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FABRÍCIO CARPINEJAR 

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Fabrício Carpinejar é poeta, jornalista e mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

Nasceu em Caxias do Sul (RS) aos 23 de outubro de 1972. 

É autor dos livros "As Solas do Sol", publicado em 1998 pela Bertrand Brasil, "Um Terno de Pássaros ao Sul", publicado pela Escrituras Editora, em 2000, reconhecido pela Enciclopédia Britannica como um dos destaques da literatura brasileira em 2001, e "Terceira Sede", pela Escrituras, em 2001. 

Autor premiado que já foi distinguido com o Prêmio Literário Internacional 'Maestrale - San Marco' 2001, 'MARENGO D'ORO (5ª Edição), de Gênova (Itália), 3º prêmio na categoria obra em língua estrangeira com poemas de Um Terno de Pássaros ao Sul; Prêmio Açorianos de Literatura 2001, categoria poesia, da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre (RS) com o livro Um Terno de Pássaros ao Sul; Prêmio Destaque Literário - Júri Oficial como melhor livro de poesia da 46ª Feira do Livro de Porto Alegre (RS), em 2000, com o livro Um Terno de Pássaros ao Sul; Prêmio Fernando Pessoa da União Brasileira de Escritores/RJ, categoria Revelação e Estréia, em 2000, com As Solas do Sol; Finalista do Prêmio Açorianos de Literatura/1999 na categoria poesia da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre (RS) com As Solas do Sol; Finalista do Prêmio Nacional da Cidade de Belo Horizonte/2000. 

Seu nome vem sendo saudado como uma das revelações da poesia brasileira por escritores como Antonio Skármeta, Ivo Barroso, Fernando Monteiro, Antonio Carlos Secchin, Carlos Heitor Cony, entre outros. 

A seu respeito, escreve Luiz Antonio de Assis Brasil, doutor em Letras e romancista: "Carpinejar sabe que o que importa é a serventia da imagem, e não seu encobrimento por códigos; contudo, jamais deve passar pelo leitor sequer a sugestão de que Carpinejar agora escreve poesia "fácil"; o que se pretende dizer é que sua poesia, simplificando-se, manteve intocada toda a sua invejável qualidade estética, a qual precisa, e muito, da colaboração de um leitor sofisticado, que entenda a poesia como um universo de referências emocionais, sociais e culturais". 

Do seu livro ainda inédito "Biografia de uma árvore" que será publicado pela Escrituras Editora nos próximos meses, destaca-se o Fragmento do Canto IV - Vidro de vozes, onde Fabrício Carpinejar se expressa: 

"Estou tão nervoso que fico calmo, tão confuso que tenho discernimento. A liberdade não me convence a sair do quarto. Fiel a uma caderneta de bar, enredo-me no fiado do que foi consumido. Minha imobilidade não é desistência. Resisto como um móvel indesejado no cômodo, que destoa do alarido familiar, disfarçando sua existência precária com mantas e panos cortinados".

Para conhecer mais textos de Fabrício Carpinejar, convidamos para navegarem os sites do Orpheu, Click Escritores, a Revista Palavrarte, o Jornal de Poesia, Redemoinho  e mais poemas inéditos do livro inédito "Biografia de uma Árvore" no Continente Multicultural, da Companhia Editora de Pernambuco

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