| Autor |
Mensagem |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Qua Ago 03, 2011 12:34 am |
  |
CONTA-ME O SEGREDO
Conta-me o que há de vir
Conta-me porque sou assim
Conta-me o segredo
Explica-me o passado
O presente agregado
E o futuro a seguir.
Conta-me a vivencia
Conta-me a conveniência
Conta-me o pensar
Explica-me com certeza
Ensina-me beleza
De sorrir e de amar.
Conta-me o que fazer
Conta-me como vencer
Ensina-me a ter paciência
Ensina-me a ter clemência
A sentir o teu amar.
Conta-me porque nasci
Conta-me porque neste mundo
eu vim,
Conta-me porque tudo acontece
Conta-me como cresci
Revele-me os sonhos
Dê o sinal dos enganos
Mostrando o aval do sim.
Contando ensine-me a prece
Dê enfim o que merece
Escrito quando cheguei
Aperte-me em teus braços
Afague-me como espero
Dando a mim o seu amor.
Contando a história devida
No livro gravado edito
Orando pedindo amor
Dando asas de um anjo
Sabedoria sem plano
Para falar do meu Senhor.
E como seiva que espalha
Que germina até na palha
Ensina-me o teu amor.
Dê a mim o seu calor
O seu abraço protetor
Enxugue o meu pranto
Mostre-me como avanço
Num amanhã a seguir.
E2RM
4/11/2010 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Ter Set 06, 2011 6:34 pm |
  |
A PEÇA QUE NÃO TERMINA
Lampejos, visões
Fantasmas que se retorcem
Lixo que se aglomera
Decadência de uma era.
Motins que se constroem
Vidas que se destroem
Guerra oculta que explode
Terra que se sacode
E no altar composto
A Virgem mãe cobre o rosto
Sente o gosto da lagrima
Que escorrega pela face.
Avante mundo torto
Poço que encobre o sufoco
De almas leigas perdidas
Que avassalam nas trilhas.
Olha o céu estende a mão
Ouve o grito de antemão
No surdo eco que ressoa
Da multidão que não voa.
Ferros retorcidos
Homens brancos bem sofridos
Lei da vida, lei do absurdo.
Silenciando a noite
Ofuscando o luar
Jogo de luzes que encolhem
Atrás do sol para chorar.
AH! Amores em lentidão
Previa e dócil ilusão
Da zombaria infame
Que ataca sem reclame.
Mero acaso do destino
Trovões, relâmpagos atrevidos
Chuva branda que açora
Matando as vidas, sem história.
Prelúdio de um tempo
Esquisitice sem preço
Tortura a mente do homem
Que soluça com o vento.
Que assopra retraído
Trazendo medo ao bandido
Entristecendo o amigo
Que ouve o tocar do sino.
Bate forte o coração
Sozinho na contra mão
Das desventuras de um mundo
Que chora, sem ter consolo.
E como abutre, ou mendigo
Segue avante o seu destino
Ouvindo o riso da mente
Sabendo ser consciente.
Pobres vidas que se foi
Pobres seres que sem ver
Deixou seu rastro para sempre
Na terra que agora sente.
A podridão da humanidade
A perdição que sem mascará
Monta o palco sem platéia
E pinta com uma aquarela.
Monta a lona
E se diz
Aprendiz que sabe o fim
Da peça que não termina.
E2RM
15/01/2011 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
|
Enviada:
Qua Set 21, 2011 10:38 pm |
  |
| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
A PEÇA QUE NÃO TERMINA
Lampejos, visões
Fantasmas que se retorcem
Lixo que se aglomera
Decadência de uma era.
Motins que se constroem
Vidas que se destroem
Guerra oculta que explode
Terra que se sacode
E no altar composto
A Virgem mãe cobre o rosto
Sente o gosto da lagrima
Que escorrega pela face.
Avante mundo torto
Poço que encobre o sufoco
De almas leigas perdidas
Que avassalam nas trilhas.
Olha o céu estende a mão
Ouve o grito de antemão
No surdo eco que ressoa
Da multidão que não voa.
Ferros retorcidos
Homens brancos bem sofridos
Lei da vida, lei do absurdo.
Silenciando a noite
Ofuscando o luar
Jogo de luzes que encolhem
Atrás do sol para chorar.
AH! Amores em lentidão
Previa e dócil ilusão
Da zombaria infame
Que ataca sem reclame.
Mero acaso do destino
Trovões, relâmpagos atrevidos
Chuva branda que açora
Matando as vidas, sem história.
Prelúdio de um tempo
Esquisitice sem preço
Tortura a mente do homem
Que soluça com o vento.
Que assopra retraído
Trazendo medo ao bandido
Entristecendo o amigo
Que ouve o tocar do sino.
Bate forte o coração
Sozinho na contra mão
Das desventuras de um mundo
Que chora, sem ter consolo.
E como abutre, ou mendigo
Segue avante o seu destino
Ouvindo o riso da mente
Sabendo ser consciente.
Pobres vidas que se foi
Pobres seres que sem ver
Deixou seu rastro para sempre
Na terra que agora sente.
A podridão da humanidade
A perdição que sem mascará
Monta o palco sem platéia
E pinta com uma aquarela.
Monta a lona
E se diz
Aprendiz que sabe o fim
Da peça que não termina.
E2RM
15/01/2011 |
Rita,
Faz tempo tenho lido A PEÇA QUE NÃO TERMINA. É uma escrita, um desabafo de tudo que angustia.O mundo não precisa de mais horrores, de pessoas preconconceituosas que julgam outras por crenças, raça, classe social, e outras tantas barbaridades. EXPERIMENTALITAS estão em todos os cantos, sempre dispostos ao sarcasmo experimental dos sentimentos, carater e dignidade alheia. São os capatazes da crueldade.
O mundo carece de amor, de generosidade para aceitar o outro sem impor condições.
O Criador parece insistir que a humanidade dê certo, acerte. Espero que seja este o final! Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Qui Out 27, 2011 10:10 pm |
  |
A VIAGEM DO POETA
O poeta viaja através dos sonhos
Foge da realidade, escondendo-se
em meio as palavras.
Fala do amor, fala de DEUS
Embarca nos corações solitários
Sorri do adversário
Ama sempre o impossível
E entrega se no mundo.
O poeta é um livro aberto
Como paginas de uma nação
Misturando se ao relento
trazendo a voz do vento
Ecoando sem o som.
O poeta fala da alma
Encanta-se com a verdade
Faz com a vida o que quiser
Mergulha no desconhecido
escreve o medo,fala da dor
Invade a sombra que caminha
Ama a lua com paixão.
O poeta é um ser inanimado
Como o refúgio do inimigo
Vai ao fundo da caverna
Tira os fossei lá da terra
Cavando assim a ilusão.
O poeta é o mendigo
Sem abrigo, a noite escura o temor
A voz oculta no seu eu
Que busca sempre
Ouvir A DEUS.
O poeta é um sábio
Que espera no amanhã
Rondando a felicidade
Aceitando a contensão
Do tilintar de uma folha
Que no chão vai se deitar
Transformando se em adubo
Para novamente germinar.
O poeta é tudo isto
Uma melodia a sorrir
Brigando contra a morte
Fala com DEUS seu sentir
O poeta ama o esquisito
Escreve frases sem entender
Tem, porém grande carinho
Com seus versos ao reler.
O poeta é aquele
Que o imaginário não vê
Sente a força da vida
Ama simplesmente
Tudo em você.
E2RM
21/10/2011 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
|
Enviada:
Ter Nov 15, 2011 8:48 pm |
  |
| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
A VIAGEM DO POETA
O poeta viaja através dos sonhos
Foge da realidade, escondendo-se
em meio as palavras.
Fala do amor, fala de DEUS
Embarca nos corações solitários
Sorri do adversário
Ama sempre o impossível
E entrega se no mundo.
O poeta é um livro aberto
Como paginas de uma nação
Misturando se ao relento
trazendo a voz do vento
Ecoando sem o som.
O poeta fala da alma
Encanta-se com a verdade
Faz com a vida o que quiser
Mergulha no desconhecido
escreve o medo,fala da dor
Invade a sombra que caminha
Ama a lua com paixão.
O poeta é um ser inanimado
Como o refúgio do inimigo
Vai ao fundo da caverna
Tira os fossei lá da terra
Cavando assim a ilusão.
O poeta é o mendigo
Sem abrigo, a noite escura o temor
A voz oculta no seu eu
Que busca sempre
Ouvir A DEUS.
O poeta é um sábio
Que espera no amanhã
Rondando a felicidade
Aceitando a contensão
Do tilintar de uma folha
Que no chão vai se deitar
Transformando se em adubo
Para novamente germinar.
O poeta é tudo isto
Uma melodia a sorrir
Brigando contra a morte
Fala com DEUS seu sentir
O poeta ama o esquisito
Escreve frases sem entender
Tem, porém grande carinho
Com seus versos ao reler.
O poeta é aquele
Que o imaginário não vê
Sente a força da vida
Ama simplesmente
Tudo em você.
E2RM
21/10/2011 |
bela definição de POETA!
beijos poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
|
    |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Qua Jan 04, 2012 10:42 pm |
  |
O PORTO DO AMOR
Solte-se
Flutue com o vento
Acene ao passado
Dê adeus aos pensamentos
E renove o seu sonhar.
Cultive a esperança
Abra os braços feito criança
E sorria ao acordar.
Ame-se
Escreva o imaginar
Cante a cantiga dos anjos
Embarcando a buscar.
A grande lua encantada
Com a magia dos apaixonados
Que enfeita o grande mar.
Conquiste cada amanhã
Ouvindo a música do ar
Como melodia que fala
Que o amor vai encontrar.
Confesse
Quem é você
E de onde você vem.
Da nave mãe existente
Buscando a própria semente
No grande mundo de aquém.
Vivendo num conto de fadas
Navegando na jangada
Sem enseada avistar.
Mas o som do coração
Trás de volta a ilusão
E no porto vai chegar.
E2RM
2/01/2012 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
|
Enviada:
Seg Jan 16, 2012 11:00 pm |
  |
| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
O PORTO DO AMOR
Solte-se
Flutue com o vento
Acene ao passado
Dê adeus aos pensamentos
E renove o seu sonhar.
Cultive a esperança
Abra os braços feito criança
E sorria ao acordar.
Ame-se
Escreva o imaginar
Cante a cantiga dos anjos
Embarcando a buscar.
A grande lua encantada
Com a magia dos apaixonados
Que enfeita o grande mar.
Conquiste cada amanhã
Ouvindo a música do ar
Como melodia que fala
Que o amor vai encontrar.
Confesse
Quem é você
E de onde você vem.
Da nave mãe existente
Buscando a própria semente
No grande mundo de aquém.
Vivendo num conto de fadas
Navegando na jangada
Sem enseada avistar.
Mas o som do coração
Trás de volta a ilusão
E no porto vai chegar.
E2RM
2/01/2012 |
Lindo Rita!
amei! beijos poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
|
    |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Seg Fev 06, 2012 11:14 pm |
  |
NO LIMITE
No limite do amor
No limite da dor
Assim caminha
Vaga entre as sombras
do seu próprio eu,
Na melancólica agonia
A perfurar a alma no sobressalto.
E no limite da vida
Asçora seu destino
Vaga em meio a enseada
A procura da luz que se apagou
A procura do amor que nunca achou.
E no limite extravasa
Incorpora seu espírito
Pede aos anjos, seus amigos
Num triste lamento de horror.
Pois no limite de um tudo
Joga se fora do mundo
Nos solavancos a confrontar
Como avesso em reverso
Trazido em mar aberto
Mas que nunca vai achar.
E limitando-se ao nada
Flutua feito jangada
Sem rumo em alto mar
Naufrago de seu destino
Sem ninho feito passarinho
Voando na imensidão.
E no limite, só chora
Buscando uma nova aurora
Na fosca visão de outrora
Que sozinha acabou.
E2RM
27/01/2012 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
bbrian
Mensagens: 3899
Localização: ES
|
Enviada:
Ter Fev 07, 2012 8:55 am |
  |
| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
NO LIMITE
No limite do amor
No limite da dor
Assim caminha
Vaga entre as sombras
do seu próprio eu,
Na melancólica agonia
A perfurar a alma no sobressalto.
E no limite da vida
Asçora seu destino
Vaga em meio a enseada
A procura da luz que se apagou
A procura do amor que nunca achou.
E no limite extravasa
Incorpora seu espírito
Pede aos anjos, seus amigos
Num triste lamento de horror.
Pois no limite de um tudo
Joga se fora do mundo
Nos solavancos a confrontar
Como avesso em reverso
Trazido em mar aberto
Mas que nunca vai achar.
E limitando-se ao nada
Flutua feito jangada
Sem rumo em alto mar
Naufrago de seu destino
Sem ninho feito passarinho
Voando na imensidão.
E no limite, só chora
Buscando uma nova aurora
Na fosca visão de outrora
Que sozinha acabou.
E2RM
27/01/2012 |
Rita, às vezes como é bom nos limitarmos ao nada. Há felicidade que se guarda entre os ecos dos vazios.Beijos no coração! |
_________________ TODO SOFRIMENTO É UM INSTRUMENTO DE RESGATE! |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Dom Mar 11, 2012 11:59 pm |
  |
A LENDA BEIJA FLOR
Lendas do velho oeste
Que vaqueiros narrou
De um homem branco
que engana,
A índia do rio Açu.
A bela índia faceira
Pela manhã a nadar
Descia na cachoeira
Para poder se banhar.
Entre as espumas bailava
Escorregando ao dançar
Ao som do canto da ave
Que ali vivia a esperar.
Que um dia então retornasse
Do feito que o levou
A transformar-se em ave
Sem ter na vida um amor.
Então pediu para a fada
Que lhe entregasse um amor
Que com certeza nascia
O riso do beija flor.
E quando então finalmente
Em homem se transformou
Na ousadia interpela
A bela índia que é a flor.
Que desabrocha na rocha
Que escorrega a bailar
Como uma linda sereia
Que vem a terra encantar.
Ele a mata sem dó
Como se fosse um cipó
Virando então uma lenda
O canto do beija flor.
Que de manhã aparece
Banhando a flutuar
Na cachoeira que desce
Entra as espumas a bailar.
Arrependido ele chora
Sentindo uma grande dor
E para sempre se isola
No rio do beija flor.
E2RM
26/06/2007 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Qui Mar 15, 2012 12:41 am |
  |
A POESIA
A poesia é o amor que se espera
É a vida que se expressa
É a beleza da flor.
A poesia flui pelos poros
Traduzindo o som que aflora
Lá dentro de cada um.
Escondendo entre as lagrimas
O lado oculto do amor
Atropelando os gemidos
Corroendo os sentidos
Sem aviso, trás a dor.
A poesia é hino da liberdade
Onde se fala a verdade
Que traduz a ilusão.
E o poeta solitário
Escreve as rimas a compor
O amor, ou a tristeza
Num grande cenário de cor.
E2RM
13/03/2012 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Ter Abr 03, 2012 12:50 am |
  |
VEM COMIGO, SEMPRE AVANTE
Vamos seguir avante
Pela estrada florescente
Pela vida a buscar
Assentir as emboscada
Dar bom dia a passarada
E a ponte da vida cruzar
Colher a gota do orvalho
Apanhar cada regalo
Que o destino montar
Curtir com o riso nos lábios
Sentar no calcanhar sossegado
E ver a neve brotar.
E na varanda dormindo
Ver a folha ao chão caindo
Levemente te tocar.
Tocar os sinos da noite
Que ressoam calmamente
Na mente a cogitar
Os pensamentos recentes
Que o cérebro vem contente
Docemente afagar.
Vem com a plenitude do dia
Ouvir o zunir da abelhinha
Sua colméia formar
Feito a lagarta que avança
Em sua ociosa performance
Em borboleta virar.
Vem comigo pequenino
Nascer, crescer, ter amigo
Ter a vida, ter abrigo
Nos braços de DEUS
Que amar.
E2RM
17/11/2010 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Qui Mai 03, 2012 11:46 pm |
  |
A ROSA BRANCA
Apanha a flor da vida
Branca rosa a se esvair
Esmaga por entre os dedos
Sentindo o vento assoprar.
Levanta a branca poeira
De rosas brancas a fluir
Colorindo o episodio
De amor que vai surgir.
Perfura o sólido chão
A plataforma há afundar
Num estrondo glamuroso
De um novo amor há chegar.
Invade o cérebro de mansinho
Apossa da alma, e do coração
Rompendo as barreiras restritas
Que o amor é ilusão.
Aperta a mão do amigo
Olhares vazios sem ar
Apanha a rosa da vida
E segue o seu caminhar.
Vencendo a batalha do medo
Aperfeiçoando a guerrilha
Joga-se por entre as flores
Colorindo sem aviso.
A barcaça que ressurge
Dentre o vendaval que se foi
Deixando apenas o perfume
Da rosa branca do amor.
29/04/2012 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
RITA MARILDA PAULINO BACO
Mensagens: 94
|
Enviada:
Qui Ago 23, 2012 11:35 pm |
  |
O GERMINAR DO AMOR
Uma pequena semente é colocada no solo
Ela regada, adubada o tempo necessário para germinar, brotar e
Finalmente nascer.
Ela é esperada ansiosamente, todos os dias vamos ate o local e conferimos
Se esta tudo bem, continuamos a regar, a cuidar com carinho, com amor
Assistindo o crescimento que entre o forte sol do verão nos preocupa, nos deixa tenso
E às vezes entristecidos, pois não sabemos se vamos conseguir.
Vem a chuva forte, o vento, os raios e o frio inverno que congela até a alma da gente. Então entramos na fase do desespero, por não saber se nossa força é suficiente para salvar aquela planta ate a época da colheita.
Mas qual nada nos apegamos a DEUS e pedimos que Ele nos ajude, que nos inspire, dando nos coragem e discernimento para prosseguir na luta, para não desistir no meio no do caminho, pois logo a frente temos a primavera, a estação que tudo se renova, tudo floresce ganhando brilho, ganhando o perfume das flores que deixa a natureza em festa.
E assim poder esperar a hora da colheita.
Que nada mais justo, depois de todo trabalho desde que plantamos a semente ao solo, enfrentando todos os contra tempos que aconteceram pelo caminho, agora é a hora de colhermos, de desfrutar o prazer de ver nosso trabalho recompensado saboreando o fruto do que o amor cultivou.
Porém estou triste, muito triste, meu coração apertado, meu peito doído, pois estou com medo, muito medo, pois acho que não trabalhei direito, não cuidei o suficiente da minha sementinha ou não demonstrei a ela o tamanho do amor que sinto por isso ela esta feia, apagada, parece meio murcha, não brilha como eu esperava, não floriu ainda como eu queria, não cresceu o suficiente para dar frutos.
O que fazer meu DEUS?
Pergunto-te onde encontro adubo para renovar esta planta, para cultivá-la de maneira diferenciada e que ela seja a planta mais linda, mas frutífera dando frutos bons e sadios.
Sabe DEUS entrego a ti esta missão, cuide de minha sementinha, que nasceu cresceu, mas que esta sem graça, sem brilho e sem entender que nasceu para florescer e encher o mundo de belos frutos, trazendo alegria e amor a todos que a rodeia.
Mostre a ela Senhor que cada planta tem uma missão aqui de ser livre, de ser amada, e de retribuir este amor.
Enchendo-se de coragem e versificando o seu dia com amor retribuindo para si mesma
O amor que DEUS tem por cada plantinha que Ele deixa nascer e florir aqui na terra, colorindo a primavera e sentindo o sol do verão que aquece os corações.
Agradeço Senhor por cada sementinha que o Senhor colocou aos meus cuidados, e vou continuar regando, adubando e sei que o Senhor vai me ajudar.
Obrigada.
E2RM
22/08/2012 |
_________________ A FLOR DA VIDA
No abraço inocente
Do amor ao encantar
O coração adolescente
Dos jovens ao enamorar
Renasce a flor da vida
Nos lábios úmidos a juntar.
RITA |
|
 |
 |
Pupila
Mensagens: 4057
Localização: São Paulo
|
Enviada:
Sáb Set 01, 2012 11:09 pm |
  |
| RITA MARILDA PAULINO BACO escreveu: |
A ROSA BRANCA
Apanha a flor da vida
Branca rosa a se esvair
Esmaga por entre os dedos
Sentindo o vento assoprar.
Levanta a branca poeira
De rosas brancas a fluir
Colorindo o episodio
De amor que vai surgir.
Perfura o sólido chão
A plataforma há afundar
Num estrondo glamuroso
De um novo amor há chegar.
Invade o cérebro de mansinho
Apossa da alma, e do coração
Rompendo as barreiras restritas
Que o amor é ilusão.
Aperta a mão do amigo
Olhares vazios sem ar
Apanha a rosa da vida
E segue o seu caminhar.
Vencendo a batalha do medo
Aperfeiçoando a guerrilha
Joga-se por entre as flores
Colorindo sem aviso.
A barcaça que ressurge
Dentre o vendaval que se foi
Deixando apenas o perfume
Da rosa branca do amor.
29/04/2012 |
Uma rosa que abranda e abraça o leitor...
beijos poéticos |
_________________ *ADESÃO AO POST ÚNICO - EM ASSUNTO: POEMAS DE...; DEPOIS use só o RESPONDER para novas postagens. *"INTERAJA com outros Membros";menos postagens e mais qualidade em comentários.
MAÍSA CRISTINA *Pupila
Membro Moderador do Fórum do Guia de Poesias. |
|
    |
 |
|
|
|