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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Dez 24, 2008 3:56 pm |
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AMOR E SOLIDÃO*(Indriso)
O sol se escondeu da chuva
E a deixou sem o seu calor
Em um lago de águas turvas...
À beira do lago viu o botão
No alto do galho surgiu a flor,
No galho mais alto a solidão...
Sombra d´olhos e evasiva cor
Assombrado e ardiloso amor...
Ibernise.
Indiara (GO), 22.12.2008.
Poema Inédito.
*Núcleo Temático Romântico.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998. |
_________________ AMIGOS E ANJOS...20.11.2006/Ibernise
Anjos amigos... Amigos anjos...
Anjos são guardiões e companheiros...
Amigos são irmãos aduaneiros...
Duplamente anjos, são arcanjos... |
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Ibernise M. Morais Silva
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Qua Dez 24, 2008 3:58 pm |
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OLHAR DIFERENTE SOBRE CENAS, OBJETOS E SONHOS...*
Sou apaixonada por tudo que faço. Este relacionamento apaixonante e apaixonado inclui pessoas, coisas e cenas... As cenas comandam o espetáculo da vida, e me aproximam de pessoas e objetos.
Objetos me atraem com ou sem materialidade aparente... Materialidade... Um paradoxo de conteúdo real, imaginário e virtual. As cenas fornecem o contexto humanizador de textos, vivências e com vivências.
Não interessa o espaço em que se desenvolvam elas existem, ganham corpo e... Alma. Sempre na condição objetal de “objeto de”... Sim porque o objeto sempre visa um fim, visa algo. Alguma coisa que falta completar... Que falta apreender, compreender e aprender.
Neste referido objetar o passado, presente e futuro forma um bloco único, num aparato de delícias e desejos de sonhar... Em cada mente que se desenvolve, os sonhos são alimentos da alma. Sonhos colorem a vida. Sonhos às vezes são absurdamente fantasiosos.
Incrível! Mas valem do mesmo jeito. Motivam a luta, alimentam amores, constroem o mundo... Felizes aqueles que têm a capacidade de sonhar e ousar, para ir além... Um além para além do objeto de contacto, o objeto com o qual e pelo qual se sonha...
No que se refere a este forma de ver, e sentir diferente, cenas, objetos e sonhos, todas as mentes são mestras... Suas didáticas se estendem a todas as mentes, numa relação pedagógica que se propaga no sentir... Sentir... Em qualquer estágio insipiente, inconseqüente, ou super envolvente... Todas as mentes sentem e descobrem estes segredos...
Não é complicado entender cenas, objetos e sonhos... As cenas que nos ensinam a sonhar, são sempre poéticas e emocionantes. O objeto sempre promete um “encontro de”, que são descobertas... Coisas novas encontradas em si mesmo(a) quem não quer? Quem não gosta? O novo é atraente à medida que o velho o permite reconhecê-lo como novo.
Novo que é diferente de jovem... Ao jovem cabe “um olhar através”, transparente... Ao novo não... Ao novo, o olhar fixa, e fica, porque é translúcido... Sabe? Aquele objeto que deixa passar a luz sem permitir que se vejam o que está do outro lado...
Isso me lembra... Uma cena linda descrita, que remete a objetos e sonhos...
“Era verão; .... alguma vela corria ao largo, e as montanhas envoltas em translúcidos vapores, deixavam-se adormecer com as legendas de sereias e naus, que as ondas do Tejo iam dizendo ao passar.” (Fialho d’Almeida, Lisboa Galante, p. 94.).
Cenas falando do Tejo... Precioso Tejo... Quantos tejos podem ser descritos e reconhecidos pelo coração? Muitos... Abrigados à luz de cenas e de objetos que só cabem em cada uma das mentes especiais...
Tejos que nos levam direto e sem escalas aos nossos sonhos mais preciosos. Porque sonhos nos mantêm apaixonados, enamorados... E a alma, naturalmente amorosa, nos mantêm com um pé no céu e outro na terra. Assim, cabe a cada alma sonhar, que é explorar, e descobrir se uma promessa vale a pena... Porque não são todas as promessas que são promissoras...
By Ibernise
ACESSE ÚLTIMOS LANÇAMENTOS E-BOOCKS DE iBERNISE: "PAIXÃO ARDE, DESEJO TRAI - IV e V"
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Indiara (Goias/Brasil), 11.11. 2008.
*Núcleo Temático Educativo.
Poema Inédito!
Direitos autorais reservados/ Lei n. 9.610 de 19.02.1998.
Poema Classificado no13º Concurso Literário - Aprender Contigo : Olhar diferente sobre: cenas, objetos e sonhos...
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Dez 24, 2008 4:01 pm |
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SER POETA*
Ser poeta é plagiar a verdade
Ainda que de formas diversas
Como quem lembra a saudade
Dada num poema às avessas...
Ser poeta é ser crente carente,
Obstinado ser, na adversidade
Influência e reação comovente...
Ser poeta é plagiar a verdade.
Ser poeta é refletir e realçar
Com simulacros de conversas
O ser espiritual sentir, acordar
Ainda que de formas diversas...
Ser poeta é ousar contradizer
As questões da individualidade,
No rebanho do degradado ser,
Como quem lembra a saudade...
Ser poeta é encontro, emoção...
É campo-minado, e compressa,
Que estimula e cura o coração,
Dada num poema às avessas...
By José Lourenço feat Ibernise
Barcelos (Minho/Portugal), 09.12.2008.
Indiara (Goiás/Brasil),14.12.2008.
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Link deste poema com imagens e fundo musical.
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Para ouvir este poema declamado acesse:
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Dez 24, 2008 4:03 pm |
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CONTO/CAUSO
UM CAUSO DE NATAL*
O fazendeiro Eraldo saíra com a sua mãe idosa, e sua jovem senhora.
Durante algum tempo conduzira sua caminhonete prata, com ar condicionado e cabine dupla, pelos domínios de sua fazenda, que era uma vastidão de 800 alqueires cultivados com soja. Plantio sofisticado, moderno, avançado segundo os princípios da agricultura de precisão.
Olhar aquele tapete verde a se unir lá no horizonte, lhe proporcionava uma grande satisfação. Olhava aquilo tudo e via seus pais, seus avós e a luta que empreenderam para que tudo aquilo pudesse existir.
Seguira pela estradinha de chão, da sua divisa em direção a Dois Corações, cidade mais próxima, eram 12 quilômetros, em autopista. O autocarro saracoteava entre pedrinhas e lombinhos do terreno acidentado, pelas intempéries do inverno.
Era véspera de Natal e precisavam fazer algumas compras para seguirem as tradições natalinas na sua forma mais simples, porém devotada.Ao seu modo pretendiam receber, em seus corações, o menino Jesus, em grande estilo.
A mãe do agricultor, dona Esmeralda, sentada entre ele e Rosinha, parecia distante, enquanto este assoviava uma música que Rosinha costumava cantarolar, mas ela não parecia ouvir, concentrava sua atenção no trânsito difícil daquele trecho.
Chegando a Dois Corações, estacionaram, em frente ao empório. Só Eraldo desce da caminhonete, imponente como um puro- sangue árabe, com seu brilho prata a chamar atenção de transeuntes do pequeno lugarejo. Era sempre assim, o marido descia enquanto a mulher esperava... Ele dizia que se Rosinha descesse, ele gastaria o dobro...
Terminado o ritual das compras, Eraldo, com ajuda de seus peões Chuvisco e Fidélio, coloca os suprimentos na carroceria. Reservam um dos cantos livres para os latões de leite, estende a coberta de proteção, fechando o zíper.
Tudo pronto para a partida, vaqueiros a postos, Eraldo some, desaparece como por encanto...
Fidélio observa a esposa do patrão, agitada a abrir a porta e descer. Ela se dirige ao dono do estabelecimento:
_ Ô seu Odair...
_Diga dona Rosinha, a senhora está bem? E as crianças?
Responde o homem com um sorriso.
_O Senhor sabe onde o Eraldo foi, estava aqui, ainda agorinha...
Explica Rosinha...
_ Sei não senhora... Responde Odair com olhar evasivo...
_Obrigada seu Odair, se o senhor o vir, lhe avise que eu já fui para casa caminhando. E lá se foi Rosinha, pelo atalho da mata em plena estrada de chão.
Rosinha era uma bela morena, tipo físico avantajado, um mulherão, pernas torneadas, com olhos grandes e cor de mel, voz suave, olhar doce, ancas firmes e exibia um decote generoso, num vestido com meia manga. Um padrão de beleza que nada tinha a ver com as barbies girls.
Dócil toda vida, mas ciumenta no último ponto.Uma verdadeira potranca que deixava Eraldo, doido de prazer, mas se via aqui acolá em palcos de aranha.Rosinha zangada era tão esquentada, quanto quando estava acesa de paixão, nos momentos de extravasar seu amor. O leito conjugal era quase sempre a sua fogueira cuja função que Eraldo mais apreciava era debelar todo aquele aquecimento, no belo corpo de sua mulher...Ali os dois se consumiam, se amavam, se completavam. Beijos e abraços, pele na pele sobre os lençóis.
Eraldo não costumava se atencioso, não dava mimos a Rosinha hora nenhuma, nem um simples roçar, nas lidas do dia.. . No entanto se comunicavam muito bem através de olhares, que quase sempre definiam onde, e quando, se encontrariam, se entregariam uns nos braços do outro. Aquela era a centelha daquele amor.
Já se passava um bom tempo, ameaçava anoitecer, chega Eraldo e logo é informado por seu Odair e pela sua mãe que Rosinha se cansara de esperar e fora embora, pela estrada da mata...
Já acossado Eraldo, diz:
_Mas, mas.
_Mas, já é quase noite, é uma caminhada longa o trecho é perigoso... Ai,ai, ai, Rosinha! Que mulher!
O Jovem esposo desesperado chama por Chuvisco e Fidélio e segue a toda velocidade, na via do atalho da mata esperando encontrar Rosinha antes do anoitecer.
Já na metade do caminho avista ao longe sua mulher, caminhando trôpega, já demonstrando cansaço.
Aproxima-se e pára a viatura ao seu lado. Mas ela não o acolhe com o olhar, e continua a andar. Ele a segue e pára novamente. Se esgueirando entre o painel e sua mãe abre porta. Mas ela apressa o passo.
Ele apavorado desce e a agarra pelos braços, pela cintura, pelos ombros e ela a escorregar como quiabo sempre se libertava e seguia determinada. A força de Rosinha e sua teimosia, o irritavam, mas ele teria que coloca-la na caminhonete. Estava anoitecendo e ela não poderia ficar ali.
A dona Esmeralda ao ver o desatinado casal, desce rápidamente e com ajuda dos homens sobe para a carroceria, estava com medo.
Eraldo conseguira conduzir Rosinha até o flanco direito do carro mas não conseguira que ela entrasse na cabine.
E ela avança mais ao fundo dando a volta pára junto a porta esquerda o lado do motorista, tudo sem que Eraldo a pudesse controlar. Num ato e desespero, Eraldo pede ajuda.
_Chuvisco! Fidélio! Me ajudem a colocar dona Rosinha no carro!
_Misericórdia Senhor, como vamos tocar em dona Rosinha?
Enquanto isso Rosinha esperneava e gritava segura pelos ombros, era seu marido a segurá-la por trás.
_Abre a porta Chuvisco!Vamos ela vai conseguir subir até o banco.
Fala Eraldo.
_Não patrão . Falam os empregados em uma só voz.
_Pegue , pegue pela minha conta, um nas pernas e outro na cintura.
Diz Eraldo no final de suas forças.
Rosinha chega afinal ao banco segurada por três homens, em pânico, liberta uma das mãos e retira a chave da ignição... Joga-as longe no gramado, depois das cercas...
Naquele momento o silêncio seria total se não desse para se escutar os pássaros em revoadas para se agasalharem.
Eraldo respira e mantém a escorar, de fora da porta, enquanto Fidélio trava com seu corpo a outra, impedindo que Rosinha escapasse novamente.
O tempo passa Rosinha sossega, e vem a noite e nada deles encontrarem as chaves, se reversando sempre na procura do artefato. Eraldo se lembra afinal que o chaveiro era fluorescente. Pega sua lanterna e sai andando para as bandas que a chave havia caído, quando percebe ao longe o reflexo do chaveiro. Encontrara a chave.
Seguem para casa, calados e assim permanecem. Ao chegar Rosinha ajuda dona Esmeralda sua sogra a descer e a conduz para a casa sede. Rosinha assume a direção dos preparativos para Santa Ceia..
Fornalha no ponto, forno pré-aquecido, leitoa à pururuca, apenas colocada na estufa, para manter-se quente e crocante. Leitoa picada a assar ainda... Prossegue a lida, numa regulagem na saída de ar para graduar o fogo da fornalha e do forno.Vez por outra um lasca de lenha... Até que a mesa foi posta.
Rosinha toma banho e se arruma, Agora está mesmo quase tudo pronto.Os filhos e outros familiares, funcionários reunidos; flores a enfeitar o ambiente, sem árvore de natal, mas havia uma em um pôster colado na parede que as crianças fizeram na escola.
Ao lado da porta de entrada da sala havia uma lapinha, um presépio improvisado pelas crianças, que o criaram e executaram com todas as personagens.
Tudo à luz de velas, porque chovia muito e a força, se fora... O córrego na base da ladeira de acesso a sede estava transbordante, já sem jeito de ser atravessado, ja não dava passagem. O rigor da correnteza, fazia a água correr forte e barulhenta na bica da cozinha, a se misturar com as batidas do monjolo, na casa de farinha bem ao lado.Aquele grande martelo de madeira a bater transportava água, processava a massa da farinha preparando-a para ser escorrida e torrada. Mas não naquele momento, ali só havia mesmo o ritual do martelar a avisar a todos que tudo corria bem, que viviam padrão de harmonia e normalidade; Exceto pelos olhares assustados de Chuvisco e Fidélio, já com as suas famílias e sentados a esperar a Ceia de Natal.
Eraldo, a suspirar vez em quando, abre as orações de ação de graças. Após a benção todos iniciam o jantar.Rosinha fazendo seu prato, arrisca o primeiro olhar para seu esposo Eraldo, após a briga. Estavam um de cada lado da mesa...Surpreendida pelo olhar dele estremeceu... Ele a fitava à vista curta, deslumbrado a mercê do desejo... Aquele olhar tagarela e levado que sempre os conduzia a fazer amor, em momentos mais inesperados... Ela retribui o olhar com um ar de riso, que só ele sabia que era sorriso...
A ceia prossegue, mas ninguém percebeu a saída sorrateira do casal, ninguém percebeu dois pratos intocados à cabeceira da mesa... Ninguém percebeu dois enamorados ausentes...
Para Eraldo e Rosinha a fraternidade a emoção e a força daquele ritual natalino, havia permitido uma transformação em suas vidas, que parecia distante. Foi assim que o Menino Jesus agiu renovando suas esperanças de paz , amor e alegria no seu lar.
Estavam tocados pela forma viva da ação do amor divino, da presença divina.Aqueles corações apaixonados escaparam, escorregaram, deslizaram mas saíram incólumes, pelo perdão e reabilitados pela experiência vivida na presença de Deus.
E assim se fortaleceram para as novas lutas que este novo tempo não dispensaria, porque lutar para viver e laborar na presença de Deus é o começo, o bom começo para cada nova empreitada, cada nova viagem.
Ibernise.
Indiara (GO), 22.12.2008.
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Dez 24, 2008 4:06 pm |
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JESUS VIVO EM NOSSAS VIDAS*
No Natal Jesus, em nós, esta vivo
E assim renova as nossas lidas
Porque Ele é o grande lenitivo,
Revigora as mentes combalidas...
E neste momento de fe é, aquecida,
O ecumenismo mundial é o crivo.
No Natal Jesus, em nós, esta vivo
E assim renova as nossas lidas...
Feliz nossa alma plena, é motivo
De tantas esperanças convertidas
Dando amor, sem anseios aflitivos,
Nesta idéia que ilumina toda vida...
No Natal Jesus, em nós, esta vivo!
Ibernise
Indiara (Goias/Brasil), 12.12. 2008.
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Dez 24, 2008 4:07 pm |
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MOMENTO DE FE*
Paz e perdão no fim do ano
No Natal cujo centro é Jesus
E cada um coração humano
Estara tomado pela via da luz.
E num sentimento que reluz,
No momento de cada mano,
Paz e perdão, no fim do ano,
No Natal cujo centro é Jesus...
No laborar e no ato insano,
Que à face contrita conduz
O redimir do sentir profano,
À remição dos pecados induz,
Paz e perdão no fim do ano...
Ibernise
Indiara (Goias/Brasil), 12.12. 2008.
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ranxhs

Mensagens: 307
Localização: Maceió/AL
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Enviada:
Qui Dez 25, 2008 8:49 am |
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Feliz natal Ibernise!!!! Espero que ano que vem escrevamos mais e mais e melhoremos nossos poemas mais e mais (principalmente eu kkkkkkkkk)
Bjxz e Abraços!!!!
Ranxhs |
_________________ RaNxHs |
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Lucia Constantino
Mensagens: 571
Localização: Curitiba - Paraná
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Enviada:
Qui Jan 08, 2009 8:29 am |
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| Ibernise M. Morais Silva escreveu: |
AMOR E SOLIDÃO*(Indriso)
O sol se escondeu da chuva
E a deixou sem o seu calor
Em um lago de águas turvas...
À beira do lago viu o botão
No alto do galho surgiu a flor,
No galho mais alto a solidão...
Sombra d´olhos e evasiva cor
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--------Amei esse poema, minha querida amiga. Tão breve, tão imagético e profundo!!! Beijo no coração. |
_________________ "Senhor, ata-me à árvore a que pertenço. Que se apóiem sobre mim. Que eu me apoie sobre outro. (...) Sinto necessidade de ser."
Antoine de Saint-Exupéry
http://cantaresepoesia.blogspot.com
http://luciaconstantino.multiply.com |
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Tere Penhabe

Mensagens: 801
Localização: Santos _SP
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 11:41 am |
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| Ibernise M. Morais Silva escreveu: |
MOMENTO DE FE*
Paz e perdão no fim do ano
No Natal cujo centro é Jesus
E cada um coração humano
Estara tomado pela via da luz.
E num sentimento que reluz,
No momento de cada mano,
Paz e perdão, no fim do ano,
No Natal cujo centro é Jesus...
No laborar e no ato insano,
Que à face contrita conduz
O redimir do sentir profano,
À remição dos pecados induz,
Paz e perdão no fim do ano...
Ibernise
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Querida poeta... completo meu deleite aqui no seu maravilhoso poema... desejando que algum dia, a paz, o perdão, a fraternidade, sejam verdadeiros o bastante para durar mais tempo... feliz por voltar a ler teus versos, deixo meu abraço de carinho e admiração sempre. Tere |
_________________ www.amoremversoeprosa.com
http://artculturalbrasil.blogspot.com/2009/01/terepenhabe.html |
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 2:28 pm |
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ANO NOVO BÊNÇÃO DIVINA
Luz é veículo, condução e condutor.
O que inicia, nesta energia, ilumina
Corpo, mente e espírito navegador
Contendo a centelha da ação divina.
No tempo e espaço a viagem ensina
Cada ano mais amizade, mais amor.
Luz é veículo, condução e condutor...
O que inicia, nesta energia, ilumina.
Brindemos com mais alegria, louvor
Entoemos cânticos a cada esquina...
Novo ano! Bênção de Nosso Senhor
Posto que a todos nós Ele ilumina,
Luz é veículo, condução e condutor...
Ibernise.
Indiara (GO), 31.12.2008.
Poema Inédito.
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 2:32 pm |
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[color=#][color[/color]=red]RONDEL[/color]
VIDROS E DIAMANTES
Teu brilho me ofuscou e confundiu
Num clarão de tão densa harmonia,
Que minha alma carente seduziu
E eu senti tudo o que me permitias...
E vivi por esta luz, por tantos dias
E mais e mais careci do que aluiu...
Teu brilho me ofuscou e confundiu
Num clarão de tão densa harmonia...
Diamante ou vidro? A duvida fluiu...
Cética, descobrir a verdade, queria,
E na hora em que a certeza surgiu
Achei novo cristal que me refletia...
Teu brilho me ofuscou e confundiu.
Ibernise
Indiara, (Goiás\Brasil), 02.01.2009.
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 2:37 pm |
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CICIO DO AMOR
És puro éter onde cicio ao vento
A propagar-me em saudade visceral...
São tantas curvas na reta abismal
Riscando mensagens do meu intento.
E neste sopro assovia o canavial
Leito verde que ouve meu lamento.
És puro éter onde cicio ao vento
A propagar-me em saudade visceral...
Solidão é fera, pele nua esquenta,
Alimentando o cio em odor especial...
Desejo, maluco vilão que reinventa
E sustenta a libido, como vendaval,
És puro éter onde cicio ao vento...
Ibernise
Indiara, Goiânia (GOIÁS\Brasil)07.01.2009.
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 2:41 pm |
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EM DOCES PRADOS
Montada em meu próprio dorso
Cavalgo nas noites em planícies
E nesse ritmo flutuo em colosso,
Vadiagens em fantasias incríveis...
Amanheço junto a este universo
A me ensinar de novo a renascer...
Sendo novo, amanhece in_verso
O novo é simples questão de ser...
Diante de cada manhã me prostro
Ao mundo dos meus bem-te-vis...
E aos mal-me-queres me mostro,
Pra sentirem minh'alma flor-de-lis.
Ibernise
Indiara, (Goiás\Brasil), 04.01.2009.
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Ibernise M. Morais Silva
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 2:46 pm |
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PLANO E EXECUÇÃO*
O alvo, é preciso, considerar...
O foco, é preciso, não perder
Para se conseguir alcançar
O que se deseja para vencer.
Distancia entre o alvo e você,
Rumo do vento, ajuda a situar...
O alvo, é preciso, considerar...
O foco, é preciso, não perder...
O padrão deve se determinar
Ou a bandeira de fumaça ver,
Molhar o dedo, senti-lo secar,
Confiar no instinto e entender
O alvo, é preciso considerar...
Ibernise
Indiara, (Goiás,Brasil), 17.01.2009.
Poema inédito nesta data.
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CONVITE
Você está convidado a participar do ciclo poético consagrado aos 7 Pecados Capitais:Um projecto Lusofono.Serão sete ciclos iniciando pelo pecado: Vaidade.Mais informações em:
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_________________ AMIGOS E ANJOS...20.11.2006/Ibernise
Anjos amigos... Amigos anjos...
Anjos são guardiões e companheiros...
Amigos são irmãos aduaneiros...
Duplamente anjos, são arcanjos... |
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Ibernise M. Morais Silva
Mensagens: 1033
Localização: http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net
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Enviada:
Qua Jan 21, 2009 2:49 pm |
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MÁGICA DE AMOR
Foi delirante, paranóico, mágico
Tudo que num impulso me roubastes...
Paixão de flashes em corpo fálico
Foi o que em ondas me despertastes.
Assim tão nobre aquarela pintastes
E quando colhi teu olhar, plácido,
Foi delirante, paranóico, mágico...
Tudo que num impulso me roubastes...
Me aninhei em teus beijos cálidos
E nesta gênese servil completastes
Meu amado a metade de mim, atávico,
Abandonado em meus braços sonhastes...
Foi delirante, paranóico, mágico...
Ibernise
Indiara, Goiânia (GOIÁS\Brasil)07.01.2009.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998. |
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Editado pela última vez por Ibernise M. Morais Silva em Qua Jan 21, 2009 2:52 pm, num total de 1 vez |
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