V. Armstrong - Então eles estão vindo dos EUA para o Sul da América.
BURN - Sr. Virgil, qual é a origem dessas pessoas?
V. Armstrong - Elas vêm da constelação chamada Zeta Reticulli. São Zeta-Reticulianos. Dividem-se em dois grupos: humanos como nós, e diferente dos parecidos com humanos, mas melhores que os ETs. Em outras palavras, podem alterar sua fisionomia.
Conheci um cara, ele era engenheiro de ergonomia, aposentado. Ele e sua esposa estavam fazendo compras um dia e no estacionamento foi apanhado por uma nave onde permaneceu por cinco dias. Ele foi levado por uma luz branca ao interior da nave onde ficou por cinco dias e, após este tempo retornou ao mesmo estacionamento, de onde chamou sua esposa para apanhá-lo. Muitas entrevistas foram feitas. Eu não o conheci na época, mas durante um Simpósio em Phoenix, foi-me questionado, na presença de aproximadamente vinte e cinco pessoas, para fazer uma regressão com o engenheiro. Isto levou duas horas e pode-se ver o que aconteceu com esse homem. Ele estava terrificado, chorava em pânico e no final eu perguntei: 'Carl, há alguma coisa que a audiência deve saber?'. Ele pensou um breve momento e disse: 'Oh! Sim. Quando eu estava na mesa sendo examinado, um homem veio e de repente caiu o uniforme da força aérea americana, um humanóide, demonstrando que ele era um dos chefes'.
Estes seres têm formas humanas, mas não demonstram emoções. Todos pertencem à mesma raça. Em uma conferência, uma senhora perguntou-me se os Reticulianos ainda estavam no planeta, e o que eu posso dizer é que eles prometeram sair até o ano de 2000. Eu não sei ao certo se ainda estão na Terra. Pode ser que outra raça é que esteja abduzindo agora, mas realmente eu não sei. Há muito tempo que não me envolvo nestes fatos.
Bem, eu poderia dizer que eu fui um pioneiro, mas acredito que há coisas mais importantes para se falar. Como disse em minha apresentação, temos de crescer, vocês sabem. Não podemos pensar qual é a vantagem de estar envolvido com estes mistérios, o que devemos fazer é ter consciência espiritual, de modo a ser mais cristão, ou seja, de Deus. Isso é o que eu faço e que venho fazendo a vinte anos a ser completados em outubro.
BURN - O senhor sofreu algum tipo de pressão do governo americano por ter conhecimento desses fatos?
V. Armstrong - Em 1980, Califórnia, eu trouxe a segurança nacional. Eu arrisquei-me.
BURN - Perigoso...
V. Armstrong - Sim, eu sei que era perigoso, mas alguém tinha que fazer. A única coisa que eles poderiam pegar era o meu corpo, eles não poderiam matar minha alma. Era um risco, o mesmo risco que se têm quando em combate. Eu nunca fiquei com medo. Eu nunca tive pensamentos maus, de matar ou qualquer outra coisa. Eu fiz, mas eu tinha de fazer.
Após a minha terceira vez no Vietnã, minha personalidade mudou. Na segunda eu era um homem, no dia seguinte eu era um nada, estava louco. Eu tinha filhos. Doze pessoas que estavam subordinadas a mim também mudaram. É algo extremamente estranho. Sexualmente, eu não conseguia satisfazer-me, era insaciável e estava ligado todo tempo, coitada da minha esposa (risos). É, ela sofreu. Mas eu poderia ver a luz das pessoas e ler seus pensamentos. Quando descobriram minhas habilidades, fui submetido a intensos testes, fui mantido isolado e fiquei doente.
Havia uma mulher que tinha poderes de ler pensamentos. Um dia ela estava fazendo uma apresentação num grande hotel e ela veio ver-me, sabia quem eu era, conhecia meu íntimo. Então, continuando, uma outra mulher deu um relógio para esta mulher que lia pensamentos e ela falou: 'Você tem um caso extra conjugal, seu marido já sabe?'. A mulher do relógio desmaiou. Um homem entregou uma caneta para essa mulher e ela disse a ele que ele tinha um caso com a secretária e a esposa dele estava na platéia. É muito mau quando você acerta a intimidade das pessoas. |