos cercam,
imprescritíveis. E não falam.


{Não escrevendo para mortos, vou-me à vida!}

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MensagemEnviada: Qui Jul 16, 2009 11:36 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Está decidido, ter um blog não me cativa. Gosto de partilhar alguns espaços, partilhar a blogosfera é espaço abrangente de mais?
Deixo esta pergunta a um deus ou deusa infecundo, uma pedra onde só vento e mar com tempo hão-de desenhar seu rosto, diferente de tudo, parecido com nada, para que a sua resposta me seja indiferente agora e para sempre.
Do agora prefiro deixar algo mais interessante (deus que responda?)

http://diariodedetras.blogspot.com/2009/07/substancia-de-voo.html

Gosto neste poema da dispersão de sentidos, um chuveiro incerto esguichando em todos os sentidos, assim como o Sol dá a Luz!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34782#34782

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MensagemEnviada: Dom Ago 02, 2009 11:45 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Circulando
Entre Escrita(s) http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34863#34863
E SobrePoesia(s) http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=34864#34864

EXPERIMENTALISTA
Gosto de ser um experimentalista, mais do que ser um experimentador. Motivos? O experimentador experimenta, o experimentalista vai mais longe ao preparaR a experiência.

experimentalismo
(experimental + -ismo)
s. m.
1. Doutrina que defende a fundamentação na experiência em todos os ramos de actividade.
2. Movimento estético de vanguarda que desafia convenções e métodos.


a) O enigma tem beleza, pois alimenta tudo que nos alimenta, é alimento!

b) Um aforismo pode ser o máximo, mesmo não o sendo, é uma máxima!

c) DÚVIDA & CERTEZA

Que me dizem da Poesia feita por computador? Há programas que geram belos poemas!

SINTO A FELICIDADE

eu sinto a felicidade
tornando-a vida
mais próxima

talvez melhor
e perfeita

torno-me máquina!

Rx

Em relação à Poesia não tenho dúvida, em relação à dúvida está em saber formulá-la. Não há uma fórmula para – dúvida ou certeza, por isso os humanos procuram a Fé. Mas, como a minha é poesia…

d) Rascunha a primeira minuta num minuto aberto ao infinito Assim, secunda-se Mim na leitura escrevendo, desvenda R um retorno «nu simultâneo»!

e) Apetece-me

a saudável loucura dos poemas, esta onde as palavras nascem para ser o contrário do dentro entrando por fora até ao âmago, sem desvio nem fuga percorrendo arestas na esfera duma geometria de linhas, como se faz a letra duma canção sentindo a música a entranhar-se nas entranhas, sem estranheza: só uma frase, na fase da ter.


f) A comemoração,

é o sentimento de quem encontra sensações para a razão ou a esvazia, para a deixar encher-se de inspiração fresca!


g) PRIMEIRA CEIA

Pondo na frase uma ideia, iniciamos sempre uma “primeira ceia”.


h) A inspiração

é parte da necessária respiração do poema!


i) ESCRITO

Ainda não li o que escrevi, mas já escrevo o que ficará escrito.


j) A emoção

não têm fronteiras, pelo menos no corpo.


K) Uma frase

não tem de ser uma fala, contudo... deve dizer alguma coisa.


l) A EMOÇÃO POÉTICA

à Maysa

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35093#35093
Saber o que é uma sinestesia, mesmo sendo mais vulgar que uma epifania, ter uma e outra na corrente… sanguínea, da consciência, no corpo e espírito onde – o poema se materializa leitura da Língua, pátria de tantos depois de Pessoa, com mitologia e história desde Camões que melhor que ninguém antes dele a tornou canto, campo melódico de harmonias dum gradiente de largo espectro onde o colorido da sensibilidade humana encontra matéria para a poesia se expressar na voz impressa por todos que buscam dar expressão e forma à Poesia. Arte plástica de difícil domínio, capaz de transcender a técnica duma gramática correcta, para se impor linguagem do ser onde em nós acorda cada corda a reverberar das cordas vocálicas uma Física do dizer. Na escrita, é a arte deste fazer, onde vamos onde nenhum atleta chega, mesmo quando deslumbra na precisão, ritmo e beleza, dum exercício físico. Na verdade, quando penso a Poesia como religião duma crença e fé superior ao desejo de beleza e harmonia, procuro o que mencionaste e isso transforma a menção em emoção. Não é algo que se agradeça, tal como simpatia ou amizade. Tentei expressá-la nela envolvido, dá-la devolvendo-a.

m) A_SOM_BRA A PALAVRA LITERÁRIA

Nu no assombro repousa o corpo literal da literatura

n) O balancear…

Ao Jorge Humberto

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35098#35098
«O balancear das frases nos versos», pretende esta ser uma forma de falar sobre a cadência, o ir à frente e atrás, na procura da imagem e da palavra certa; situação onde a Poesia é inultrapassável, motivo suficiente para ser o género literário que privilegio como forma de cultivar a Língua.

o) O FAZER POÉTICO

pro_por-se…
um verbo: fazer
uma conjugação
verbo & vida

prescutar... Assim & Mim + R + eu
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35101#35101

p) O SEGREDO

segredo | s. m. | adj.
1ª pess. sing. pres. ind. de segredar


segredo (ê)
s. m.
1. Coisa que não deve ser sabida por outrem.
2. Coisa que se diz a outrem mas que não deve ser sabida de terceiro.
3. Reserva, discrição.
4. Arte, ciência.
5. Meio pouco conhecido de fazer uma coisa.
6. Receita secreta.
7. Lugar de uma prisão onde se conservam os presos que devem estar incomunicáveis.
8. Estado do prisioneiro incomunicável.
9. Esconderijo.
10. Mola oculta.
11. Meio de acção! sabido apenas por alguns.
12. Causas desconhecidas.
13. O íntimo, o âmago.
adj.
14. Secreto.
em segredo: em particular; ao ouvido.

segredar - Conjugar
v. tr.
1. Dizer em segredo.
2. Cochichar; murmurar em voz baixa.
v. intr.
3. Dizer segredos.


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Palavras relacionadas com: segredo


arcano | s. m. | adj.
Mistério, segredo....
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baixinho | adv.
Em voz baixa; em segredo....
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bilhete-postal | s. m.
Cartão selado, para correspondência postal, sobre assuntos que não exigem segredo....
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busílis | s. m. 2 núm.
Dificuldade; segredo....
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charlatão | s. m.
Inculcador de drogas, elixires e segredos de muito préstimo....
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chau | s. m. | interj.
Nome do papel-moeda na China....
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ciciar | v. intr. | v. tr.
Pronunciar com cicio....
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cochichar | v. intr.
Falar em voz baixa....
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confidência | s. f.
Comunicação secreta, participação dum segredo....
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confidente | adj. 2 gén. s. 2 gén.
Pessoa de quem se confiam segredos....
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confidenciar | v. tr.
Dizer em segredo....
________________________________________
dessegredo | s. m.
Falta de segredo; publicidade....
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inconfidente | adj. 2 gén.
Que revela segredos alheios; traidor; desleal....
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lambareiro | adj. s. m. | s. m.
Lambão; glutão....
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língua-de-trapos | s. 2 gén.
Pessoa trapalhona no falar....
________________________________________
linguarudo | adj. s. m.
Falador, chocalheiro....
________________________________________
manha | s. f.
Artes de conseguir o que se deseja, sem trabalho, ou enganando....
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mexerico | s. m.
Acto de querer saber para ir contar a outrem....
________________________________________
mistério | s. m.
Culto secreto (no politeísmo)....


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1 2 3 4


murmurar | v. tr. | v. intr.
Dizer em voz baixa, segredar....
________________________________________
notório | adj.
Sabido de todos ou de muitos....
________________________________________
ocultismo | s. m.
Doutrina que pretende conhecer e utilizar os segredos da natureza....
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recatar | v. tr. | v. pron.
Buscar com atenção; rebuscar....
________________________________________
recato | s. m.
Resguardo; segredo....
________________________________________
recôndito | adj. | s. m.
Profundo, do âmago....
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reservado | adj.
Circunspecto; cauteloso; discreto; prudente....
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reservar | v. tr. | v. pron.
Guardar; conservar....
________________________________________
segredar | v. tr. | v. intr.
Dizer em segredo....
________________________________________
segredeiro | s. m.
Diz-se da pessoa que gosta de falar em segredo, de cochichar....
________________________________________
sussurrar | v. intr. | v. tr. e intr. | v. pron.
Causar sussurro....
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talambor | s. m.
Fechadura de segredo....
________________________________________
apuridar | v. intr.
Falar ao ouvido ou em segredo....
________________________________________
palrar | v. intr.
Articular sons imperfeitos; chalrear....
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secreto | adj. | s. m. | adv.
Que não é do domínio público; ignorado; oculto; dissimulado; encoberto; íntimo; recôndito; solitário; retirado....
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sigilo | s. m.
Segredo....
________________________________________
saco-roto | s. m.
Aquele que não sabe ter segredos, que repete tudo quanto ouve....
________________________________________
chocar | v. intr. | v. tr.
Dar choque, ir de encontro a....
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denunciar | v. tr. | v. pron.
Dar denúncia de; delatar; acusar em segredo....
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escaninho | s. m.
Compartimento ou casinha de secretária ou de qualquer outro móvel....


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1 2 3 4

incógnita | s. f.
Quantidade cujo valor se procura ao resolver um problema ou equação....
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penetrais | s. m. pl.
Parte mais retirada, mais recôndita e interior; ádito, o íntimo....
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soprar | v. tr. | v. intr.
Dirigir o sopro para....
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súchia | s. f.
Us. na locução adv. à súchia, às escondidas, em segredo, pela calada....
________________________________________
adepto | adj. s. m.
Diz-se de ou pessoa que está iniciada nos fins a que tende uma seita ou doutrina, ou nos segredos de uma ciência....
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falinha | s. f.
Diminutivo de fala....
________________________________________
discreto | adj.
Que tem ou denota discrição....
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indiscrição | s. f.
Falta de discrição, de reserva....
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resguardo | s. m.
Acto ou efeito de resguardar ou de resguardar-se....
________________________________________
arca | s. f.
Caixa com tampa plana....
________________________________________
magia | s. f.
Religião dos magos....
________________________________________
chave | s. f.
Instrumento com que se faz correr a lingueta de uma fechadura....
________________________________________
discrição | s. f.
Qualidade de discreto....
________________________________________
ouvido | s. m.
Sentido da audição....
________________________________________
encourado | adj. | s. m.
Revestido de couro....
________________________________________
pedra | s. f.
Substância dura e compacta que forma as rochas....
________________________________________
sombra | s. f.
Claridade atenuada pela interposição de um corpo entre ela e o objecto luminoso....
________________________________________
puridade | s. f.
Pureza....
________________________________________
particular | adj. 2 gén. | s. m. | s. m. pl.
Que pertence a um só, que é próprio de certas pessoas ou de certas coisas....
________________________________________
segredo | s. m. | adj.
Coisa que não deve ser sabida por outrem....


________________________________________
1 2 3 4

secretário | s. m.
Pessoa que tem a seu cargo escrever a correspondência do indivíduo que o emprega....
________________________________________
semi-segredo | s. m.
Meio segredo....
________________________________________
misterioso | adj. | s. m.
Em que há mistério; enigmático; inexplicável....
________________________________________
secretismo | s. m.
Qualidade do que é secreto ou está em segredo....
________________________________________
fofoca | s. f.
Acto de querer saber para ir contar a outrem....



________________________________________
1 2 3 4

secretário | s. m.


secretário
s. m.
1. Pessoa que tem a seu cargo escrever a correspondência do indivíduo que o emprega.
2. Empregado encarregado de escrever as deliberações de qualquer assembleia ou junta.
3. Livro que contém modelos de cartas.
4. O que guarda segredos de outrem.
secretário de Estado: ministro.

R(evolução/evolução)
Procurem as palavras…
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35102#35102

q) QUERO – DO PRESENTE

Quero acrescentar ao Passado, construir o Futuro, partir – do Presente.


r) Descobrir…

Descobrir um caminho que nos leve até… ao Fim; dar vida a um conto, concluir uma história; toda a f(r)ase.

s) BREVE

Fiz um solo que terminei num verso «em semi-breve», serve?

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35130#35130

t) TOCO

Toco o oco no tom… é o som do Silêncio!

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35143#35143

u) MOTE

Se tens um mote, transforma-o em pote, a alegria compensar-te-á!

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35179#35179

v) TEORIZAÇÃO EMPÍRICA

Minha amiga, só não uso citação tua em epígrafe para não deixar uma nota dúbia, tendo em conta as múltiplas e infinitas interpretações sobre o que o poema seja. Ele deve ser o que o leitor lê do que o poeta deseja, aquilo que desejar também o leitor. Quantas vezes não temos aí, na dualidade autor/leitor (sem necessitarmos de mais ninguém para além ou aquém do autor), o contraditório a dar e pedir as mais variadas leituras.

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35193#35193

Vou deixar que cada um tenha as suas dúvidas, sem nada de dúbio, pois dou a ler a citação “À conversa na escrita”.

«Poesia não é um empilhar de palavras enigmáticas na vertical, nem, tão pouco, uns versos toscos daqueles que fazem sempre rimar mão com coração e tia com melancia. Irritante, a ideia de que todos sabem escrever poesia!!», Adélia Rocha
http://sobreamorte.blogspot.com/2009/08/nao-tenhas-medo-do-escuro.html

w) LOGARITMO
«logaritmo s. m. Expoente da potência a que se deve elevar uma base constante para achar um número proposto.»
Cada palavra coada/
na sensibilidade/
duma escrita/

oralizada?
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35214#35214

x) PRAZER

Tudo o que nos dá gozo é prazer, admito-o na origem de tudo.
É o caso desta definição estilo pescadinha de rabo na boca, de «Tudo» a «tudo»: «Tudo o… tudo.»
Ver, Assim& Mim:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35218#35218

y) YIN/YANG

http://pt.wikipedia.org/wiki/Yin-yang
«Princípios complementares
Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
Yang: o princípio activo, noturno, escuro, frio
Yin: o princípio passivo, diurno, luminoso, quente.»
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35230#35230

z) Z

FIZ
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35239#35239

1) I

Às vezes canso de publicar poesia, quanto à prosa o cansaço é diferente. Às vezes apetece-me remoer palavras novas e diferentes, como remorso. Uso-as como quem acompanha uma cerveja, com tremoços;
quer continuar a ler esta prosa, terá que fazer uma pequena prova para - este - quer_er...

Vou começar nova série numérica.

Aqui limito-me a saltar de parágrafo, vindo da(s) Escrita(s)
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35266#35266
terei usado uma ligação que introduzi para se saber onde comecei; a quem por aqui tenha começado, fica a ligação a esse [n(ovo)] inicio.
Este gozo gozado de procurar o prazer e o usar a bel-prazer, trouxe-me para À conversa com a escrita para a continuar. Passando das letras para os algarismos, escrevendo números até a página ficar esgotada! Quero com isto dizer que os números se irão suceder

2) II

A poesia é a fala duma experiência escrita, da escrita pela escrita. Nada pode ser mais completo, que o sentido, sentido pelo significado dado aos significados dados por estes signos escritos para ser lidos pela experiência duma fala muda na procura dos seus gestos exactos.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35316#35316
Desconhecedora da métrica e do método necessário a esse passo no desconhecido que faz os poetas escreverem os poemas, aprecio a prosa da rosa deixada na roseira onde a observo e recolho na prosa que namora a ideia, onde poiso qual insecto tentando recolher o mel.
Ambiciono obter este mimetismo recolhido da natureza entregue ao mecanismo natural da sucessão de gestos exactos, para obter o gesto exacto no momento perfeito, a perfeição acontece da naturalidade de quem obedece instintivamente respondendo às suas necessidades, nelas descobrindo (o) desejo.
Sou aquela que procria o hermafrodita (!) Seguidora de Afrodite, no afrodisíaco prazer de fazer (o – ovo) desejo.

3) III

Não acredito em finais felizes, o equivalente possível seria um final inacabado. Esta abordagem da realidade é a que lhe dá um princípio de acordo com a minha fé, a esperança sem compromisso. Algo que dispensa a crença, uma espera do desejo como é uma espera na roseira, espinho onde nos podemos ferir, nada mais sendo que adjacência axial, acúleo.

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35327#35327
Gosto de ser capaz desta visão desprovida de paixão, simultaneamente apaixonada pela objectividade sem comprovativo, sem necessidade, apenas exposta a um motivo que funciona como mote e pode ser o que nos atrai e leva a procurar encontrar respostas – improváveis no desconhecido.
Apaixono-me pelo final, desejo descobrir que dê um bom motivo para o princípio. Nesta prosa já escrevi sobre a espera, discorri sobre a visão “desprovida de paixão”, mas dou-me por apaixonada por - uma equação sem incógnita = sem guerra a paz seria nada.

4)

Há nos poetas qualquer coisa de único, mesmo se “essa coisa” é partilhada por milhares que, com regularidade, se entregam à procura da palavra mais certa para dizer algo de tão impalpável como é a poesia. Para atingirem esse fim, também um meio, princípio e não sei que mais possa dizer: a sua essencialidade, através de peças verbais elaboradas em verso, os poemas.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35253#35253

5)

1. João Dinato Ferreira
2. BBrian
3. Marcelo Basto

Do primeiro para o último dos três comentários que acabei de fazer, autores e autora a quem tenho o prazer de dar este destaque. Um breve conjunto de motivos que também tentarei contabilizar até três: 1 - cabem numa leitura possível do enunciado «autores preferidos dos frequentadores do fórum», 2 - uma preferência pelo que está presente no Presente onde a memória ainda é imaginação do real, 3 - o facto de ter um “suporte” para a opinião expressa que deixarei nos endereços a seguir…


1. http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35342#35342
2. http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35343#35343
3. http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35344#35344

6)

À dúzia é mais barato e meia-dúzia é metade!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35358#35358
Gosto do nº 6, é um búzio onde se ouve (o) mar

7)

Toda a Poesia é um convite à imersão (entrar) na escrita, toda a Prosa é…
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35371#35371
uma procura de emersão (sair). Logo, toda a Prosa necessita de poesia, toda a poesia, só através da prosa chega a ser Poesia.

8 )

Quando necessito dum personagem redijo dando a R a redação dum jornal que não se publica, ele escreve e público, como se os jornais também fossem inventados por redatores onde um personagem interessante e desinteressado pudesse saber o que necessito quando invento RedigiR a sua presença.
254) http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35375#35375
Erigido, o personagem emerge, como uma ereção .!. das águas onde Assim mergulha a pena para criar imagens líquidas com as quais inventa os diálogos com a Mim, deixando as folhas tombar com as cores deste Outono neste preciso momento em que parece me lembro do sono rimar com o que sinto. Bebo mais um golo de absinto, à procura dum efeito psicotrópico, mas não o encontro, talvez a viver a Primavera nos trópicos?
Descobri este mecanismo d’ À conversa com a escrita para saber que sou lido por mim e meia dúzia de pessoas que navegam nestas águas, onde a conversa se faz como se faz o teatro mesmo sem Teatro, no interior de cada um!
Assim, o Assim está a ler o SONHO MEU do R, será que irá escrever?
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35374#35374

9)

Sou um amante dos números, da qualidade na quantidade, da sua capacidade simbólica superando as letras. Com estas escrevemos sentidos… como dizer o 9? Na sua postura, ereta, o homem é um ser esteta! O 9 tem o búzio do 6 na boca, segreda a língua no infinito mistério duma senda onde se funda e afunda a língua donde sai a Lei... Húmida de desejo, sedenta de prazer, líquida de gozo, vibra esse som mágico dum eco (onde ecoa a) memória viva do búzio na casa vazia do búzio: natureza & música, a natureza da Música!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35410#35410
Parei Escrita(s) porque entretanto houve o Dia Internacional do Poeta, esse cantor que encontramos onde ele deixa a sua voz nos poemas. Encarna a capacidade de imortalizar a Língua, a fala na leitura da escrita, o Homem e a sua procura de presença nos símbolos levados ao detalhe do som, à reprodução do dizer da fala, na fala do dizer – dos símbolos onde reproduz sons e imagens dando voz a tudo que procura dizer: o tudo, o todo e as suas partes.!.

10)

Para quem não gosta de navegar, estar quieto é suficiente, quanto ao necessário, só pode ser urgente?
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35441#35441
Descobrir para onde vão as águas das chuvas, é muito mais que a curiosidade das raízes, é a sua fome!

Marianna, a presença forte da palavra, espessa, como uma pintura a pastel. Parabéns!
Fico a dever um pequeno texto, logo publicarei em Escrita(s). Entre agora e logo, vou apanhar sol, deixo ficar um tempo que acabará por desaparecer. No entanto abro(-o), deixo persistir este outro “texto todo”. Gostei da “dupla” Estação.
Muito agradeço o comentário recebido, com prazer o retribuo.

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35424#35424

A palavra trás e deixa uma imagem, comparo ao passe tenso onde temos de meter a cabeça, para fazer goool(ooo)! A palavra… todo o poema. Parabéns!
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35425#35425

blogando
http://diariodedetras.blogspot.com/2009/10/comentario.html

11

A ideia dum poema é dar uma perspectiva, a abordagem dum tema que é assunto no seu texto. Pode funcionar como uma pintura, mostrando de forma visual. Mas, um poema é um poema, é arte maior, a bíblia de todas as artes, uma escrita que fala do que vai na alma: pro_cura a imaginação com as palavras com que pensamos e tentamos dizer tudo.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35466#35466
A alma é uma palavra, a alma é o ser do que somos, a poesia também é alma, o que nos faz ser!
As alíneas) já esgotaram letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z e algarismos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0. Continuo com os números, infinitos.

12

MONUMENTO AO AUTOR DESCONHECIDO

Hoje resolvi dedicar-me à Imortalidade, comecei a pensar ser eterna. Morrer quando tiver que ser mas, a minha memória, perdurar para ser: a autora anónima! Com esta resolução, começo o monumento à memória dos autores anónimos, um pequeno texto despretensioso.
Coloco-me a ideia, como dar a qualquer pessoa a possibilidade de se ver autor/a do anonimato deste ato? Ato a palavra ao teatro, cada um é personagem da sua leitura e pronto. É só esperar que a palavra perdure, hoje, amanhã, depois, depois de depois, até à eternidade estar concretizada.
Ato final, último, derradeiro, dramático, exagerado, exuberante, ardiloso, monto o laço como se fosse uma armadilha para os pássaros, cai uma nuvem e cai chuva, passa, há-de chegar o sol, a lua e a terra sempre a girar. A eternidade é uma gaiola, feita de tempo, tem janelas viradas para (o) agora.

http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35492#35492

O meu comentário a MONUMENTO AO AUTOR DESCONHECIDO fica aqui…, onde deixo a eternidade À conversa com a escrita.

FIM

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MensagemEnviada: Dom Nov 08, 2009 1:41 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 1

Vou deixar Escrita(s) como uma “oficina” onde comecei a registar a presença da escrita, permitindo seguir e fazer viagens através dela. Agora venho para este lugar mais isolado, instalo-me aqui ao lado…
Trago comigo a Mina, essa criadora anónima que resolveu dar-se um nome que não usa.

PALCO ÍNTIMO

Pego na caneta para me mover como uma perneta, equilibro-me nela e avanço. Ganho balanço e caio na praia, vou para lá mas não posso entrar na areia. Fico aqui, sentada na ideia, a olhar o mar. Saio da minha cozinha sem saias, nua e crua, silenciosa como uma palavra despida de sons.
Gosto deste mar feito de ondas e infinito, sentir a aragem no rosto, meu corpo exposto. Como saber escrever aquilo que leio, aquilo que eu mesma escrevi ou outro. Dou por mim a transcrever, a querer passar letra por letra, palavra por palavra, um parágrafo, mais um – para parar:
«Aproveitei escrever (…). Veja como sempre parece ou aparece o facto de estar a falar consigo no registo dum Si de si mesmo, mesmo quando está a falar com o vizinho ou a vizinha. Esta é a arte do “outro”, teatro num palco íntimo, onde o poeta se despe para descobrir as unhas a tapar a ponta dos dedos.»

§

Para aqueles espíritos observadores que gostam de especular e postular sobre a realidade, aqueles com quem seria possível criar uma nova religião tendo R por GuaRdião!
Ao passar de Escrita(s) para À conversa com a escrita inicio Conversa(s) 1, isso acontece quando faço a sexta resposta neste tópico: está o mundo criado, seguindo as Escrituras!
O profeta desta mudança é a Mina, quando escreveu:

ÚNICO MOMENTO

Tudo tem um declive, só a tangente ao mundo, num único momento, dá do horizonte um arco que não se confunde com uma reta mas permite desenhá-la na imaginação como uma separação perfeitamente equilibrada entre o azul do céu e o azul do mar. Separação entre o Planeta Azul e o Espaço, nesta linha, neste momento.
Quando alguém quer mudar alguma coisa, primeiro é necessário encontrar este momento único. Deve aliás inverter-se a ordem dos factores e verificar-se o perfeito equilíbrio, se ele se verifica, é o momento. O que fazer com um momento destes? Equilibrar a reta sobre a curva, deixar a escrita circular.
A ideia da linha só pode ser fundamental, nela se funda o limite do círculo, desenhando a circunferência. De inferência em inferência, devemos inferir uma consequência. Com a calma e determinação que só a alma dá ao nosso corpo, contamos os passos como se fossem carneiros e adormecemos felizes!

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Editado pela última vez por Francisco Coimbra em Seg Nov 09, 2009 9:41 pm, num total de 1 vez
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MensagemEnviada: Seg Nov 09, 2009 9:28 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 2

A Poesia, como qualquer outra arte, é um estranho domínio onde tentamos dominar o que nos domina, entregar à emoção a capacidade de nela e com ela nos recriarmos, através desta matéria tão comum na fala, tão usual na escrita, tão inadjectivável na composição, o poema é apenas uma metáfora dando forma à meta/ traçada por uma linha rendilhada de letras que se unem/ a articular de forma verbal a língua. Aqui fecho o parágrafo, chamo ao texto “forma verbal” e espero que a metáfora esteja viva, como um furão em toca de coelho.

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MensagemEnviada: Qui Nov 12, 2009 11:12 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 3

Permite-me pensar “Conversa(s)” lendo da tua poesia, aqui fazendo uma conversa como forma de agradecimento pela atenção às minhas Letras. Letras, bela designação para o estudo das línguas. À nossa maneira, somos cultores da Língua. Os poetas são os construtores da ficção mais completa e intensa, vivida na pele e no papel de ser artista.
Quis fazer uma breve introdução, acho que ainda não esqueci as palavras com que pensei uma primeira abordagem à tua leitura, mas já. Já não é a mesma coisa, pensar as palavras é uma coisa diferente de senti-las. Olhando as tuas palavras, sinto alguém que sente, isso faz-me sentir e pensar, vivo. Temos o ingrediente primeiro e último, o sabor dos sabores, parabéns!

O mito começa, admito-o, na admissão duma resposta às nossas perguntas: feito pela resposta que damos. Deus é um mito, eu sou eu, admito-o! Frase final:

Uma palavra interrogativa, sem qualquer pergunta: quem, deixo-a. Quem quiser perceber melhor, é procurar quem sou, o que escrevi.
R(ed_ator)

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MensagemEnviada: Qua Nov 18, 2009 10:06 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 4 [a quatro mãos Smile]

BB,
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35801#35801
Bom poder conversar com as suas/tuas palavras, nelas colher a interlocutora. Vou tentar dar à colher, delicada_mente, palavras para a boca. A fala que gostaria de ter “por boca”, dizendo as palavras, aqui as deixo escrita(s).
«Um enigma, como no tabuleiro as peças movem[-se*] envolvidas entre si.
Ainda não cheguei ao xeque-mate mas já começo ordenar os versos.
Desafiador, confesso! Se sigo meu raciocínio é por demais passional e erótico.
Beijos no coração!»
*se: incluo por adopção plena, gosto pessoal [leva-me a acrescentar poema de 13.11.09]
Tentar interpretar o poema é procurar dá-lo a ler de forma literal, transformando-o em fala duma personagem: Mina. Agrada-me registar para a interpretação «passional e erótico», nada mais acrescento pois acho que está tudo dito.
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35770#35770
[logo tento chegar ao “xeque-mate”, publico poemas]
---> http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35811#35811
---> http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35827#35827

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MensagemEnviada: Sex Nov 20, 2009 4:42 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 5

BB,
BBB, Bem Bom Belo… tentando responder seu comentário, deixo novo diálogo poético e vamos lá:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35860#35860
Toda a beleza é mistério!
Um dia de Sol, céu aberto, pássaros, a vida em todo o seu esplendor! Se estivermos tristes, onde está a beleza?
Uma mulher linda, um homem apaixonado, qualquer olhar imparcial… a beleza irradia! Até ao dia… quando essa mulher personifica tudo de feio, pérfido e maléfico! O mal (Mal?)… é a beleza ser objectivamente subjectiva!?
Não há imparcialidade na beleza, somos sempre parte do que sentimos.
Respondo no “DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA”, aí no Brasil; serviu-me de mote. Não basta não ser racista, é necessário ser anti-racista! Abraço do peito.

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MensagemEnviada: Sex Nov 20, 2009 11:48 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
Conversa(s) 5

BB,
BBB, Bem Bom Belo… tentando responder seu comentário, deixo novo diálogo poético e vamos lá:
http://www.sobresites.com/poesia/forum/viewtopic.php?p=35860#35860
Toda a beleza é mistério!
Um dia de Sol, céu aberto, pássaros, a vida em todo o seu esplendor! Se estivermos tristes, onde está a beleza?
Uma mulher linda, um homem apaixonado, qualquer olhar imparcial… a beleza irradia! Até ao dia… quando essa mulher personifica tudo de feio, pérfido e maléfico! O mal (Mal?)… é a beleza ser objectivamente subjectiva!?
Não há imparcialidade na beleza, somos sempre parte do que sentimos.
Respondo no “DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA”, aí no Brasil; serviu-me de mote. Não basta não ser racista, é necessário ser anti-racista! Abraço do peito.


Francisco, creio na beleza subjetiva até mesmo quando externada:O BELO SÓ SE FAZ
BELO QUANDO NÃO SE SABE BELO. Imagina Mona Lisa, feia que é, não tivesse o olhar misterioso?
A formosura é justamente a busca pelas entranhas, o exercício de captar o impercebível.
A vulgaridade não requer percepção.
“DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA”. Eu aboliria essa data e criaria DIA DA CONSCIÊNCIA “BRANCA”.
É uma história marcante. Presenciei na infância os impulsos residuais dominantes da barbárie escravocrata. Fui parte da ala escravista e confesso repudiar veemente, sinto nojo, oponho com retumbância e força que possuo.
ANTI-RACISMO SEMPRE. Aplausos meus! E beijos no coração!

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MensagemEnviada: Ter Nov 24, 2009 11:05 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 6
A MATEMÁTICA DOS POETAS


As palavras são o mundo, tudo representam. O fato (em Portugal dá para vestir!) de podermos brincar com elas, das (de+as, ganhando as_as) fazer e desfazer na fala, desdizer e fazer na escrita, vai estar presente na minha resposta.
Desculpas para só agora agradecer o comentário, meu agradecimento já é antigo:)
O Belo é como diz(es): interior e invisível, identifica-se com pureza e razão, é simples ser da intuição de quem o vive e mais não é. A Beleza é exterior, falsificável, no ponto mais alto de si mesma é Visão! Seja como for, nem o Belo nem a Beleza são o que são, são o que somos. O Belo vive do que vivemos com o coração e razão, a Beleza do que sentimos com os sentidos nu corpo. Se soubéssemos dizer o que é um poema, nunca o saberíamos escrever: ele é a nossa vida e o nosso desejo nela, transcende-se a si mesmo, ele é ela. É: são assim o Assim e a Mim, ele o amor, ela a amada, o R um revisor do que de fora posso ver por dentro, dentro da humana experiência da alteridade.
Pronto, foi só uma história. Na realidade, o real, é uma construção sobre a qual alicerçamos a vida. Parece chegar para o comum dos mortais, para os artistas é necessária um matemática capaz de ajudar a explicar/aplicar a realidade, nada mais que isto. Qual seja a matemática dos poetas? Não é certamente a poesia, pois essa é válida para toda a arte, trata-se tão só-mente… de compor com palavras, letras, sinais, toda a fala que podemos e sabemos registar na escrita: corporalmente, a alma.
BB, Beijos Bons do coração.

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MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 11:33 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Francisco Coimbra escreveu:
Conversa(s) 6
A MATEMÁTICA DOS POETAS

As palavras são o mundo, tudo representam. O fato (em Portugal dá para vestir!) de podermos brincar com elas, das (de+as, ganhando as_as) fazer e desfazer na fala, desdizer e fazer na escrita, vai estar presente na minha resposta.
Desculpas para só agora agradecer o comentário, meu agradecimento já é antigo:)
O Belo é como diz(es): interior e invisível, identifica-se com pureza e razão, é simples ser da intuição de quem o vive e mais não é. A Beleza é exterior, falsificável, no ponto mais alto de si mesma é Visão! Seja como for, nem o Belo nem a Beleza são o que são, são o que somos. O Belo vive do que vivemos com o coração e razão, a Beleza do que sentimos com os sentidos nu corpo. Se soubéssemos dizer o que é um poema, nunca o saberíamos escrever: ele é a nossa vida e o nosso desejo nela, transcende-se a si mesmo, ele é ela. É: são assim o Assim e a Mim, ele o amor, ela a amada, o R um revisor do que de fora posso ver por dentro, dentro da humana experiência da alteridade.
Pronto, foi só uma história. Na realidade, o real, é uma construção sobre a qual alicerçamos a vida. Parece chegar para o comum dos mortais, para os artistas é necessária um matemática capaz de ajudar a explicar/aplicar a realidade, nada mais que isto. Qual seja a matemática dos poetas? Não é certamente a poesia, pois essa é válida para toda a arte, trata-se tão só-mente… de compor com palavras, letras, sinais, toda a fala que podemos e sabemos registar na escrita: corporalmente, a alma.
BB, Beijos Bons do coração.


Francisco, sempre acho, não gosto de achismos mas sempre acabo achando tudo,tenho no gene, e me intrometo em tudo.
Vamos a palavra. Depois de ler suas conversas em escritor ou poeta?
Eu acho, rsrsrs, que os diferencio: Escritores marcam opiniões, afirmações ,negaçoes. Poetas,continuo no achismo, são alguns loucos que se dão ao prazer da loucura. Será mesmo loucura? ou apenas desprendem-se dos tais alicerces que às vezes é uma chatice.
Dos poemas, continuo achando,nada mais são resultado dos momentos de loucura dos loucos.
Interpretá-los como? confesso que sou curiosa quanto a querer ser, estar na mesma dimensão dos poetas (tisas) quando escrevem versos em que me intrometo. São momentos de querer estar e ser, não mais. Mesmo porque como leitora o poema é meu,e os leitores são mais loucos que os loucos.
Belos e belezas somos, alguns mais, outros menos. Ando a procura do meu certificado de qualidade.
Desculpa pela conversa extensa, por acentuaçao errada, pela pobreza gramatical. Como eu disse me intrometo!
Beijos no coraçao!

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MensagemEnviada: Sex Nov 27, 2009 10:10 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conversa(s) 7
QUIÇÁ
– Querida BB,
Tua companhia é um luxo, ideia que me cai no bucho e me alimenta como um doce. Engorda-me a alma, pois o bucho, na leitura, fica algures onde o cérebro fabrica seu alimento.
Eu não sou um grande prosador, gosto de ser breve e sucinto, ir ao que sinto.
Estou a dever agrade_cimento de tua presença aqui À conversa na escrita, em SobrePoesia(s) e Escrita(s). Sem esperar inspiração, respirando da prosa a rosa como se ela fosse colhida em estufa, à mão de semear. As rosas já quase não têm cheiro, assim é a prosa quando cresce depressa sem procurar buscar nas suas essências.
Do que ontem terei pensado já só me ficou uma ideia: ir ao caderno, passar o que ontem terei escrito logo de manhã. Se tivesse passado, por certo já teria respondido agradecendo. Não sei qual seria o enquadramento, já nem me lembro o que terei escrito. Grato, vou passar… deixo para depois, quiçá esperando venhas continuar à conversa, ajudando a alimentar + Conversa(s) Smile
Tem certificado que fica do que está certo e só depende das tentativas e erros como método de validação, válida acção é a bela presença de tua pertença ao que dizes e fazes, aqui escrevendo.

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