Avenida Dropsie
É um dos ícones da obra de Eisner. Em Avenida Dropsie, o autor conta uma série de histórias ambientadas na Nova York. O personagem principal é a própria vizinhança da avenida e seu percurso histórico durante o século XX. A obra tornou-se uma peça dirigida pelo Filipe Hirch (o famoso diretor curitibano).
Em Nome do Jogo
Eisner manteve o mesmo espírito de Avenida Dropsie e No coração da Tempestade (obra autobiográfica em que o autor narra sua própria vida). Excelente narrativa, como era de se esperar.
O último dia no Vietnã.
Eu gostei particularmente deste. Eisner, para quem não sabe, serviu durante a grande guerra ilustrando manuais para as tropas aliadas. Sua aproximação do exército se deu por este viés. Na obra, ele narra algumas histórias que viu ou ouviu durante várias guerras americanas: A coréia, o Vietnã. A maioria se refere a última. Considero-as boas histórias. No mesmo estilo que o autor imprimiu em Um conto de deus e No coração da tempestade (duas de suas grandes obras).
Sundiata: o Leão de Mali
Essa é uma obra sobre uma lenda africana. Eisner busca entrar no espírito africano e narra essa aventura em tom épico. Entretanto, eu não gostei muito. Ficou excessivamente exótico e sem paixão. Fugiu bastante a marca do autor.
Quadrinhos e Arte Seqüencial: Compreensão e Pratica.
Considero essa a grande obra sobre a arte de fazer quadrinhos. Eisner a escreveu com base na sua experiência profissional. Apesar da novidade representada pelo Scott Mc Loud, ainda sou mais a velha obra de Eisner. É compra obrigatória para todos que pretendem escrever ou desenhar quadrinhos.
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