Em época de Natal e Ano novo, é comum sermos tomados de angústia, ansiedade e uma espécie de euforia vazia, e não pela propagandeada alegria das datas comemorativas. Neste contexto, a revista Mente&Cérebro analisa as causas da chamada “síndrome de fim de ano”.
Segundo o psicanalista Christian Ingo Dunker, autor do artigo “Fantasmas do final de ano” publicado na edição, a difícil tarefa de lembrar o que passou e fazer novos planos para o ano seguinte pode desencadear uma série de sentimentos relacionados ao descontentamento.
Ele alerta também que o erro de confundir desejos com metas pode provocar ainda mais frustração. “Quando adaptamos nossos desejos a uma imagem e transformamos qualquer objetivo e bobagens em metas, a fantasia que se articula neles passa de sua função regulatória para condição obrigatória compulsória”, aponta.
No artigo, Dunker apresenta estratégias para evitar a depressão e a solidão comuns nessa época. Um delas, para ele, seria a busca por experiências com “mais qualidade” (mais profundas) e não “em maior quantidade” (mais superficiais). Mente&Cérebro analisa, ainda, os discursos pré-fabricados, e muitas vezes vazios, presentes no Natal e Ano novo.
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Publicada desde 2004 pela Duetto Editorial, a Mente e Cérebro mantém parceria com a revista alemã Gehirn&Geist. Com circulação de 38 mil exemplares por mês (IVC), a revista fornece informação de qualidade sobre psicologia, psiquiatria, psicanálise e neurociências, em artigos produzidos por especialistas estrangeiros e brasileiros. O grupo Conhecimento da Duetto publica ainda as revistas Scientific American Brasil, História Viva e EntreLivros, que podem ser adquiridas pelo site www.lojaduetto.com.br.






LI A REPORTAGEM SOBRE A SINDROME DO FINAL DE ANO E, REALMENTE ACHO QUE DEVERà SER FEITO UM ESTUDO MAIS APROFUNDADO À RESPEITO, POIS TUDO O QUE DIZ ALI FAZ PARTE DO MEU DEZEMBRO.
acredito que em época de Natal e Ano novo, é comum sim sermos tomados de angústia e euforia fazia , pois o que acontece que nesta época nós fazemos uma retrospectiva de toda trajetória do ano que se finda e a partir dai nos sufocamos com os desejos e as metas almejadas, tornando-as assim em frustações.